Com um som danificado e um elevador ameaçando falhar, a aula de ginástica foi feita no escuro e sem música. Até o vento natural parecia movimentar-se devagar, talvez acreditasse que era o ventilador do mundo e precisava de energia para funcionar.
O ocorrido no início da noite de ontem não foi como a queda de energia do último sábado, dessa vez o breu parecia ter acontecido somente no salão do meu edifício. A luz ia se apagando aos poucos e as sombras refletidas nas paredes lembravam reflexos nos espelhos.
Antes de começar os exercícios, acrescentei um quilo nas minhas caneleiras, mas acredito que a mente não registrou, apesar do corpo ter sentido no momento. Acordei e não notei nenhuma dor física a mais. O cansaço pela manhã estava extremo, entretanto, a culpa foi das minhas inquietações da noite passada.
Comprar uma passagem nacional no site de uma companhia aérea já é desgastante, mas comprar uma internacional é pior ainda. Enquanto escrevia os meus dados, tudo parecia tender para o errado. Por ironia do meu destino de voo, lembrei da frase "Houston, we have a problem". Foi quando resolvemos pedir uma informação por telefone, que a salvadora do Texas pareceu diminuir todas as minhas agonias e ansiedades.
Enquanto eu não estiver com o bilhete na minha mão, não me dou como tranquila. Principalmente, se apenas vier a cobrança e nada de número de embarque. Depois disso, finalmente dou paz aos meus nervos e já me sentirei metade de mim na América do Norte.
O ocorrido no início da noite de ontem não foi como a queda de energia do último sábado, dessa vez o breu parecia ter acontecido somente no salão do meu edifício. A luz ia se apagando aos poucos e as sombras refletidas nas paredes lembravam reflexos nos espelhos.
Antes de começar os exercícios, acrescentei um quilo nas minhas caneleiras, mas acredito que a mente não registrou, apesar do corpo ter sentido no momento. Acordei e não notei nenhuma dor física a mais. O cansaço pela manhã estava extremo, entretanto, a culpa foi das minhas inquietações da noite passada.
Comprar uma passagem nacional no site de uma companhia aérea já é desgastante, mas comprar uma internacional é pior ainda. Enquanto escrevia os meus dados, tudo parecia tender para o errado. Por ironia do meu destino de voo, lembrei da frase "Houston, we have a problem". Foi quando resolvemos pedir uma informação por telefone, que a salvadora do Texas pareceu diminuir todas as minhas agonias e ansiedades.
Enquanto eu não estiver com o bilhete na minha mão, não me dou como tranquila. Principalmente, se apenas vier a cobrança e nada de número de embarque. Depois disso, finalmente dou paz aos meus nervos e já me sentirei metade de mim na América do Norte.









