sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Encontro com Pedro Mariano [e orquestra]

Enquanto mente e corpo estão enfervecidos, aproveito esse momento para descrever minha primeira experiência com Pedro Mariano. Não conhecia seu rosto, nome, voz ou muito menos suas origens. De um convite inesperado, veio a oportunidade de enfim ter o nosso primeiro encontro.

O Anfiteatro do Dragão do Mar foi o cenário escolhido. Não sabia ao certo se seria o lugar ideal, afinal, não havia como manter o ambiente da plateia em completa escuridão, o que permite um envolvimento maior com o palco - na minha opinião. Engano meu. Não foi preciso nem penumbra, muitas vezes. 

A intimidade rolou, transbordou, durante as duas horas de show. Cada verso cantado e interpretado, cada sentimento demonstrado nas expressões e nos gestos, dava um sentido a mais para a música escolhida. O acústico é o meu estilo favorito, mas agora está empatado com o acompanhamento de orquestra. Esse formato também permite que a letra seja melhor escutada, traduzida, refletida. Faz as canções já conhecidas penetrar mais na mente, na alma. E da lista, minha favorita, sem dúvida: "Você", de Roberto Carlos. Fez o arrepio da pele decorrer da canção e, não do vento que batia no peito e nas costas. 

Para completar, uma conversa e uma piada ou outra entre as faixas do espetáculo fazia parecer que ele estava entre amigos - todos próximos, de longas datas. Desde frases como "vento me possua" a "a próxima música quem tem o meu DVD vai saber qual é", acompanhadas de risadas e ironias. 

Tinha pensado em ficar em casa, dispensar o convite. Graças, pensei duas vezes e escutei minha mãe. Abri minha mente e coração para o novo, afinal mal não iria fazer perder duas horas se o show fosse ruim. Porém, o desconhecido fez da subtração uma adição. Eu ganhei um novo artista em meu som do carro, para acalmar-me nos dias de caos no trânsito, para deleitar-me sempre uma vez mais com a belíssima interpretação de "Você" também nos dias tranquilos nas ruas de Fortaleza.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Bum-Bum-Bum Tim-Tim-Tim

O título Castelo Rá-Tim-Bum em si já faz a infância de muitos retornar à mente. Combinando o nome a vinheta de abertura e aos elementos cênicos, então, é um mergulho profundo na década de 90. A porta, com o Porteiro de lata, é um convite para resgatar as lembrança. Ele não faz charada nenhuma, como de costume nos episódios, porém a sua voz e a tradicional frase "Klift Kloft Still, a porta se abriu!" são ditas em alto bom som, para deixar a experiência o mais perto da realidade.

Quando entramos, uma linha do tempo explica quais foram os programas dedicados à grade infantil da TV Cultura e, diante disso, entramos em uma "máquina do tempo", podendo estar em contato com figurinos e personagens originais utilizados no programa, como o Gato Pintado, a cabeça do Mau, o par de sapatos "gêmeos" Tap e Flap, entre outros. 

Alguns episódios e músicas - como Lavar as mãos - foram ativadas na minha memória, mesmo que eu tivesse apenas quatro anos, quando tudo começou. Todos os detalhes foram vistos com tanto carinho, tanto saudosismo. O engraçado é que, na época, muito era visto com encanto, apesar de ser consciente na época que gatos não falavam. Mas, ver que o Gato Pintado era feito de espuma e o Mau de E.V.A foi incrível. Era feito de forma simples, aparentemente sem grandes mistérios, e mesmo assim, parecia impecável na televisão.

A exposição toda foi dividida em várias seções, entre sala de estar, cozinha, quarto do Nino, Lustre, laboratório do Tíbio e Perônio, quarto da Morgana, entre outras áreas dedicadas aos passarinhos, a Caipora e ao Etevaldo, por exemplo. Mas, confesso, sinceramente não lembrava em nada da oficina do Tio Victor. Tantos detalhes deixei passar, como o nome do Telekid - eu nem sabia que aquele personagem que dizia "por que sim não é resposta" tinha nome, no entanto lembro até hoje desse bordão.



Em resumo, foi maravilhoso ver os bastidores, saber um pouco sobre processo criativo e construção de cada roupa e cenário, curiosidades de como tudo foi elaborado e ver que tudo - em sua base - foi simples, porém que resultou em algo grandioso, que interferiu - de forma positiva - na educação de muitas crianças, inclusive na minha. Às vezes, não elaboramos um projeto ou uma peça de teatro, por exemplo, por falta de verba, mas com ideias e força de vontade, é possível.

Saber que não tiveram retorno financeiro e gravavam muitas vezes no calor de um estúdio fechado, entre outras empecilhos, e ainda assim não faltou vontade de continuarem no projeto, foi muito inspirador e motivador. Amei a oportunidade de entrar mais uma vez - agora pessoalmente - nos encantos do Castelo Rá-Tim-Bum e, mesmo com todo esse tempo, continuar aprendendo com eles. Obrigada! 

domingo, 11 de outubro de 2015

Ao resgate do urso [☑]

Este é um exemplo de quando a publicidade vai muito além da divulgação de um produto e inspira a reflexão da própria vida. De todos os assuntos, esta mostrou que você pode ir muito além para conquistar o que se quer, mesmo que seja só a atenção de uma possível alma gêmea. Muito lindo e criativo, seja na versão completa disponível na internet ou em pouco tempo na televisão. 

sábado, 8 de agosto de 2015

Super-herói disfarçado de pai [☑]

Na sala de embarque, o maior anseio é chegar ao destino, principalmente se este for retornar aos braços da família, ao calor da saudade. A sensibilidade já está a flor da pele, enraizada na alma. Juntando esse cenário com uma dose de emoção, para piorar com um toque de surpresa, então é choro na certa: para quem está nessa situação e para quem assiste tudo de pertinho. Foi assim que senti ao ver essa homenagem linda e, para completar, só penso em perguntar para um conhecido que está no vídeo aquele clichê de programa policial: "qual foi a sensação", apesar de já saber a resposta, mas querer saber do próprio homenageado.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Parada obrigatória na Avenida Q

Fui parar na Avenida Q, onde a qualidade da interpretação e voz dos atores e do material cênico fazem esquecer por um momento de qualquer pudor guardado no peito com relação ao texto literalmente - como promete - politicamente incorreto. 

Sentei na cadeira com a mente aberta e sem nenhum conhecimento prévio sobre o enredo. Esse foi o primeiro temor: será que vou entender a história ou vou criar alguma afinidade sem ter nenhum vínculo anterior formado? Enfim, não foi preciso para compreender e ainda querer acompanhar o desfecho por inteiro da história de Princeton, um recém formado que está procurando um rumo na vida. Até mesmo quem não gosta muito de musicais consegue se envolver em cada canção, que sempre tem uma pitada ácida e de humor.

E as vozes dos atores, então, é tão limpa, suave e de fácil compreensão da letra - elementos essenciais para melhor entender o contexto e a relação da música com a cena em questão. Para elevar a qualidade: músicos tocando ao vivo cada uma das melodias. Já a voz nos diálogos, é incrível a mudança quando um mesmo ator encena com vários personagens. A mudança mais drástica, digamos assim, é com o ator que interpreta os bonecos Trekkie Monster, Nicky e Ursinho do Mal.

Outro ponto: quando vi bonecos no cartaz, não sabia o que esperar. Gosto de fantoches, mas indaguei comigo se o cenário seria bem reduzido devido a isso, como os fantoches típicos de minha infância. Bem, houve o oposto. O palco estava arrumado para um espetáculo e a manipulação do boneco pelo ator, podendo ver ainda todo o trabalho de corpo e de expressão facial, complementou e deu mais sentimentos a cada palavra "dita" pelos personagens.

Enfim, é assistir para analisar com os próprios olhos. Infelizmente a turnê é curta e as apresentações acabam no último domingo deste mês no teatro do Shopping Via Sul. Mas, sobrando um tempinho, eu super recomendo Avenida Q, a qual cruza a rua do humor com sarcasmo (inclusive com indiretas leves de críticas políticas). 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Em nossa casa [☑]

Sou daquelas que mais vejo o conteúdo do comercial do que me atento ao produto comercializado ou à marca a qual está fazendo a publicidade. Às vezes chego a lembrar da história de muitos comerciais, mas nem lembro que foi responsável por elas. Por exemplo, na campanha do Dia dos Namorados, amei a da Renner. Porém, só hoje, procurando na internet para copiar aqui no Palavras ou Máscaras, que me atentei que se tratava de uma loja de roupas e que eu recentemente coloquei outra dela no Dia das Mães. Não sei se isso é bom ou ruim, o fato de não lembrar da marca, mas pelo menos de alguma forma ela está sendo lembrada. Foi tão bonito e diferente a declaração de amor. Pareceu bem natural e real, como uma novela (sem ser a mexicana).

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Simpatia que transborda [✍]

A ficção às vezes marca parte de nossas vidas, seja preenchendo o tempo livre, seja tornando-se parte de diálogos, discussões e emoções. Da história construída, alguns personagens destacam-se mais do que outros, virando o favorito, àquele que o inspira, motiva ou de certa forma mexe com você. Depois de acompanhar, seja em filme, novela ou seriado, o ator vira muitas vezes ídolo ou desperta apenas um carinho especial por você.

Eu tenho os meus favoritos da ficção, aqueles que dou uma chance ao longa-metragem mais pelo artista do que pelo enredo em si. Depois de tanto estar "perto", com a distância de uma tela (seja ela grande ou pequena), parece até que uma intimidade, um vínculo entre os dois foi criado. Após isso, a ideia de ter algum contato com essa pessoa parece ser algo de outro mundo que, se por ventura acontecer, será um encanto na vida.

Pois bem, tenho meu sonho de encontrar a Marisa Monte, além do Maurício de Souza (que me inspirou e motivou a ler desde sempre) e por que não a Xuxa para satisfazer a minha criança interior. Esses teriam um gosto especial. O Luciano Bruno já foi riscado da minha lista e, posso dizer, de uma forma surpreendente com uma entrevista exclusiva, a qual ainda estou devendo para o Palavras ou Máscaras. 

Outros artistas também passaram pela infância, adolescência e agora juventude. Um deles foi a Deborah Secco. Ela era uma das minhas favoritas no Confissões de Adolescentes que assistia sempre ao lado de minhas irmãs. Depois passei a acompanhar algumas das suas novelas na Globo, sempre muito realista em cada personagem criado e vivido. Admirava a sua competência e imaginava que ela era simpática na vida real, como aparentava ser na ficção.

Bem, não me enganei. Em uma oportunidade durante uma festa, deparei-me com ela na multidão. Não resisti e me aproximei. Falei que tinha acompanhado o seu trabalho como a Carol no seriado e que eu adorava o trabalho dela.  Não sei se por educação ou por naturalidade, ela, muito gentilmente, falou que até hoje também assisti o seriado e foi muito simpática. Eu dei um abraço bem apertado, como se fossemos velhas conhecidas, e lógico fiz a tradicional foto de fã. 

É muito bom quando a expectativa criada corresponde com a realidade. O mesmo aconteceu com Gilberto Gil. Sinceramente, não sou de escutar muito suas músicas, mas reconheço a dimensão do seu talento. Ele parece e realmente é muito calmo, no comportamento e na fala. Sem esperar muito, fui na cara e coragem propor uma entrevista rápida com ele. Deu certo. Ele aceitou. Depois disso, ele ganhou mais uma admiradora fiel pela forma como me tratou. Já a matéria, em breve no Guia Automotivo.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Uma peça faltando

A cada retorno para casa, vem a questão: a bagagem retornará da mesma forma que chegou? Sempre fica aquele sentimento de que esqueci alguma coisa. Além de verificar o quarto quase três vezes antes de fechar a portar e seguir para o check out, comecei a seguir algumas rotinas. Primeiro, assim que tiro a roupa usada já guardo na mala. Nada fica fora dela, a não ser que eu já vá usar em seguida. Não seja ingênuo de sair pendurando coisas no armário, a não ser que seja para uma blusa ou vestido especial, para não amarrotar, mas tão logo use, guarde prontamente.

É uma lógica simples, quanto menos fora, mais difícil ser esquecido. No caso dos acessórios retirados para dormir, por exemplo, deixe ao lado da cama ou todos reunidos em um único espaço. Quando dispersos, é mais fácil ter uma ovelha desgarrada que nunca mais voltará ao rebanho. Os itens do banheiro, a mesma regra: tudo no mesmo canto da pia.

Ao fim de tudo, ainda que não tenha usado o guarda-roupa, cheque cada uma das gavetas e espaços dos outros armários. Já ouvi histórias de camareiras que escondem as coisas dos hóspedes, como carregador de celular, para que eles sejam esquecidos e elas possam pegar depois. Assim, a culpa será do cliente e não crime dela. Por segurança, veja tudo. Quando vou embora no dia seguinte da minha chegada, eu dispenso o serviço de arrumação de quarto ou de dobrar os lençóis para eu dormir. É uma preocupação a menos saber que não permiti ninguém entrar no meu quarto, então quando é violado eu questiono quanto às intenções de seus funcionários no meu espaço. Saiba que não é nada incomum, infelizmente, ter casos de subtração de objetos. Então, levo muito a sério a plaquinha de "não perturbe".

Para completar, dê uma olhada geral com calma, um pouco antes do horário final do check out. Graças, nos anos de viagem pelo jornal e por turismo pessoal, nunca esqueci nada. No entanto, quando vou para casas de amigas, é bem comum o deslize. Quando a gente acredita que pode retornar ao local, sem problemas, para retomar o objeto, descuidamo-nos. Dá uma tranquilidade, faz a gente relaxar nessa rotina tensa de cuidados, mas é tão chato esquecer.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Mala aberta

A bagagem provavelmente é o maior oponente da mulher em uma viagem. Quanto é suficiente? E se eu não gostar de nenhuma opção da mala durante a viagem? Por que não coloquei aquele sapato, bolsa ou casaco que combinava perfeitamente com essa roupa? Essas são só algumas dúvidas que permeiam a cabeça antes e durante a viagem e fica pior quanto maior a duração fora de casa.

Com as minhas constantes idas a lançamentos basicamente em São Paulo, tive de aprender a ser objetiva. Até porque levo apenas uma bagagem de mão que, teoricamente, deve ter cinco quilos ou menos. Para meu espanto, às vezes consigo manter abaixo do limite. Um dia cheguei a levar apenas uma mochila, acredita? Para conseguir esse milagre, vejo a programação do evento e organizo qual a melhor roupa, tentando deixar o mesmo sapato para todos (o que já vou ao aeroporto) ou, então, uma opção extra mais formal na mala.

Como geralmente a minha viagem é ir em um dia e voltar no outro, no quesito roupa, tento seguir o mesmo esquema de aproveitamento. A mesma calça que vou ao aeroporto é a do test-drive, levo duas opções para a parte de cima (para decidir pelo meu humor, claro, sou mulher, preciso de opções) e geralmente vestido para o jantar com os jornalistas de noite, por ser leve, feminino e perfeito para ocasiões formais ou não. Se tiver espaço, coloco mais uma calça, assim, se sujar eu tenho um plano B. 

Mas, claro, isso é quando eu quero ser bem objetiva e não pensar muito. No entanto, quando eu quero incrementar para mudar um pouco para gravar para televisão, eu demoro mais do que os meus costumeiros dez minutos. Além disso, coloco ainda os acessórios na bolsa de mão, como brincos, colares e anel, para não pesar mais na mala, mais a maquiagem, claro.

Se a viagem é mais longa, sigo a mesma ideia de imaginar quais serão os locais visitados. Pelo menos os já planejados para ir. E, claro, qual será o clima enquanto estarei por lá. Ai tenho como base quantos shorts e calças devo levar, assim como blusas. Geralmente levo no mínimo o dobro de blusas para cada parte de baixo. Eu AMO vestidos, então coloco alguns também como peça chave para usar manhã, tarde ou noite.Os longos principalmente são bons para qualquer momento. A dica é colocar no papel para não esquecer de nada e ver o que pode ser repetido.

domingo, 26 de abril de 2015

Guia Automotivo #NaTV [58]

Assim como o Guia Automotivo, a fábrica da Nissan comemora um ano de existência e nós fomos ver de perto o que mudou nesse período. Embarcamos também para ver e testar o primeiro Chery Celer feito no Brasil. E ainda no quadro "Meu carro, minha vida", mostramos a relação do músico Amaudson com o seu Del Rey.  



quarta-feira, 22 de abril de 2015

É de nós dois [☑]

Sem tempo algum, porém continuo apaixonada em observar os comerciais entre uma programação e outro. Na última semana, ou até antes, já começaram os comerciais em especial para o dia das mães. O melhor é quando não tem nenhum produto ou compra envolvida, quando a mensagem de amor a sua genitora, palavra como bem gosta de expor formalmente o meio jurídico, basta a publicidade. Assim foi com a marca Renner. Simples e encantador. Não sou mãe, ainda, mas bem gostaria de ter uma declaração dessas do meu filho.

Japonês elétrico no Brasil

O caderno AUTO testou o elétrico da Nissan que já tem mais de 150 mil unidades vendidas, mas é inacessível no Brasil

É possível aliar conforto, tecnologia e zero consumo de gasolina em um único automóvel? Por meio dos carros elétricos é possível. No entanto, é quase impossível - de tão inviável ao bolso - vê-los circular pelas vias brasileiras. Em plenas comemorações de um ano da fábrica da Nissan, em Resende, o AUTO aproveitou para testar o Leaf, modelo elétrico da marca japonesa.

Lançado nos Estados Unidos e no Japão em dezembro de 2010, e na Europa no ano seguinte, o modelo contabiliza mais de 150 mil unidades vendidas em todo o mundo. Em solo verde e amarelo, ele está longe de ser adquirido nas concessionárias. O preço convertido e somado aos encargos seria em torno de R$ 200 mil.

O design acompanha os traços esportivos presentes nos carros compactos. Em termos de segurança, vem de série com as comuns letras: EBD (Assistência eletrônica de distribuição de força de frenagem), BA (Assistente de frenagem) e freios ABS. Além disso, tem direção com assistência elétrica progressiva, airbags laterais tipo cortina, controles de tração e estabilidade, fora cinto de três pontos aos cinco ocupantes.

Para incrementar, tem como opcionais os faróis de neblina, câmera de ré, painel solar no spoiler traseiro e faróis com acendimento automático.

Quem quiser no mínimo entrar e dar uma voltinha como passageiro, pode tentar encontrar um dos quinze táxis que rodam na capital do Rio de Janeiro, alguns saem do aeroporto. Neste mês já são dois anos desse projeto que, durante esse período, teve toda frota rodando cerca de 900 mil quilômetros sem emissões de poluentes.

Se comparado a um carro de porte médio com motor a gasolina rodando a mesma distância, cada táxi elétrico evitou que fosse despejado na atmosfera, por exemplo, nove toneladas de CO2. Segundo a montadora, somando todas as unidades que atendem a população e turistas na cidade, em apenas um ano, foi evitada a emissão de mais de 135 toneladas de CO2. Quer outra opção? O mesmo projeto está em prática com dez táxis em São Paulo. Infelizmente, não há em Fortaleza.

Ficha técnica

Motor/BATERIA: 80 kW AC motor síncrono / 24 kWh Bateria lítio-Ion / 3.3 kW Onboard Charger / 120 V Portable trickle charging cable / 240 V Home charging dock
Potência: 110cv
Torque: 28,4 kgf.M
Velocidade máxima: aproximadamente 145km/h
Desempenho: 160km (pode ser recarregado em carregadores caseiros em até quatro horas)
Rodas: liga de alumínio 16"
Equipamentos: direção com assistência elétrica progressiva, airbags laterais tipo cortina e controles de tração e estabilidade

domingo, 12 de abril de 2015

Guia Automotivo #NaTV [56]

Nesta edição, um pouco mais de off road no mercado automotivo. Chegou a vez da Peugeot mostrar a sua opção nesse segmento que vem trazendo mais novidades e mudanças em seus modelos. É o crossover 2008 que testamos em Porto Seguro, na Bahia. Confira ainda um alerta quanto a deixar crianças, pequenas ou de maior idade, dentro do carro. E tem também o quadro "Meu carro, minha vida" com um apaixonado por chevette. 



domingo, 5 de abril de 2015

Guia Automotivo #NaTV [55]

Nesta edição apresentamos dois lançamentos: a Mercedes GLA 250 e o Renault Duster, o qual mudou para brigar em seu segmento já que agora está mais concorrido com a vinda do Jeep Renegade e Honda HR-V. Veja também uma ação da Honda que foi feita na Praia do Futuro, aqui em Fortaleza.



domingo, 15 de março de 2015

Guia Automotivo #NaTV [52]

O lançamento do Mini de cinco portas é grande destaque neste programa. Fugindo um pouco do mundo dos automóveis, fui testar uma escavadeira e ver se realmente a sua direção é tão fácil quanto a de um carro. Para completar, veja os cuidados necessários com a paleta do para-brisa.





domingo, 1 de março de 2015

Guia Automotivo #NaTV [50]

Nesta edição tem dicas de como escolher o melhor assento infantil para colocar no seu carro, seja para adequar-se melhor ao seu filho, como ao seu bolso. Veja como velhos hábitos na direção podem até prejudicar peças do automóvel. Além disso, traz os itens que tornam os seguros mais altos. 



domingo, 22 de fevereiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [49]

Nesta edição, eu fui para São Paulo acompanhar o lançamento da linha 2016 do Fiat Bravo, que vem com uma nova versão: a Black Motion. Falando em novo integrante, a Honda apresentou o novo Civic 2016 que traz de volta a EXR, versão top de linha que estava ausente no ano anterior. Além disso, veja ainda dicas de como lavar sozinha o seu carro.



domingo, 15 de fevereiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [48]

Também tem carnaval no Guia Automotivo. Os carros antigos e os seus donos puseram as fantasias e saíram por dois dias para curtir a folia. A primeira ocasião foi o "Carnaval dos Antigos" no Museu do Automóvel e a segunda foi a saída do bloco "Empurra que ele pega". Além disso, confira os detalhes da futura fábrica de automóveis da Mercedes em Iracemápolis, no interior de São Paulo.



domingo, 8 de fevereiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [47]

Sabe aquelas dicas passadas por geração para economizar combustível? Pois pode esquecer. Grande parte é falha para os modelos de carros atuais e, para piorar, pode até danificar componentes do veículo. Por isso, confira esta edição do Guia Automotivo, que traz também a linha 2015 do Audi A4 e A5 os quais chegam com motor mais econômico.





domingo, 1 de fevereiro de 2015

Quem dá mais por um Doritos? [☑]

Oi? Super Bowl? Decidir o campeão da temporada do futebol americano é só um detalhe. Eu gosto mesmo é dos comerciais feitos especialmente para os intervalos desse jogo. Geralmente entre os favoritos da minha lista fica os da marca Doritos. Vou colocar dois que, dentre os que concorreram para a noite de hoje, uniu criatividade com bom humor (sem apelar para coisas nojentas, como um que teve gente tossindo no saco de Doritos).



Guia Automotivo #NaTV [46]

Fui conhecer a picape que pertenceu ao Seu Lunga, que carrega muita história em sua carroceria. Além disso, o Guia Automotivo deu uma passada no "Lá Fora" para conhecer esse movimento de food truck que veio para estacionar em Fortaleza. Veja isso e mais nesta edição. Lembrando que as reprises agora são às terças-feiras às 21h.





quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Entre os causos do "Seu Lunga"

Do primeiro contato na adolescência a compra na maturidade. Aos 52 anos, Carvalho circula com a picape "Lunga"

Com uma dose de mau humor e uma pitada de ironia, a frase do desenho foi dita por Joaquim Santos Rodrigues, conhecido como "Seu Lunga". Foi em resposta a uma solicitação do colecionador Antônio Carvalho, que teve direito a receber até uma "batida" do telefone ao final da conversa.

Contextualizando: o veículo do "Seu Lunga", antes de ser vendido, passou um bom tempo parado. A razão, segundo contam, é que foi preciso fazer uma obra pública em que os carros no entorno tinham de ser retirados da garagem ou, então, ficariam presos pois sua saída seria bloqueada. Bem, seguindo o lema "o carro é meu, faço o que quero", ele não tirou o veículo de casa. Resultado: ficou trancado.

Quando vendido, encontrava-se com muita ferrugem e outros problemas. Sobrou ao proprietário Antônio Carvalho fazer a restauração e fazer o Jeep do "Seu Lunga" rodar novamente.

Das mudanças, primeiro trocou o motor, o qual não era original. Então, de seis cilindros passou para quatro. As lanternas de plástico, colocou de vidro, também original, além de outros artigos, como volante.

No entanto, em um item houve dificuldade. Antônio precisava do semieixo do diferencial dianteiro original. Não encontrando no mercado, resolveu ligar para "Seu Lunga" e perguntar se ele não tinha a peça em seu domínio, para tentar resgatar. No final, ele ficou sem a peça e ainda teve de ouvir "eu vendi foi o carro, não foram as peças".

Essa é um dos poucos itens que não é original no veículo. Antônio ainda acredita que deve estar entre as sucatas da loja de "Seu Lunga".

A primeira restauração durou cerca de um ano e seis meses. No entanto, nessa momento foi feita uma militarização. Ano passado, apenas, Antônio resolveu retomar o aspecto original. Essa segunda restauração durou oito meses, terminando há poucas semanas. Está praticamente da forma como era antes.Conseguiu o painel da época, inclusive tem ainda o manual do automóvel.

Vida entrelaçada

A picape está em Fortaleza desde 2000. Sem nenhuma alteração, passou pelas mãos de dois donos antes de estar na posse de Antônio em 2003. "Quando uma coisa tem de ser da pessoa, roda, mexe e vira e acaba chegando na mão dela", pontua o colecionador.

Acontece que a história dos dois é mais antiga. Ainda quando era adolescente, foi até Juazeiro do Norte, acompanhando a mãe que precisava pagar uma promessa. Lá, deparou-se com um Jeep Willys 1951, semelhante com o modelo 1942 de seu pai. Ao procurar, soube que pertencia ao "Seu Lunga" e chegou até a comentar com a mãe: "olha, é da mesma raça da do papai".

Na época, a pouca idade tornou impossível cogitar a compra do carro. Porém, quatorze anos e duas restaurações depois, ele pôde finalmente circular com o "Jeep Lunga".

Algumas propostas foram feitas para vender o seu veículo. Entre alguns "nãos" e de taxar preços acima do mercado, a fim de evitar desfazer-se do carro, eis que um parente do "Seu Lunga" aparece na cidade. "O primo dele veio aqui em Fortaleza para fazer a proposta para compra. Mas, na época eu não queria vender. Aliás, ainda não quero", confessa. Essa afinidade, na verdade, estende-se a toda linha Willys. "Eu praticamente nasci dentro de um Jeep. Eu era louco, sempre fui louco pelo Jeep", completa Antônio.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [45]

O Guia Automotivo esteve presente no primeiro encontro do Eusébio Classic Car. Diferente dos grupos de carros antigos convencionais, com reuniões mais fechadas a membro, a proposta do novo clube é ser aberto a todos os amantes de carros antigos. Então, com o Eusébio Open Mall de palco do encontro, o encontro contou com integrantes e seus familiares, além de ser aberto ao público em geral. Veja mais informações e detalhes da reunião no terceiro bloco do programa. 





quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Carros antigos no Eusébio


O município agora tem o Eusébio Classic Car. O clube tem os encontros abertos ao público no 3º sábado de cada mês

O Eusébio Classic Car começou grande. A fundação foi dia 20 de dezembro do ano passado. Na data, quem estivesse presente, e desejasse, poderia cadastrar-se para ser sócio-fundador. Um total de 112 colocaram o nome na lista de interessados. E esse número continuou a crescer.

Quatro semanas depois, mais precisamente no último sábado (17), houve a primeiro reunião. Nada de uma ocasião particular, fechada aos integrantes do grupo. A reunião foi um verdadeiro encontro, aberto a sócios, seus familiares e público em geral. E, a pretensão, é continuar sempre com esse formato nas próximas edições, em todo terceiro sábado de cada mês.

A partir das 15h já havia carros estacionados na área do shopping ao céu aberto no Eusébio. O esperado era receber somente 40 automóveis. Ao longo do dia, a previsão aumentou para 80 unidades. Ao final do evento, foram contabilizados um total de 106 veículos. "Como primeiro encontro foi um sucesso porque nós conseguimos agregar dos vários grupos de Fortaleza, pelo menos uma parte de cada um. Então, o pessoal do Opala trouxe uns 10 carros, do Volks e do Jeep também. Cada um colaborou e hoje com certeza é um dos maiores encontros de carros antigos do Ceará", pontua Dennis Wolfgang, colecionador e um dos diretores do grupo.

Já a inscrição para sócios-fundadores, que se mantinha aberta até o encontro, a lista havia aumentado para 140 nomes. A intuição era aumentar ainda 10 naquele dia. Bem, fechou pouco a mais dessa margem. São agora 155 sócio-fundadores. Destes, 21 fazem parte da diretoria.

"Nós já somos hoje o maior clube de carros antigos do Nordeste do Brasil", declara o colecionador e presidente do clube, Arnóbio Tomaz.

Para vincular-se ao clube, a inscrição pode ser feita gratuitamente. Não é obrigado possuir alguma antiguidade na garagem. A exigência é ser um legítimo amante de carro antigo.

Início

Arnóbio há três anos reside no Eusébio e cerca de outros vinte colecionadores, dos que ele conhece, também. Diante disso, e percebendo que não havia nenhum grupo formal voltado aos carros antigos, resolveu encabeçar um.

Primeiro, havia somente a ideia, no entanto não existia um local com a estrutura almejada para receber os futuros sócios.

Por isso, com a chegada ao município do shopping Eusébio Open Mall, era a oportunidade que esperava para colocar o desejo em prática. Assim, engatou a primeira do projeto e acelerou os planos de fundar o Eusébio Classic Car.

"Meu sonho era fundar esse clube e agora foi realizado esse sonho", expõe Arnóbio.

Shopping de Fortaleza abre local para exposição de carros antigos

Logo no primeiro piso, na entrada principal do RioMar, é possível ver um Impala 1963 vermelho estacionado em frente às escadas rolantes. Assim como ele, outros dois carros estão espalhados pelo shopping.

Eles não estão por acaso no local, são apenas um dos quarenta que estão na primeira edição da Mostra RioMar de Automóveis Antigos, sendo uma ótima alternativa para quem perdeu o encontro do Eusébio Classic Car.

Para ir à exposição, basta subir alguns lances de escadas. No terceiro piso, próximo a praça de alimentação, as pessoas sentem-se a vontade para retirar as câmeras e registrar o momento.

Entre os alvos dos flashes está o modelo mais antigo do evento: o Ford 1928, conhecido como Ford bigode, devido ao desenho na tampa do radiador.

Inclusive, é possível levar um exemplar dele para casa. Acontece que no local foi montada uma estrutura para a venda de miniaturas. O estande conta com cerca de 4.800 unidades.

Muitos dos modelos vistos na mostra é encontrado em escala menor, como várias versões do Fusca e o Dodge Dart 1973.

Além disso, o quiosque conta também com algumas miniaturas que são verdadeiras raridades, como dois caminhões Mercedes-Benz de 1965 e 1966, um Ford 1974 e um caminhão da Chevrolet 1974.

Estacionados

Estão ainda em exibição os modelos: Bel Air 1953, Puma Spider 1972, Dodge 1952, MP Lafer 1978, DKW 1962, Variant 1973, Corcel 1974, entre outros.

Da relação, os mais "novos" é a Kombi Hot Rod 1997 em preto fosco e o Fusca 1994 vermelho, o qual foi a última leva produzida do modelo.

A exposição começou no último domingo (18) e continua até 7 de fevereiro. Ela segue aberta ao público gratuitamente, sempre no horário de funcionamento do shopping, de segunda-feira a domingo.

Não esqueça de usar o 4x4

Comprou um carro off road e não usa o 4x4? Então, é possível ligar a tração nas quatro rodas no asfalto, mas antes é preciso seguir orientações

É melhor manter quieto o que não se conhece. Verdade ou mentira? Com relação aos assuntos automotivos, é mentira. Mas, muitos motoristas preferem não mexer no que não sabe, isso é muito frequente com o 4x4.

Não é nada raro casos de proprietários de carros off road que não põem ou nem ao menos tem previsão de pôr as rodas do veículo em uma duna ou trilha. Assim, o 4x4 fica inerte.

Antigamente, relembra Cláudio Holanda, proprietário da Sertões Off Road, quando todo o sistema era mecânico, não havia tanto problema. No entanto, com o sistema tornando-se cada vez mais eletrônico, a probabilidade de falhas é maior.

Para não dar margem ao erro, para não facilitar, é importante seguir um - digamos - ritual mensal, "para que o sistema funcione, os rolamentos se lubrifiquem e os equipamentos não fiquem parados em uma mesma posição", completa.

Primeiro passo

Mas, antes de iniciar o exercício, você sabe em qual símbolo deve engatar para funcionar o 4x4? Pois bem, normalmente, a manopla vem com as seguintes siglas: 2H, 4H e N.

Primeiramente, o H é relativo a "high" (alto). Nesse caso, significa que o 2H é para altas velocidades andando com tração em duas rodas (4x2), sendo indicado para pista normal seca e em autoestrada. No outro caso, refere-se a alta velocidade com as quatro rodas tracionadas (4x4), ideal para condução em terrenos acidentados e com areia ou lama.

O "N" é a posição para usar quando o carro for levado por outro por reboque. "Senão as engrenagem ficam rodando. Isso dificulta o reboque e prejudica as peças da própria redução", explica Hailton Ribeiro, mecânico da Assef Car.

Alguns modelos ainda há o 4L, essa letra simboliza "low", ou seja, baixo. Ela é conhecida como "reduzida", sendo uma opção de muito torque e para baixas velocidades. Ela é indicada para subidas ou descidas íngremes e terrenos com muita lama.

Às vezes, essa letra apresenta-se assim: 4HL ou 4LL. Com essa forma combinada, o "L" a mais significa "bloqueada". Ou seja, a tração fica independente e, em momentos que alguma das rodas patina ou atola, há uma compensação por parte das outras; a força é transmitida para as outras rodas. É o que explica Hailton.

Periodicamente

Sabendo, agora, que deve acionar o 4H, antes de sair veja os quatro pneus. Eles devem ser iguais: mesmo tamanho, modelo e inclusive marca.

Quando for sair de casa, se o caminho a seguir for somente reto, então o 4x4 já pode ser acionado. Siga por 200m, cerca de dois quarteirões, ou até mais, para promover a lubrificação do sistema de tração.

Pode haver subidas e descidas, os buracos também não são empecilhos. Não há restrição quanto ao tipo de terreno e à velocidade, o único alerta é de não fazer curvas. "Se ele entrar numa rua com a tração ligada, o carro vai amarrar, vai prender. O motorista vai sentir uma certa dificuldade em desligar a tração; vai achar até que o carro está com defeito, e não é. Como ele não tem o diferencial central, para fazer a diferença entre os dois eixos, ele trava", ressalta Cláudio.

A ideia é repetir esse processo uma ou duas vezes por mês. O fato de fazer trilha esporadicamente não exime da possibilidade de ter falta de lubrificação nas peças posteriomente.

"O problema é o tempo em que vai ficar parado, não o tempo em que foi usado. A pessoa pode ficar um mês todinho usando direto, se ela passar três, quatro, cinco meses direto sem usar, pode ter problema", pontua.

Lembrete

Alguns modelos vem com sistema 4x4 integral ou permanente, simbolizada pelo 4WD. É o caso da Land Rover com Ranger Rover Evoque e Discovery e a Hilux com a versão top de linha da SW4. "Ou seja, ele já sai de fábrica com a tração nas quatro rodas; não tem a opção de colocar em 4x2, ele já é 4x4 de fábrica. A alavanca (ou botão) é para dar três outras opções: bloqueio, redução e neutro", acrescenta.

Consequências

O 4x2 não é afetado pela falta de uso do 4x4. Sendo assim, o proprietário só detecta, muitas vezes, quando há o problema em duas situações: quando vê-se na necessidade de usar a tração integral ou quando vai vender o carro e o comprador em potencial vai fazer o tes-drive antes da compra e o sistema não funciona.

No mínimo, será necessário desmanchar o sistema e fazer a lubrificação, sem prejudicar no futuro o seu uso nas trilhas. Um serviço desse na Assef Car é, em média, de R$ 320,00.

No máximo, é feita a troca do motor elétrico, o qual custa R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00 na Assef Car. Já o meio termo é a substituição de mangueiras ou sensores, o valor na Sertões Off Road varia de R$ 500,00 a R$1 mil. A mão de obra já está inclusa no preço.

Lembrando que mesmo fazendo o ritual de ligar o 4x4, é importante fazer uma revisão do sistema a cada três meses.

- Diário do Nordeste (Auto) -

domingo, 18 de janeiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [44]


Novas montadoras estão desembarcando no Brasil. Por exemplo, recentemente foram inauguradas plantas da BMW, da Chery. Com isso, vem uma questão: o que a vinda delas traz de vantagens aos clientes? Além disso, nesta edição do Guia Automotivo mostramos parte da GRANDE coleção de miniaturas de Augusto, que é aficionado pelo Batman e por miniaturas ligadas aos filmes e seriados de entretenimento. Tem desde os carrinhos da Corrida Maluca a exemplares que foram dirigidos por James Bond.  





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cuidados para evitar banhos de problemas

Além dos acidentes, a chuva pode acarretar problemas mecânicos; confira dicas para dirigir estando nessa situação

Em chuvas breves de cinco minutos ou em temporais de uma manhã inteira. Independente da intensidade, é importante alterar a maneira de conduzir o carro.

Alguns motoristas até subestimam as chuvas rápidas e mantém a mesma velocidade e forma de frenagem. No entanto, o potencial de acidentes é maior com elas. "Nos primeiros quinze a vinte minutos você tem aquela situação do asfalto estar um pouco escorregadio. A pista estava seca e, quando começa a chover, qualquer impureza na via ela fica mais escorregadia", ressalta o gerente de pós-venda da Newsedan, Wagner Calça.

Por isso, a primeira medida é reduzir a velocidade e estabelecer uma distância mínima segura do veículo da frente, além de ligar o farol baixo e, se tiver, as luzes de neblina.

Evite também áreas com alagamentos. Caso não seja possível, lembre-se de manter a aceleração e não trocar as marchas, "para o veículo não absorver água pelo escapamento e dar o calço hidráulico", acrescenta.

Para os modelos automáticos, a dica é a mesma. Segundo Wagner, alguns motoristas têm medo de pisar no acelerador, porém é importante manter a velocidade constante.

E se o carro "morrer"? Bem, não faça absolutamente nada, fique parado. "Se o motorista tentar ligar, a probabilidade do calço hidráulico é maior", completa. Para quem não sabe, esse termo significa quando o motor aspira a água.

Por isso, evite túneis ou áreas com maior volume de água. Outro cuidado é com as "ondas" criadas pelos automóveis vindos no sentido contrário.

"Essa marola, por mais que você esteja com o carro andando, ela pode vir na frente do veículo e ser aspirada pelo filtro de ar", lembra Wagner.

Se resolver estacionar e esperar a chuva passar, evite parar embaixo ou próximo das árvores, devido a possibilidade de relâmpagos ou da sua queda.

Direto para a oficina

Não seguiu as orientações e o resultado foi um calço hidráulico? Então é colocar o carro no reboque e ir direto para o conserto. Geralmente, o mínimo do serviço envolve a troca de pistões, de anéis, juntas do motor, bucha do comando, entre outras peças.

"Dependendo da intensidade do calço hidráulico, é preciso fazer reparação do motor, às vezes até com troca do bloco do motor, depende da forma como o cliente forçou o veículo dentro da água", pontua. Segundo ele, quando chega nesse caso extremo, como a troca do bloco, o custo para um carro nacional é de cerca de R$ 4 mil a R$ 5 mil. Sendo importado, o valor sobe para em torno de R$ 16 mil ou até mais, muito mais. Um serviço desse, se já houver a peça, demora uma semana.

Medidas preventivas

Em período chuvoso, é importante deixar alguns equipamentos em dia com a manutenção. O primeiro é o limpador do para-brisa, muitas vezes lembrado apenas quando vai ser usado. Devido ao pouco uso e ao clima de alta temperatura, a tendência é ressecar a borracha e prejudicar a sua função: a limpeza. É importante verificar a cada seis meses para ver se há necessidade de troca. "Às vezes, ela fica até um pouco 'grudada' no para-brisa, quando vai soltar, usar, ela fica um pouco presa", comenta.

Cheque também se todas as luzes dos faróis dianteiros e das lanternas traseiras estão em ordem. Claro, não esqueça de fazer a vistoria nos pneus, para ver se estão carecas ou perto do seu limite de uso.

"Ele liso já é perigoso e com chuva fica mais ainda, porque ele perde a aderência. Não há escoamento da água pelo pneu, ele fica sem aderência, comprometendo a frenagem e a rodagem do veículo", afirma Wagner Calça.

Dicas
  • Aumente a distância com o veículo da frente e diminua a velocidade
  • Mantenha a aceleração e não troque as marchas ao passar em locais com alagamento
  • Desista e não ligue o carro caso ele "morra" durante o tráfego
  • Evite os túneis e locais com maior volume de água
  • Cuidado com as ondas ou marolas formadas pelos carros vindos no sentido oposto da via
  • Estacione caso a chuva esteja muito forte, mas evite ficar embaixo ou próximo das árvores

domingo, 11 de janeiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [43]

A edição deste programa foi dedicada para o balanço geral das vendas de carros novos e usados, das novidades do sindicato dos despachantes e dos projetos do sistema Sincopeças/Assopeças. Confira com André Marinho também a despedida do TR4 e novidades no Salão de Detroit.





 
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