Nem todos os aplausos pude ofertar para retribuir minha admiração. A boca sempre aberta, pasma diante do encanto e da beleza dos movimentos, demonstrava minha emoção infantil de estar presente nesta mostra de arte.
Cada detalhe fora pensado. Enquanto a apresentação principal recebia o foco da iluminação e da atenção do público, personagens ao fundo compunham o palco, numa sincronia incrível e harmoniosa. Sons, movimentos e iluminação numa composição perfeita, que mesmo o mínimo erro tornar-se-ia ínfimo e desnecessário ser mencionado.
Beleza vinda do ar e da terra, num revezar de força e leveza. Todos pareciam invencíveis, imortais. No palco tornam-se personagens mágicos, nada de dores ou medo, ossos de elástico, alma corajosa. Tudo torna-se tão simples, tão natural, quando representam simplesmente o exemplo da dedicação e da confiança.
Impossível esperar o dia seguinte para descrever as imagens gravadas na mente. Não porque poderia esquecer por não ter fotografado durante e depois do espetáculo ou por não ter comprado lembranças, blusas ou outras aquisições ao final do show, exatamente pela necessidade de gritar, gesticular e exalar felicidade, êxtase e satisfação pela maravilhosa experiência de ver humor, movimentos corporais, coreografias minimalistas e sonoplastia, ligado a um significado. Nada é por acaso. Cada palavra pronunciada, material e coloração escolhida, passo e giro feito, o balançar de cabeça, a maquiagem, o modelo da roupa, foi tudo pensado, criado e produzido num jogo impecável da magia de um típico circo com a dinamicidade e riqueza da arte que não tem preço.
Ir a um espetáculo do Cirque du Soleil é certeza de qualidade. Sabia que iria gostar do Quidam, entretanto, tive um reação completamente inesperada, surpreendi-me muito mais do que pensava, emocionei-me como um criança em sua primeira visita ao circo, senti-me presenciando o impossível. Diversas nacionalidades ligadas pela paixão a arte, todos com seus talentos e carismas, nem uma expressão de tensão ou temor, tudo parecia ser calculado numa fórmula exata do sucesso e da certeza de muitos aplausos e da platéia em pé explodindo em graça.
Cada detalhe fora pensado. Enquanto a apresentação principal recebia o foco da iluminação e da atenção do público, personagens ao fundo compunham o palco, numa sincronia incrível e harmoniosa. Sons, movimentos e iluminação numa composição perfeita, que mesmo o mínimo erro tornar-se-ia ínfimo e desnecessário ser mencionado.
Beleza vinda do ar e da terra, num revezar de força e leveza. Todos pareciam invencíveis, imortais. No palco tornam-se personagens mágicos, nada de dores ou medo, ossos de elástico, alma corajosa. Tudo torna-se tão simples, tão natural, quando representam simplesmente o exemplo da dedicação e da confiança.
Impossível esperar o dia seguinte para descrever as imagens gravadas na mente. Não porque poderia esquecer por não ter fotografado durante e depois do espetáculo ou por não ter comprado lembranças, blusas ou outras aquisições ao final do show, exatamente pela necessidade de gritar, gesticular e exalar felicidade, êxtase e satisfação pela maravilhosa experiência de ver humor, movimentos corporais, coreografias minimalistas e sonoplastia, ligado a um significado. Nada é por acaso. Cada palavra pronunciada, material e coloração escolhida, passo e giro feito, o balançar de cabeça, a maquiagem, o modelo da roupa, foi tudo pensado, criado e produzido num jogo impecável da magia de um típico circo com a dinamicidade e riqueza da arte que não tem preço.
Ir a um espetáculo do Cirque du Soleil é certeza de qualidade. Sabia que iria gostar do Quidam, entretanto, tive um reação completamente inesperada, surpreendi-me muito mais do que pensava, emocionei-me como um criança em sua primeira visita ao circo, senti-me presenciando o impossível. Diversas nacionalidades ligadas pela paixão a arte, todos com seus talentos e carismas, nem uma expressão de tensão ou temor, tudo parecia ser calculado numa fórmula exata do sucesso e da certeza de muitos aplausos e da platéia em pé explodindo em graça.