O fluxo de carros daqui não é diferente de Fortaleza, o que muda é a sinalização, tanto para quem anda em quatro rodas ou a pé.
Como diz minha mãe, o Rio é feito para pedestres. As calçadas são largas. Nem os bares conseguem invadir ou atrapalhar a passagem dos milhares que passam por ela. Objetos duros são espalhados em suas extremidades, impedindo os carros de subirem a calçada para estacionar. As pessoas podem andar olhando para as inúmeras vitrines, ao invés de prestar atenção se algum cachorro deixou presentes de grego por onde passou.
Pedintes no Leblon podem ser contados nos dedos da mão direita. Infelizmente, essa não é a realidade de todos os bairros dessa cidade maravilhosa. No Mosteiro de Santo Antônio, lembrei-me da desigualdade social que não desaparece no mundo. Dormindo perto de monumentos, sentados no chão da praça e, às vezes, em pé sem rumo. Eram muitos espalhados, principalmente perto desse local que resiste ao tempo e passa, agora, por reformas.
Bem, voltando ao assunto "carro", vou deixar um comentário. Acredito que muitos tenham como principal opção o metrô, o ônibus ou o solar do sapato para se locomoverem, pois ter carro aqui é muito mais do que pagar consórcio, prestações, seguro ou manutenção. Além de ter a tradicional paciência com o trânsito, a realidade de qualquer cidade do Brasil, paga-se uma taxa alta para manter um carro parado fora de casa. Vocês pagariam R$10,00 a primeira hora de um shopping? Uma fatia de bolo, da loja "O melhor bolo de chocolate do mundo", quase valeu isso. Mas, na verdade, acho que nenhum dos dois vale esse preço.
Como diz minha mãe, o Rio é feito para pedestres. As calçadas são largas. Nem os bares conseguem invadir ou atrapalhar a passagem dos milhares que passam por ela. Objetos duros são espalhados em suas extremidades, impedindo os carros de subirem a calçada para estacionar. As pessoas podem andar olhando para as inúmeras vitrines, ao invés de prestar atenção se algum cachorro deixou presentes de grego por onde passou.
Pedintes no Leblon podem ser contados nos dedos da mão direita. Infelizmente, essa não é a realidade de todos os bairros dessa cidade maravilhosa. No Mosteiro de Santo Antônio, lembrei-me da desigualdade social que não desaparece no mundo. Dormindo perto de monumentos, sentados no chão da praça e, às vezes, em pé sem rumo. Eram muitos espalhados, principalmente perto desse local que resiste ao tempo e passa, agora, por reformas.
Bem, voltando ao assunto "carro", vou deixar um comentário. Acredito que muitos tenham como principal opção o metrô, o ônibus ou o solar do sapato para se locomoverem, pois ter carro aqui é muito mais do que pagar consórcio, prestações, seguro ou manutenção. Além de ter a tradicional paciência com o trânsito, a realidade de qualquer cidade do Brasil, paga-se uma taxa alta para manter um carro parado fora de casa. Vocês pagariam R$10,00 a primeira hora de um shopping? Uma fatia de bolo, da loja "O melhor bolo de chocolate do mundo", quase valeu isso. Mas, na verdade, acho que nenhum dos dois vale esse preço.
2 comentários:
É, haja paciência. Mas o pedestre se sai bem. Um ponto positivo no transporte carioca é a sinalização nos brigos das paradas de ônibus. Ao invés de propagandas, os abrigos de lá têm os itinerários das linhas de ônibus. Assim, mesmo um turismo consegue se desclocar sem grandes dificuldades. Achei isso fantástico e pensei "por que não adotamos isso aqui no Ceará?". =)
Abraços,
Camila.
Estava tentando confirmar essa sua observação. Mas em todos os pontos que passei em pontos de ônibus, eu não vi esse mapa com linhas de ônibus.
Pela os pontos que eu vi, tem apenas nas linhas de metrô, não de ônibus.
Mas vou tentar andar mais para ver.
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