Mostrando postagens com marcador Diário de bordo V. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diário de bordo V. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Seis horas de loja #4

Para não enjoar, intercalamos parques com compras na programação. O destino escolhido foi o Florida Mall. Com o transfer do hotel, ficou US$ 14,00 por trecho (ou U$S 16,00, não lembro agora exatamente quanto é, e seria US$ 12,00 se fosse apenas duas pessoas). Para duas pessoas, se você está hospedado ou pelo menos está perto da International Drive, a dica é pegar o nº42 do Lynx que vai direto para esse shopping por apenas US$ 2,00. Se você for pegar mais de um ônibus por dia, é interessante até comprar o ticket de US$4,50, que vale pelo dia inteiro independente de quantos ônibus for pegar.

Enfim, chegamos ao Florida Mall e logo decidimos ir para Ross, a qual realmente faz jus ao seu lema "Dress for Less". A orientação é ter muita paciência e não ter agonia da bagunça do local. Lá, sinceramente, quem procura, acha. Tem muitas marcas caras por metade do preço ou até menos.

A fama do local é que sempre tem uma pequena falha no produto. Não sei se é verdade, mas não custa nada revistar tudo antes de pôr no carrinho. Eu comprei uma mala da Swiss Gear, que costuma ser um pouco cara, por apenas US$ 79,00. Muito barato! Então, compensa garimpar na loja.

Quanto às roupas, vejo mais opções boas para os homens, já para as mulheres eu fiquei louca pelos vestidos longos, mas não são de marca. As bolsas também são outro achados, existem muitas de marca cara pelo preço de marcas desconhecidas. Bem, é tanta tentação que demoramos SEIS horas só na Ross. Não sentimos fome, cansaço, vontade de ir ao banheiro ou sono. É incrível como as compras causam sensações opostas de quando estamos em um parque de diversão, no qual a cada minuto alguém reclamava com vontade de ir ao banheiro, para ir comer ou para sentar de exaustão.

Quando voltamos finalmente ao shopping, não sobrou muito tempo, afinal tínhamos de ir embora às 22h, já que era o horário limite do transfer. Então, restou para mim passar na JC Penny que estava no caminho e em um quiosque que vendia perfume. Solamente. Ah! Isso porque já tinha comprado os meus cremes na Victoria's Secret antes de sair para Ross. Bem, foi muito tempo investido em um local só, no entanto foram horas que renderam muitos e maravilhosos achados. Às vezes compensa.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A magia continua #3

Tinha receio do sentimento que iria ter na minha segunda vez, em ano consecutivo, no Magic Kingdom. Bem, não posso negar, perdeu um pouco do encanto. Mas, ainda assim, não me arrependi de ter ido de novo.

Aliás, os dois espetáculos do fim da noite pagam qualquer visita e retorno: Celebrate the Magic e Wishes™ Nighttime Spectacular. 

Este ano alguns elementos novos foram adicionados no primeiro show, como a clássica cena de Frozen com a música Let it go. Inclusive, quando tocou, todos do parque começaram a cantar. Foi muito engraçado como pais e filhos, todos sabiam a letra. Confesso que sabia  um pouco, mas nem tanto assim.

Além disso, aproveitamos para ver atrações que não tínhamos visto. Da programação feita, fomos em quase todas que gostaríamos de ir, menos duas. A Tomorrowland Transit Authority PeopleMover estava fechada temporariamente. Quanto à outra, era uma novidade BEM LOTADA. Simplesmente, logo no começo já era uma hora de espera. Pensávamos que iria melhorar, porém fez foi piorar para três horas. Ainda com chuva a fila mantinha-se enorme na Seven Dwarfs Mine Train. Se arrependimento causasse mal, estaria acabada por não ter escolhido esse brinquedo para o FastPass. Foi um GRANDE ERRO.

No entanto, garantimos nossa ida para Haunted House porque da outra vez não deu tempo nem ao menos passar pela frente dela. E, para não ser um ato de sorte novamente, também pegamos o ticket do Splash Mountain. Procuramos ainda outras atrações que não tínhamos ido anteriormente e que estavam com o tempo de fila curto, como Stitch's Great Escape. É muito engraçadinho, têm momentos os quais parece que o Stitch está fungando em nossos pescoços.

No caso das outras apresentações que fomos, começamos a ver alguns defeitos e esse comportamento acompanhou-nos durante as visitas aos outros parques da Disney. Alguma lâmpada não propositalmente queimada, algum boneco não tão realista, alguma peça faltando na cena e assim por diante. Se não havia nada errado, íamos lembrando o que nos esperava. Só realmente ficava bom quando não lembrávamos exatamente como era feito. Sim, por isso que percebemos ser bem chato ir dois anos seguidos em um mesmo local. Nossa próxima ida à Disney certamente só daqui a 10 anos com filhos já um pouco crescidos. 

Todavia, não foi só de pontos negativos o nosso passeio. Estávamos mais experientes para aproveitar ao máximo o parque e foi muito interessante as três atrações do nosso FastPass: Space Mountain, Splash Mountain e Haunted House. E, vou repetir, os espetáculos da noite foram tão bons quanto da outra vez. Na verdade, foi melhor porque ainda vimos a sininho voar, o que não tinha acontecido ano passado por conta da chuva forte.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Último foi o primeiro #2 [2/2]

Para aproveitar o fôlego, deixamos os dois maiores parques no começo da nossa programação da viagem. Então, o último parque que (mal) aproveitamos ano passado foi a nossa primeira escolha. A primeira atração do Epcot era novidade para nós: The Seas with Nemo &; Friends. O estilo é bem Under the Sea - Journey of The Little Mermaid do Magic Kingdom. É interessante, principalmente o final que interage personagens com elementos virtuais com animais aquáticos de verdade. Depois - a melhor parte - é ver o aquário de perto. Eu sou apaixonada por aquário, então foi muito bom ver uma tartaruga ENORME, tubarão, arraia e muitos peixes bonitos.

Outra preferência que demos ao nosso desconhecido foi ver The Land Pavilion, a qual apresenta diferentes técnicas para cuidar e aproveitar a terra fértil para plantar. Foi interessante vê o pé de várias frutas que apenas comemos mas nunca vimos a sua origem, como de fato nasceu ao mundo. É bem legal.

Um que particularmente não valia ter ido: The American Adventure. No início, é agradável ver um coral cantar músicas (acho que típicas do país) a capela. Até a estrutura do teatro é interessante de se ver. No entanto, a apresentação (que durou duas horas no total, desde a cantoria) fez o sono aparecer. Mesmo que as pessoas tivessem falando em português, a adrenalina cai e faz o cansaço predominar. Não aguentei ver um segundo, dormi do início ao fim. Mas, tem quem goste. Naquele momento já estava cansada, ficar no ar condicionado, no escuro, sentada e com pessoas (bonecos) falando, foi só a gota d'água no copo cheio.

Para quem está com sono, The Circle of Life também promove as mesmas condições adequadas para dormir (ar condicionado, escuro, cadeira, personagens falando), porém o assunto educativo não me fez cochilar. Talvez estivesse com menos sono na hora, então foi bem interessante de assistir. Ah! Não posso esquecer do filme de dezoito minutos sobre o Canadá. Para quem entende inglês, além das belas imagens, ouvir as brincadeiras do ator Martin Short completa a apresentação. Ele segue o estilo 360º mostrado na China, sendo que nesta não tem comentários cômicos.

Além disso, fomos nas mesmas atrações procuradas do ano passado: Test Track, Soarin, Spaceship Earth e Mission: Space. Dos países, da lista dos que faltaram este ano foi México, Noruega e China. Desses, só o México que não fomos nem ano passado e nem este ano. Uma pena mesmo. E para completar o passeio, bati foto e (por que não?) peguei o autógrafo da Aurora, a Bela Adormecida, que particularmente não achei tão bela assim. Bem, se não concordam, tirem suas próprias conclusões pela foto acima. 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Novidade no FasPass #2 [1/2]

O Epcot é o mais próximo de Downtown, então da última vez optamos em sair do parque para almoçar e conhecer a cidade da Disney. Foi uma ótima escolha por um lado, comemos o melhor sanduíche da viagem, bem leve, gostoso e com um molho de dar saudades. Ainda vimos a loja da Lego e batemos fotos com personagens de animações feitos de pequenas pecinhas. Ok, esse foi um lado. A parte negativa é não ter visto todos os países do Epcot. Então, dessa vez, seguimos o mesmo raciocínio de antes, porém sem inventar saídas do parque. Por isso, começamos pegando o FastPass para garantir as atrações mais concorridas. 

Ah! Um parêntese: este ano ele está diferente. Em vez de pegar em uma máquina em cada um dos brinquedos, com intervalos de uma hora entre cada ticket conseguido, agora devemos ir em um quiosque e escolher apenas três atrações utilizando o próprio cartão do parque. Só depois de ir em todas as escolhidas é que podemos pegar mais um ticket por hora (isso depois de já ter usado o novo ticket). Pelo menos foi o que eu entendi. Ainda está um pouco confuso para todos, acredite.

A parte positiva é que podemos garantir três entradas na mesma hora, a parte ruim é que dentre os principais (os mais procurados) temos que optar apenas por um. Na volta, depois de terminar todos os tickets, ainda não é garantia ter horário disponível para os principais. Por isso, é melhor escolher bem os seus três, sem pensar em pegar mais depois, mesmo que o horário oferecido seja somente à noite. Pelo menos você está garantindo a sua entrada sem filas tão grandes nos favoritos. No caso do Test Track, por exemplo, cheguei às 9h e o meu FastPass foi somente para 16h10.

Quase ia esquecendo de um grande detalhe: FOTOGRAFE os horários reservados para o FastPass, pois você não irá receber nenhum comprovante como no ano passado.Os atendentes apenas dizem "você deseja fotografar", mas não avisam que essa será a única forma de você lembrar das suas reservas. A sorte é que eu quis registrar antes de perceber isso.

Das duas vezes que eu fui, por ser alta estação, já tenho uma noção das melhores atrações para escolher o FastPass. Então, aqui vão minhas sugestões:

Epcot:
você tem que escolher entre o Test Track Chevrolet e o Soarin. As duas SEMPRE estão com a fila enorme, cerca de uma hora das vezes que ficava checando no aplicativo. Então, decida pelo o que você mais gosta. Eu gosto dos dois, mas dei preferência ao primeiro porque a fila dele parece mais interminável, no outro parece que flui mais rápido. 

Já as opções do Capitan E.O e The Circle of Life, por serem filmes sempre cabe mais um na sala de cinema em 3D. No caso do The Seas with Nemo & Friends, vá logo no começo que a fila é zero, bem rapidinho. À tarde, a Spaceship Earth geralmente tem a fila rápida, pegamos uma espera de apenas quinze minutos. Quanto ao Mission: Space, também foi rapidinho, principalmente para quem vai na viagem sem grande adrenalina. Não lembro agora, mas se as duas tiverem competindo com Soarin e Test Track no FastPass, elas são votos vencidos. Então, a dica é pegar alguma atração dos países, como o barco da Noruega: o Maelstrom.

Magic Kingdom: as minhas escolhas foram Space Mountain, Splash Mountain e Haunted Mansion. Delas, tenho apenas um arrependimento: a última opção. Coloquei porque foi a única que não fomos ano passado e ficamos muito tristes de não ter ido, por isso quis garantir logo nossa presença no brinquedo. Porém, às vezes a fila é pequena, então não tinha tanta necessidade, visto que era melhor - definitivamente - garantir um lugar melhor na fila GIGANTE dos sete anões: o Seven Dwarfs Mine Train. 

Se vocês virem uma hora de espera, a fila está pequena. Pois mesmo chegando o fim do dia, e ainda com chuva, a espera era em média de três hora. E a gente não tinha a sensação de que saia do lugar. E, para falar a verdade, é melhor ir sem grandes expectativas de emoção, porque senão seria uma grande frustração chegar até o topo esperando milhões de detalhes mágicos e o brinquedo não ser tão bom assim. É melhor não esperar muito e o que vier ser lucro, conselho meu. Eu não tive coragem e paciência de esperar, mas seria dessa forma que eu enfrentaria a fila.

Hollywood Studios: para mim, vale a pena pegar apenas para Rock'n' Roller Coaster Starring Aerosmith, The Twilight Zone Tower of Terror e Lights, Motors, Action! Extreme Stunt Show (só aceite se for o primeiro horário do show, senão vá na fila normal mesmo, porque é melhor garantir logo porque depois pode chover e não ter mais show). 

Depois de pedir o FastPass (certamente os três só vão ter horários para depois), corra para Star Tours, porque no comecinho do dia a fila é rapidinha, dez ou quinze minutos no máximo. Depois vá nos que tem as filas mais rápidas, para isso use o aplicativo da Disney que diz o tempo de espera de cada atração. Ajudou muito nas escolhas nessa nossa viagem. Não esqueça também dos horários dos shows, como o Indiana Jones Epic Stunt Spectacular, Beauty and the Beast - Live on Stage e, claro, a nova atração com Frozen. Nesse, como a procura está grande pelas crianças, você tem pegar um papel com o horário que você deseja conferir o show. 

Quando você for para as atrações do FastPass, uma dica: se a fila normal ou do Single Rider estiver mínima, primeiro vá nela, depois use o FastPass. Ano passado, eu fiz a besteira de usar primeiro com a fila quase zero. Quando sai da atração, a fila estava enorme e não deu tempo ir duas vezes seguidas. 

Ah! No final do dia, para quem não pegou o FastPass como eu neste ano, o tempo de espera geralmente é menor para as minhas favoritas (as duas citadas, excetuando o show). Então, faça tudo que tiver de ser feito no parque durante manhã e tarde, à noite fique nesses dois brinquedos que estão lado a lado, porém não se esqueça de ir cedo para o Fantasmic! garantir um local mais na frente. Se você já usou todos os seus FastPass, pegue o desse show para ficar em uma área mais central, que a vista é melhor.

Animal Kingdom: pegar FastPass para o Expedition Everest compensa muito. A fila estava para fora do brinquedo e entramos e brincamos bem rapidinho. Quando saímos, percebemos que a fila do Single Rider estava mínima e entramos. Para nossa felicidade, foi mais rápido que no FastPass. Para quem não conhece essa fila, é para pessoas que não tem necessidade de ir em grupo, pode ir sozinho nas cadeiras que ficarem vagas. Por exemplo: as cadeiras do brinquedo cabem quatro pessoas, mas o grupo da fila normal tem apenas três, então eles chamam uma pessoa do Single Rider para completar aquele assento que ficou faltando pelo grupo não ser par. 

Esse tipo de fila diminui - E MUITO - a minha espera no novo brinquedo do Harry Potter no Universal Studios. Para quem não tem problema de ficar sozinho brincando ou de entender o que os atendentes falam, vale muito pegar essa fila. 

Outra atração que compensa o ticket é o Dinosaur. Até a fila do FastPass é grande. E é bem mais real e interessante em termos de constituição dos dinossauros que o brinquedo do Jurassic Park River Adventure no Island of Adventure. Outra dica é pegar para o Kilimanjaro Safaris. Nós pegamos uma fila ENORME e isso desanimou o nosso dia. Mesmo tendo muita árvore para diminuir os raios solares, o ambiente é abafado e dá muito calor. E olha que foi a primeira atração do dia.
Nossa, tanto para falar e sugerir relacionado ao FastPass que o Epcot ficou de escanteio. No entanto, isso fica para a postagem seguinte. Combinado?

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Fazendo a feira #1

As dez horas prolongadas de um voo foram substituídas pelo "pinga-pinga". De Fortaleza para Manaus, de Manaus para Panamá e de Panamá para Orlando, com duração de três a quatro horas em cada trecho. A parte positiva: poder esticar as pernas e comer algo com mais sustância. A parte negativa: o ouvido sofre mais com tantas subidas e descidas.

Quanto a companhia aérea, a ida pela Copa não foi nada mal. O primeiro trecho de Manaus a Panamá foi em dois lugares cada lado. Não tem televisões particulares para cada acento, no entanto é bem confortável o banco. No caso da refeição, a opção "ovo" deixa a desejar, principalmente pelo elemento surpresa não identificado (até agora) ao lado do ovo. Já no segundo trecho, foi um pouquinho mais gostoso. 

Depois de algumas horas de "dor de cabeça" e um desencontro com a empresa que iria pegar-nos no aeroporto, finalmente chegamos ao hotel. Para a nossa felicidade, foi uma boa aposta a sua contratação. Por sermos seis pessoas, alugar dois quartos separados sairia mais caro. Então, a escolha de um espaço tipo flat foi bem melhor. Eram dois quartos, dois banheiros e uma área em comum no meio com sofá-cama, mesa para quatro pessoas e uma cozinha toda equipada, inclusive com máquina de lavar e panelas no armário.

Durante o check in, ainda tivemos a boa notícia de que eles ofereciam serviço gratuito de transporte até os parques da Universal e tinham um táxi que fazia preços justos para a Disney (em horários específicos) e para qualquer outra localidade de Orlando até às 22h, como os shoppings.

Já adianto, em grupos grandes, como foi o nosso de seis pessoas, não compensa o transfer para Disney. A ida e volta é US$ 12 por pessoa (US$ 72 por todos no total), enquanto nós pagamos US$ 90 para os seis com uma empresa contratada. O valor é maior, mas vale o acréscimo já que o carro deixa-nos na porta do parque escolhido e pega-nos (se quisermos) logo que ele fecha. Assim a gente pode aproveitar todos os detalhes, todos os fogos de artifícios, todos os brinquedos. Enquanto isso, o outro tem só dois horários de saída (7h e 10h) e dois de volta (19h e 21h30) e, para completar, só deixa os passageiros no Epcot.

Então, a minha dica é: para o Magic Kingdom não vale porque a melhor parte do parque é o show que acontece no fim da noite e só termina às 23h. Assim também é com o Hollywood Studios, o Fantasmic é só às 21h30, então não dá tempo assistir e ainda pegar um ônibus de volta para o Epcot. Já para o Animal Kingdom que fecha sempre às 19h e uma vez na semana às 20h, como também para o Epcot, compensa e muito esse transporte oferecido. 

Pé no asfalto

Assim como da vez passada, mesmo depois de horas de viagem, ainda assim chegamos de viagem e logo saímos pela cidade. Dessa vez, decidimos ir logo ao Walmart, para fazer as compras de comida para a temporada de férias e para os itens básicos para usar no hotel e levar também de volta a Fortaleza. Bem, decidimos ir a pé até lá - GRANDE ERRO. O Google pode até dizer que são trinta minutos de distância, mas o sol intenso, uma avenida super movimentada (passando por baixo de um viaduto) e a possibilidade de errar o caminho podem fazer do pertinho uma distância enorme. Ou seja, não vale a pena. É melhor pagar um táxi, pode parecer rápido em quatro rodas, mas em duas pernas é uma eternidade.
 
Palavras ou Máscaras © 2011 | Designed by Chica Blogger, in collaboration with Uncharted 3, MW3 Forum and Angry Birds Online