sábado, 21 de dezembro de 2013

Não é de agora [☑]

O conhecimento, o emprego, os amigos, a moradia, as mobílias. Nada foi conquista de um único dia. Para conseguir o diploma de jornalista, por exemplo, levei quatro anos e meio de estudo e frequência em sala de aula. O comercial do Lancer expõe exatamente isso. Não foi somente a decisão de comprar o lançamento da Mitsubishi que levou a compra, foram muitas outras ações no passado. Foi toda uma construção de personalidade e (por que não) situação financeira que levaram a aquisição desse produto no futuro. Para casar imagem com texto, vem o slogan: “Mitsubishi Lancer. Essa conquista vem de longe”.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Trava garante mais segurança infantil

Curiosidade é inevitável em uma criança, mas uma queda em um carro em movimento sim. Veja como prevenir

O carro estava em movimento. Ao fazer a curva, de repente, o pai ao volante escuta um barulho vindo de fora e resolve parar. Ao abrir a porta, coloca a mão na cabeça não acreditando no que tinha acontecido.

Ele percebe que o fruto do alto som foi a queda de seu pequeno filho do automóvel para a rua, que caiu rolando durante a manobra. Sem titubear, deixou sua porta ainda aberta e saiu ao encontro da criança ao chão. Para compensar o infortúnio da situação, veio a sorte de não ter passado nenhum veículo na via ao lado. Caso contrário, tudo poderia ser mais que um mero susto.

Naquele momento, não houve tempo para brigas, castigos ou lição de moral. Com certeza, o pai só estava pensando "graças que nada de pior aconteceu", enquanto devolvia ao seu filho a segurança de estar dentro do carro.

Essa história poderia estar na ficção, mas não está. Foi narrada por um leitor e também jornalista ao caderno Auto. Ela aconteceu à noite, há duas semanas, na esquina da av. Antônio Sales com a rua Silva Paulet. E, infelizmente, não é caso raro. No entanto, existem formas de evitar acidentes como esse. Para começar, há a trava de segurança para criança.

Ela fica localizada de maneira discreta na lateral das portas traseiras. Dependendo de sua posição, para cima ou para baixo (ou horário e anti-horário), mudada manualmente, ela impede a abertura das portas pelo lado de dentro do carro. Detalhe que faz toda a diferença em situações como a anteriormente citada.

A trava mais antiga registrada na internet foi em 1972 em um Volvo. Agora, é item de série básico em qualquer automóvel, seja popular ou de luxo.

Das concessionárias entrevistadas, quatro no total, nenhuma citou registros de problemas ou defeitos nessa trava. Então, não se preocupe em ficar "ligando e desligando" a função.

O único relato relacionado a ela foi de acidentalmente, no momento da lavagem do carro, o travamento ser acionado, a porta não abrir por dentro e o motorista acreditar que as travas gerais ligadas ao alarme estavam com problema.

Quanto à noção desse artigo no veículo, no grupo Newland, dez a trinta por cento dos clientes desconheciam a sua existência ou função. Na Saga e Suzuki Sol, também é baixa a porcentagem. Mas, nada que uma boa entrega técnica (momento da entrega do carro novo ao proprietário cuja as especificações técnicas são citadas e explicadas) não resolva e explane sobre sua utilização e propósito no carro.

Reforço

Para aumentar a segurança e fixação da criança no carro está a cadeirinha, o assento de elevação e o cinto de segurança, cada estágio dependendo da sua idade.

Para impedir que a curiosidade das crianças acentuem-se e fiquem mexendo na porta, está ainda a posição da colocação do produto. É o caso de Dayse Lopes, mãe da Talita, de três anos.

Ela usa pouco a trava infantil da porta, então por garantia mantém a sua filha sempre na cadeirinha no centro do banco traseiro do automóvel. Dessa forma, dá mais segurança. Se não fosse assim, ela utilizaria a trava. Afinal, não se pode facilitar a situação. Ela nunca soube de histórias entre conhecidos da criança que caíram do veículo em movimento, porém isso não é desculpas para ela facilitar para a filha dela. "A Talita, se der chance, ela abre", confessa.

- Diário do Nordeste (Auto) -

Mais severo que fazer um rally

Rodar pouco não poupa o veículo, ao contrário, traz malefícios, como a carbonização do motor. Atente-se aos cuidados

A quilometragem é um dos principais itens vistos no veículo, quando não o primeiro, no momento da compra do seminovo. A referência baixa, culturalmente, tornou-se sinal de bom estado de conservação. Porém, não se engane. Às vezes, rodar pouco pode ser pior.

De casa para o trabalho, do trabalho para o supermercado, do supermercado para casa. Alguns motoristas acreditam que fazer apenas trajetos curtos como esses ao longo do dia não prejudicam o automóvel. Ao contrário, poupa. No entanto, a realidade é outra. É preciso de tempo e alguns quilômetros percorridos continuamente para trabalhar nas condições ideais.

"O processo que ocorre em veículos que rodam pouco é porque o motor não chega a temperatura ideal de trabalho. Ele consegue atingir aproximadamente após 10km andados direto. Com três ou cinco até aquece, mas é pouco, não é suficiente. Quando ele está na fase fria, para o carro não estancar, perder força ou falhar, ele injeta mais combustível. Então, vai haver a mistura dele com o óleo. Ele só vai evaporar quando o motor aquece. Se não aquecer de forma eficiente, acontece do combustível contaminar o óleo", explica Roberto Rios, chefe de oficina da Smaff Nissan.

Ao longo do tempo, ocorre a carbonização do motor. "O óleo não circula totalmente nas galerias. Ele não desce completamente para o cárter, que é o seu reservatório. Aí, tende a carbonizar. Cria depósitos e, com um tempo, cria uma graxa, que consequentemente vai endurecendo. Chega a tal ponto que cristaliza. Nesse momento tem que fazer reparação e remoção do motor", pontua Adail Batista, chefe de oficina da Suzuki Sol.

Estágios da doença

São três níveis de carbonização. No primeiro momento, a graxa gerada ainda tem aspecto mole de fácil remoção. No segundo, ela aparenta ser um verniz. O último, é o mais grave, já está cristalizada. Em todas as fases é recomendado fazer o desmonte do motor para a limpeza. Nas duas últimas, já é preciso fazer a reparação do motor, variando a quantidade de peças substituídas.

Há três níveis de carbonização, no caso do motor da foto acima o motor já está na fase mais grave, na qual a graxa está cristalizada fotos: divulgação

"Sempre é possível remover (a graxa), o problema é que o carro rodou muito (já carbonizado), houve deficiência na lubrificação e desgastou as peças", justifica Roberto.

Não é indicado fazer somente o "flushing". No procedimento, é colocado aditivo junto ao óleo velho, deixa o motor funcionando de quinze minutos a meia hora, depois drena o óleo. O aditivo "solta" a graxa. Mas, nem sempre é suficiente e, para completar, muitos fabricantes não indicam.

Sintomas

Ruídos emitidos pelo motor, principalmente ao dar a partida, podem ser sinal de carbonização. Há ainda perda de rendimento, aumento do consumo de óleo e de combustível. Na fase terminal, o motor pode fumaçar, falhar e "morrer".

Rodar pouco é considerado tão severo quanto um rally. Por isso, é previsto antecipar a troca de óleo ao atingir cinco mil quilômetros ou seis meses.

Outra recomendação é sempre usar o produto original indicado pelo fabricante. A troca custa, em média, R$ 200,00 na Smaff Nissan.

Alguns veem como caro esse orçamento duas vezes ao ano, porém é baixo com relação ao trabalho após a carbonização, que sai de R$ 500,00 a R$ 10.000, quando envolve troca de peças. Como dizem, às vezes o barato sai caro. 

- Diário do Nordeste (Auto) -

BMW anuncia carros no Brasil

Em cerimônia oficial da nova fábrica, marca alemã revela os modelos que serão fabricados no País

Na última segunda feira virou oficial: aconteceu a cerimônia da pedra fundamental da fábrica da BMW em Araquari (Santa Catarina), primeira da montadora alemã no País e na América do Sul. O mercado premium no Brasil ganha outro competidor forte.

Com investimento de cerca de R$ 600 milhões, a previsão é começar as operações em outubro de 2014. E a BMW surpreendeu no anúncio dos carros que serão montados: nada menos que cinco modelos em uma única linha de montagem. São eles: Série 1, Série 3, X1, X3 e MINI Countryman. A capacidade instalada será de 32 mil veículos por ano.

Serão 500 mil m² de área construída. A infraestrutura contará com atividades de montagem, soldagem, sistemas de pintura e logística, além de prédios administrativos e auxiliares. A vinte quilômetros de Araquari, a BMW também montará um centro de treinamento em Joinville, para qualificar os funcionários que serão contratados para atuar na linha de produção.

No Brasil, para o Brasil

Dentre os veículos que serão produzidos na nova fábrica está o 320i ActiveFlex, primeiro veículo premium turbo flex do mundo.

O motor 2.0 de quatro cilindros foi projetado para o uso flexível de combustível com sistema de injeção direta High Precision Injection. Ou seja, nada de "tanquinho" ou aquecedor elétrico de combustível para as partidas a frio. Aliás, mais do que isso, ele permite uma partida segura e espontânea, mesmo em condições de frio extremo, com temperaturas externas abaixo de 0º C.

Desenvolvido para o mercado brasileiro, ele exibe potência de 184 hp entre 5.000 e 6.250 rpm e torque de 270 Nm de 1.250 a 4.500 rpm. Tem transmissão automática de oito velocidades e tração traseira. A sua aceleração é de 7,3 segundos e a velocidade máxima é de 235km/h, mesmo desempenho do modelo a gasolina.

Pela primeira vez no Brasil, durante o lançamento foi apresentado o i3, veículo elétrico desenvolvido pela sub-marca BMW i. Não será produzido em solo brasileiro, mas já é esperado para comercialização no segundo semestre de 2014.

Lembrando a abertura das portas do Fiat Strada, o modelo possui duas unidades funcionais separadas. A estrutura de passageiros é feita de plástico reforçado com fibras de carbono. Esse material compensa o peso extra da unidade de bateria, deixando o i3 com apenas 1.195 kg, e também baixa o centro de gravidade do automóvel para tornar a sua condução mais dinâmica.

A potência é de 170hp e torque de 250 Nm. A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 7,2 segundos e, para retomada de 30 a 70 km/h, são necessários apenas 2,5 segundos.

Desempenho e mercado

A sua autonomia é de 130 a 160km. Porém, quando utilizados nos modos de condução ECO PRO e ECO PRO+, sua autonomia pode ser aumentada em 20 km e 40 km, respectivamente. Temperaturas elevadas, como 40ºC, podem interferir de 30% a 40% na autonomia. No entanto o carro foi projetado para climas entre 30ºC a 0ºC, e isso não vai atrapalhar seu funcionamento.

CAMILA MARCELO*
*A repórter viajou a Araquari (Santa Catarina) a convite da BMW Group of Brasil

- Diário do Nordeste (Auto) -

sábado, 14 de dezembro de 2013

Exagerado [☒]

Com certeza isso não é refrescância. Parece que estar ardendo ou outra coisa imprópria para menores (se é que me entendem, como muito diz Alan Harper no Two and a Half Men. Só espero que a atuação exagerada seja culpa do diretor do comercial e, não, do ator. Menos mau.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os próximos anos prometem

Conheça algumas das marcas que estão apostando suas fichas na produção nacional de seus automóveis

O Brasil está em alta. Muitas montadoras estão trazendo suas fábricas pela primeira vez no País. Outras, estão repetindo a dose e aumentando os investimentos. É o caso da Honda.

A marca nipônica iniciou a construção de sua segunda fábrica de automóveis. Com um investimento de R$ 2 bilhões na planta, o anunciado é que empregue cerca de dois mil funcionário e que a capacidade produtiva seja de 120 mil unidades por ano. As atividades terão início no segundo semestre de 2015 e será fabricado inicialmente o novo Fit.

A nova unidade será localizada em Itirapina, no interior de São Paulo, a aproximadamente 200km da capital. A 100km de distância está ainda a sua primeira fábrica de automóveis, em Sumaré, a qual teve sua fundação em 1997.

Somando a produção de ambas, a intenção é duplicar a produção anual de 120 para 240 mil unidades.

Ano passado, a empresa alcançou a marca de um milhão de veículos produzidos no País. Para este ano, a expectativa é fechar com 140 mil veículos confeccionados.

Do carro a caminhão

Em uma área de cinco milhões de metros quadrados, a JAC Motors pretende operar com sua capacidade total de cem mil carros de passeios e, ainda, dez mil caminhões por ano. A fábrica será localizada no Polo Industrial de Camaçari, na Bahia, e conta com investimento de R$ 900 milhões.

Com previsão para inaugurar em dezembro de 2014, a unidade irá gerar cerca de 3.500 empregos diretos e 10.000 indiretos. Além disso, haverá outro benefício.

"Aumentará sensivelmente a confiança sobre os produtos e serviços da marca no País, além de ampliar o número de pontos de atendimento, atualmente de 65 concessionárias. Deverá chegar, quando a fábrica for inaugurada, a 100 pontos", pontua o assessor de imprensa, Eduardo Pincigher.

Na época das olimpíadas

Para um pouco mais tarde, com previsão de produção só em 2016, está a Mercedes-Benz. Oficialmente, já foi divulgado que a nova fábrica será construída em Iracemápolis, a 150km da capital paulista. A capacidade será de até 20 mil carros por ano. Nessa unidade, sairá a nova geração da Classe C e GLA.

"A fábrica trará maior disponibilidade do volume de veículos. A rede de concessionários será ampliada e deve dobrar de tamanho até 2016. Além disso, a manutenção dos automóveis será beneficiada, já que teremos fornecedores locais", destaca a assessoria.

Quase pronta

Quase 70% da unidade industrial da Chery está pronta. Ela está sendo construída na cidade de Jacareí, em São Paulo. Por enquanto, o prédio de montagem já está completamente concluído. As seções de soldagem e pintura ainda estão em desenvolvimento. A obra pode ser acompanhada no fabrica.cherybrasil.com.br.

Esse é o primeiro grande investimento da marca fora da China e está prevista a inauguração no primeiro semestre de 2014. Na fábrica, serão produzidos os modelos Celer hatch e sedan, além de um modelo subcompacto. A expectativa é ser cerca de 150 mil unidades anualmente.

Ao todo, já foram investidos mais de US$ 530 milhões, incluindo sua fábrica de motores. Nela, serão produzidos os motores 1.0 e 1.5. A abertura será até o final de 2015.

E o que muda para os clientes a sua chegada no Brasil? "Credibilidade da Chery entre seus consumidores, que passarão a contar com automóveis produzidos em solo nacional. Quanto a de motores, esta fábrica vai passar a abastecer com seus propulsores os carros produzidos pela Chery no País, atendendo também às exigências do Inovar Auto", ressalta a assessoria da marca.

Volta da alemã

Em São José dos Pinhais, no Paraná, a Audi retorna a produzir os seus veículos na fábrica em parceria com a Volkswagen. O modelo A3 Sedan está previsto para o segundo semestre de 2015 e o SUV Q3 para a partir do primeiro semestre de 2016. Até 2020, quando a capacidade da linha de produção atingir o seu máximo, a intenção é produzir até 26 mil unidades por ano.

"Os clientes devem esperar modelos Audi montados no Brasil com o mesmo padrão de qualidade dos nossos importados a preços competitivos no segmento premium", revela a assessoria da marca.

Pedra fundamental

Próxima semana será o lançamento da pedra fundamental da nova fábrica da BMW. Inclusive o AUTO estará na cerimônia, localizada na sua unidade industrial, em Araquari, em Santa Catarina. Durante a ocasião, os modelos produzidos serão divulgados. Ela terá capacidade de produção de 32 mil veículos por ano.

A inauguração está prevista para outubro de 2014

"Acima de tudo, o investimento da BMW nessa nova fábrica reforça o compromisso da marca com o Brasil e vem a atender a demanda dos nossos consumidores. É importante reforçar também que os veículos produzidos na nova fábrica terão rigorosamente as mesmas tecnologias e nível de excelência característicos da marca em todo o mundo, o que também reforça nosso compromisso com o cliente", enfatiza a assessoria da montadora.

Ceará comemora alta em números

Três setores das quatro rodas analisam os dados de novembro do Estado. No quesito vendas, o Ceará se saiu bem

Enquanto o quadro nacional do segmento automotivo apresenta queda, o Ceará celebra os bons números. No cenário brasileiro, a expectativa para novembro era de 247.208. No entanto, o número só chegou a 223.050, menos que a margem de 238.725 de outubro. Mais especificamente, 6,57% a menos.

O acumulado fechou no mês passado com 2.496.743, 3,06% a menos que o de 2012. Embora as somas mensais não venham atingindo às expectativas, a previsão da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) é de fechamento anual com 2.864.094.

No âmbito local, foi diferente. "O estado do Ceará tem se mostrado melhor que o mercado nacional, aqui ainda temos procura e um fluxo de loja muito bom", afirma Fernando Pontes, presidente da Fenabrave do Ceará. A expectativa é alcançar o mesmo número do ano passado no acumulado. "Tendo em vista que o Imposto sobre Produtos Industrializados volte ao normal, as fábricas deem férias coletivas em dezembro e pare a linha de produção para manutenção", justifica.

Até novembro foram 55.937 emplacamentos. O fechamento de 2012 contabilizou 64.830.

Não somente o estado como a região mostrou crescimento. Na participação em emplacamentos, o Nordeste cresceu de 14,13% para 15,24% de outubro para novembro.

Para o próximo ano, a previsão é de crescimento. "Não acreditamos que a Copa, apesar dos feriados, venha afetar as vendas no Ceará, pois quem compra carro, compra em qualquer época do ano, além de que haverá mais dinheiro circulando no comércio", pontua.

Seminovos

Oficialmente, no Ceará houve redução nas vendas de usados de novembro com relação ao do ano passado. Comerciais leves com carros de passeio somaram 14.020, mas o Sindivel (Sindicato dos Revendedores de Veículos Automotores do Estado do Ceará) acredita que na prática não foi assim.

"Temos que dar um desconto da greve do Detran. Então, muitos carros foram vendidos e ainda não foram transferidos. A gente recebeu uma informação que houve crescimento em torno de 7%", pontua Everton Fernandes, vice-presidente do Sindivel.

Locação

O ano foi fraco para aluguéis de carro. Nem mesmo a Copa das Confederações ajudou. Segundo o presidente da Associação Cearense das Locadoras de Automóveis (ACLA), Horácio Bezerra de Menezes Filho, o evento foi bom apenas para aqueles que tinham van. Da mesma forma será próximo ano com o Mundial. A esperança para aquecer o setor está no Centro de Eventos. Para ele, a vinda de feiras e encontros no local aumentará a locação.

Felicitações

Acompanhando o mercado automotivo há vinte e sete anos está o suplemento Auto. No entanto, para Everton, o caderno fez mais do que isso.

"Ele conseguiu fazer com que o mercado automotivo enxergasse a interdependência entre seminovos, novos, autopeças, consórcios, financeiras. Mostrou que eles não são concorrentes, são complementares. Trouxe essa união ao segmento", pontua.

Ao aniversário, Fernando Pontes ainda acrescenta: "Parabéns ao Grupo Edson Queiroz por manter um jornal tão influente como o Diário do Nordeste, que traz todas as quartas-feiras o suplemento Auto, com matérias da mais alta importância para o mercado automobilístico". 

Causa simples, efeito nem tanto

O consumo do carro está maior que o normal? Há falha na aceleração? A origem pode estar no filtro de ar do motor

Não existe filtro de ar somente do ar condicionado. O motor também tem o seu. A função é filtrar o pó e as partículas presentes no ar aspirado pelo motor, o que evita o desgaste precoce das partes móveis do motor como pistões e anéis.

A vida útil do motor é prejudicada, porém ainda existem outras consequências mais imediatas da falta da troca do filtro. Um dos sinais é na questão do consumo de combustível.

"Se o filtro aspira o ar que vai para queima do motor e ele está sujo, vai entrar menos ar para a queima do motor. Acontecendo isso, vai haver menos explosão, consequentemente você vai ter que pisar mais, o carro vai forçar mais e vai andar menos. Você pode notar até mesmo na questão de força do motor. Vai ter falhas de aceleração, tudo em virtude da mistura estar pobre. Pouco ar para queima do motor", explica Gustavo Soares, supervisor de mecânica da JM Centro Automotivo.

Se o carro circular apenas em perímetros urbanos, a troca e, não, a limpeza deve ser feito a cada seis meses ou dez mil quilômetros. Se o veículo andar em trechos mais arenosos ou fizer passeios fora de estrada, é indicado antecipar a checagem dessa peça ou até mesmo a sua substituição. "Não existe só limpar, assoprar, porque danifica a peça e é onde começa a passar sujeira para o motor", completa.

Durante o serviço, o qual demora, em média, de cinco a dez minutos, é feito ainda a limpeza da caixa de filtro, porque pode ter ainda sujeira no seu interior. "Se o ar que for aspirado tiver sujeira, ela vai para o motor. A médio e longo prazo, vai danificar peças, como as partes de força do motor. É igual é como ter óleo velho no carro", explica Gustavo.

O preço do filtro de ar depende do modelo do veículo, varia de R$ 21,00 para populares, como Celta, até R$ 105,00 para importados, como a Hilux. A troca em si do filtro é simples do motorista fazer sozinho. Não exige conhecimentos técnicos. No entanto, na hora de limpar a caixa, é recomendável não fazer sozinho, porque é preciso remover a peça.

Não se esqueça do ´tanquinho´

Muitas vezes esquecido na hora de abastecer e durante a revisão, o "tanquinho" também precisa de cuidados

É verdade que alguns automóveis com sistema flex atuais estão livres do reservatório de partida a frio. Porém, para aqueles bicombustíveis ainda reféns do "tanquinho", é bom estarem atentos a algumas orientações, principalmente no quesito limpeza.

A cada cinco meses é importante limpar o recipiente. Ele fica localizado, geralmente, próximo ao motor. O serviço é bem simples, dura em torno de vinte minutos. Ele é removido, limpado e, em seguida, recolocado no seu devido espaço. O custo é cerca de R$ 20,00.

"A gasolina cria uma crosta dentro do reservatório e esses fragmentos podem passar para dentro do motor, junto com a combustão, e entupir os bicos. Isso é um fator que ocorre se as pessoas não fizerem a limpeza", explica o gerente da Ceará Autos, Marcelo Alencar.

Essa sujeirinha acumulada acontece principalmente, segundo ele, quando se usa mais a gasolina como principal combustível e não utiliza a do reservatório para dar partida. Então, o produto fica muito tempo parado sem uso.

Diante disso, vem a pergunta. Se uso mais gasolina, preciso atentar-me ao "tanquinho"?

Primeiramente, o recipiente nunca deve ficar completamente vazio. Ainda que a gasolina seja o combustível mais escolhido na hora do abastecimento. Até porque o carro reconhece e ficará alertando a falta do produto. É bom não encher até a boca, porque pode vazar. Ele cabe em média 1 litro, podendo ser da comum mesmo.

Segundo: conforme Marcelo, não é indicado circular somente com um combustível quando o carro é flex. "Esse sistema tem um módulo que reconhece os dois, se você usa só gasolina por muito tempo e resolve usar depois o álcool, pode ser que o sistema de injeção não o reconheça mais", pontua. O indicado é revezar de vez em quando.

Limpeza maior

Se o tanquinho precisa de limpeza periódica, o tanque também precisa, não é? Bem, de acordo com Marcelo, não necessariamente.

"O tanque não tem necessidade de fazer uma limpeza. Isso não é uma prática rotineira de se fazer. Não é tido como manutenção orientada pelo fabricante. O que se tem de fazer é trocar o filtro de combustível", ressalta. O motivo está principalmente na utilização.

Como o combustível do tanque é mais solicitado que o do "tanquinho", torna-se mais comum a formação da "crosta" no segundo que no primeiro.

"A limpeza do tanque é feita quando o carro é mais rodado, tem problema de carbonização ou quando fica muito tempo parado. Mas, para as pessoas que rodam bem, não precisam. E hoje os tanques são de poliuretano e evitam mais essa sujeira", explica.

Em caso de necessidade, o valor e o tempo de serviço são maiores que no "tanquinho". É R$ 150,00, em média, e são duas horas no atendimento.

Balanço prévio do segmento de motocicletas não traz boa notícia

Novembro foi bom para o Ceará, mas a média é de queda. O setor comenta sobre presença do Auto nas duas rodas

A barreira do financiamento continua dificultando o emplacamento das motocicletas. Esse obstáculo perdura há quase dois anos, como relembra o vice-presidente da Assohonda, Sérgio Holanda. A procura continua aquecida, no entanto, na hora do pagamento, a aprovação de crédito está mais rígida e exigente com o mínimo de entrada.

Sabendo que as vendas não superariam a dos anos anteriores, comenta Sérgio, também houve redução na produção de motos. "Não adianta produzir se vai ficar estocado. A maior redução foi exatamente nas que a gente vende mais, que é a linha de 100cc, 125cc e 150cc. Mais de 70% das nossas vendas são delas", completa.

Em números da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), até novembro, foram vendidas no Brasil 1.375.110 unidades. Foi uma queda de 8,30% comparando com o acumulado do mesmo período de 2012, o qual marcou uma faixa de 1.499.498. Só no último mês, foram emplacadas 122.229 contra 123.552 do ano passado. Pouca diferença, porém registra baixa de 1,07%.

No cenário local, o acumulado é de 97.705. No fechamento do último mês, o segmento teve mais de mil motivos para comemorar, na verdade, 1.527 a mais. Em novembro, foram 9.656 unidades, muito mais do que os 8.129 do mês anterior, o qual já foi abaixo de setembro, com 8.948. Desse total de emplacados, a Honda detém a participação maior, cerca de 91% com 88.988 motos no acumulado e 8.761 no último mês. Ainda assim, esse não foi o melhor ano da montadora. "Se nós estamos sentindo (o impacto), imagina as outras marcas", diz.

"Tem estado que caiu quase 37%. Maranhão, por exemplo, é um estado que vende quase igual ao Ceará, caiu 13,69%, isso comparando o mês anterior com outubro. A média é de queda, mas o Ceará, graças a Deus, em novembro ele reagiu um pouco e cresceu 17,82. Também teve aquela crise do Detran (Departamento Estadual de Trânsito do Ceará), que eu acho que muito emplacamento que era para ter sido em outubro, foi para novembro", explana Sérgio sobre os dados da marca.

Opção de pagamento
Para contornar o problema do pagamento, muitos estão recorrendo ao consórcio. "O interior está optando muito a ele, apesar de ter de ficar esperando. Porque sabem da dificuldade do financiamento, eles entram no consórcio e ficam dando os lances todo o mês para ver se sai a contemplação. Ele recorre mais (do que a capital) porque é mais fácil, até mesmo por causa do comprovante de renda, que na financeira exige mas no consórcio pode deixar só na hora da contemplação, sem problema", ressalta Sérgio Holanda.

No fim do ano, ainda há esperanças do número continuar aumentando, tanto na prática, como oficialmente no papel. "Muita gente compra, leva para o interior e deixa para emplacar só em dezembro, porque eles acham que economizam e nem é, porque podem pagar multa. A gente sente uma recuperação também no começo do ano seguinte, pois tem aquele pessoal que estava esperando pegar a motocicleta que eles dizem ´pura´, que são aquelas do ano mesmo. A partir da segunda quinzena de janeiro e fevereiro também a procura é grande. Ainda tem as promoções do ano anterior que estão mais baratas", acrescenta.

Motopeças
Esse mercado também não está de vento em popa. De acordo com Francisco Tomaz, presidente da Assomotos (Associação Cearense das Empresas Revendedoras, Distribuidoras e Prestadoras de Serviços de Motopeças), esse setor está sentindo uma acomodação.

"Cresceu demais no passado e, quando a gente compara os números de hoje, nós achamos que é menor, embora para muitos segmentos o crescimento seja alto, para muitos foi substancial. Hoje a gente acha que dá para fazer mais", justifica.

A razão desse momento, ele explica, está na renovação da frota de motos. Com a compra da motocicleta nova, torna-se indispensável em um primeiro momento a reposição de suas peças. "A reposição demora mais um pouco. Leva em torno de seis meses", pontua.

Lado a lado
Nos bons e maus momentos, o caderno AUTO noticiou sobre os dados do segmento de duas rodas e ainda sobre os eventos que ele promove.

"Em primeiro lugar, gostaríamos de parabenizar o Diário do Nordeste por esse feito. Sentimos a sua contribuição, trazendo conhecimento e números através de pesquisa e também incentivando o uso dos equipamentos de segurança, o que vem ajudando a proteger o mercado que ainda está adolescente, que é o setor de motopeças, proporcionando com esse trabalho a proteção dos seus usuários", pontua Francisco Tomaz.

"Há 27 anos, quando cheguei em Fortaleza, conheci os mais importantes veículos de comunicação. Bem sabia que era imperioso tornar conhecida uma marca que não fazia parte do setor automotivo cearense. Foi então que visitei as empresas de comunicação do Sistema Verdes Mares e constatei um grande profissionalismo. Desde então somos parceiros com ações conjuntas e estruturadas que fizeram com que nos tornássemos a maior e mais lembrada marca. O Grupo Saga e o Caderno Auto andam juntos há mais de 1/4 de século. Parabéns ao suplemento por seus 27 anos de sucesso e de credibilidade", exclama o CEO do Grupo Saga, Marcos Goldstein.

"Eu queria parabenizar o caderno Auto. Ele é lido tanto por quem trabalha no ramo de motocicletas e de automóveis, como por outras pessoas. Tem gente que fica esperando a quarta-feira para ver o suplemento. Ele é muito atualizado, trazendo dicas toda semana. Eu acho muito importante o Auto", exalta Sérgio Holanda.

É com essa satisfação e bom retorno de quem nos lê e de quem é fonte de informação que esperamos continuar nos próximos anos de caderno.

Primeiro plano
Segurança em alta
Cada vez mais, empresas de motocicleta estão investindo em cursos de segurança ou prática de motovelocidade de forma segura. No primeiro caso está a Honda. A cada quinze dias, em seu centro de treinamento em Messejana, acontece um dia de aula práticas e teórica com técnicas de pilotagem. No segundo caso, estão os eventos no autódromo. Neste sábado, por exemplo, acontece o Alex Barros Ridding School com dois módulos para aprimorar técnicas de frenagem ou técnicas de pilotagem esportiva.

Nostalgia

- Diário do Nordeste (Auto)-

domingo, 1 de dezembro de 2013

Para valer a pena

Há três motivos, a meu ver, que faz de uma apresentação musical receber o status definitivo de show. Se o cantor é o seu favorito, independente de saber todas as músicas ou não, só o fato de estar diante do seu ídolo já torna o momento marcante e importante. Foi o caso da Marisa Monte. Mesmo quando ela tocava as do novo álbum que eu ainda não conhecia, eu não me entediava. Ao contrário, prestava atenção na letra e, até mesmo, comprei o CD depois porque passei a gostar de quase todas as novas canções.

Se o cantor não é o seu favorito, você nem mesmo gosta, mas ainda assim você conhece as letras de todas suas músicas, a sua apresentação deixa o status de chata para agradável. Foi assim com Luan Santana. No Arte Music Brasil. Ele toca MUITO na rádio, fica difícil não o escutar nem ao menos uma vez. Por isso, quando ele chegou ao palco, de todo o seu repertório eu só não sabia cinco. E, aparentemente, ele cantou muito mais que dez. Das que eu sei o título, ele cantou "Amar não é pecado", "Meteoro", "Sogrão caprichou" e "Você não sabe o que é amor".

Tirando o áudio do microfone que estava mais baixo do que o volume da banda, o show foi ótimo. Dancei em todas as músicas, principalmente porque conhecia quase todas. Saber anima, afinal, a melhor parte de estar em um mesmo ambiente com o vocalista, é o "cantar junto".

O contrário foi com Só Pra Contrariar. Ele foi o motivo da minha ida confirmada ao Arte Music Brasil, mas eu sabia em torno de cinco músicas do seu repertório. Graças a Deus, isso não afetou a minha satisfação em estar assistindo ao show. Foi ótimo. Para completar, Ivete fechou a noite. A parte chata foi que a sua apresentação foi a mais curta das três. Pelo menos foi o que pareceu. No entanto, só o fato dela ter cantado a minha favorita compensou a brevidade. Amei e fiquei rouca de tanto cantar.

O terceiro motivo que pode fazer de uma apresentação em um verdadeiro show é a companhia. O cantor pode ser desafinado, feio e ter um péssimo repertório, mas se a turma for boa, todo o ruim transforma-se em riso e uma história boa de ser contada no futuro. Foi o caso do Exaltasamba. A expectativa era grande, porém o resultado foi drástico. Em vez de animar, o evento foi um verdadeiro funeral de despedida. Até hoje eu e meus companheiros de show lembramos do desastre que foi e rimos.

sábado, 30 de novembro de 2013

Deixe subentendido [☑]

Porque nem tudo precisa ser óbvio, porque uma publicidade pode ser sutil e ainda assim deixar marca para ser comentada e compartilhada. Esse eu acredito ser o melhor tipo de anúncio. Pepsi conseguiu e olha que a sua bebida apareceu rapidinho só no começo do vídeo.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Alguém me beliscou #10

Viajar à Disney pareceu uma enorme mentira. Melhor dizendo, um eterno sonho. Durante os doze dias em Orlando, sentia-me como se estivesse dormindo, nada parecia real e, sim, uma realidade da minha imaginação.

Finalmente, o meu desejo de criança foi concretizado. Aos oito, minha mãe foi e disse que me levaria em seguida. Bem, como podem ver, ela não cumpriu, mas também não foi novamente desde a sua primeira visita. Dessa forma, resolvi realizar com minhas próprias mãos, aliás, com meus próprios investimentos. Posso dizer, com toda sinceridade, que cada centavo valeu a pena. Não importando que eu tivesse quinze anos a mais de quando imaginava-me ao lado dos personagens de desenhos animados.

Foi incrível ver os personagens de minha infância estampados no castelo da Cinderella. Os fogos de artifício aumentaram a emoção. Contive as lágrimas e fiz da chuva que corria a minha face - aliás o céu desfez-se em água durante o espetáculo Wishes nighttime spectacular - minha revelação de puro sentimentalismo.

Tudo foi perfeito. É tanto detalhe e criatividade em cada fragmento construído nos oito parques visitados que o cansaço de enfrentar longas filas e andar por treze horas - sendo grande parte em pleno sol escaldante - era amenizado e às vezes até esquecido.

Da maratona que foi a viagem, a pior parte é a do aeroporto. Não foi a vontade de ficar que me deixou triste em voltar a Fortaleza. Na verdade, foi o sofrimento por antecipação e a ansiedade de pegar quatro voos para rever minha família. Haja aperto, desconforto e dor no ouvido. A sorte é que mais uma vez a magia aconteceu e alguém atendeu os meus anseios.

O avião da Delta finalmente foi típico de um internacional no retorno, tinha duas fileiras de dois lugares nas pontas e uma de três lugares no meio. Pelo menos pude dormir sem ter que brigar pelo apoio do braço ou sentir por longas horas o cotovelo do estranho do lado batendo em mim. Sendo apenas de dois, eu me entendo só com um ao lado e, nesta ocasião, pelo menos foi o meu namorado. É só usar o charme e ganhar o apoio do cotovelo (rs). Mas, se for para atender todos os meus desejos - como a Disney menciona -, eu queria de vez o teletransporte. De verdade.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Garantindo liberdade ao volante

Para cada deficiência há uma adaptação certa a ser feita no veículo. Tudo para não limitar a vontade de dirigir

Deficiência não é empecilho para acelerar o próprio automóvel. São várias as opções de adaptações no mercado para deixar o carro viável para ser dirigido independente das limitações físicas da pessoa.

A cerca de dois meses, a oficina O Damião tornou-se autorizada no Ceará da empresa Guidosimplex. Excetuando a adaptação para levar a pessoa dentro do veículo na cadeira de rodas (usado na maioria das vezes por táxis) e instalação de rampas e plataformas, a empresa realiza todos os tipos de adaptações. No caso dessas citadas, é realizada apenas em Fortaleza a assistência técnica.

Segundo Tiago Pereira, diretor comercial da oficina, o equipamento mais requisitado nesse segmento é acelerador e freio compactados em uma só alavanca. Pelo catálogo da Guidosimplex são quatro modelos, com a vantagem de não alterar as características originais do carro.

Dessas opções, duas, além de freio e acelerador, também permite outras funções, como acionamento dos faróis, setas e buzina, tudo por meio de um botão. É o exemplo do modelo F1 Evo, que é fixado ao solo.

O acelerador e freio são vendidos também em dispositivos separados. Há três modelos eletrônicos de aro no volante, podendo estar sobre ou sob. Apenas com um toque, uma simples pressão, a velocidade aumenta. Para o freio, há somente o modelo de alavanca, feito inteiramente de alumínio e revestido de borracha.

Essas oito opções citadas variam de R$ 1.600 a R$ 6.000. A garantia é de um ano.

Outra adaptação requisitada é a embreagem, a com mais saída é a automática progressiva, a qual custa cerca de R$ 4.000. O acionamento do pedal da embreagem dá-se quando o motorista encosta a mão no câmbio. Isso acontece devido a instalação de um sensor infra-vermelho na manopla que é ativado com o calor da mão.

Quanto à embreagem eletrônica, a diferença está que o seu acionamento é feito por um motor elétrico e uma central eletrônica que pode ser programada, podendo ter o seu desempenho personalizado. Esse modelo custa R$ 6.000 e, inclusive, é o serviço cuja instalação mais demora, em média três dias.

Além desses produtos, há ainda alavanca do freio de estacionamento, pomos giratórios, central de comandos elétricos localizados no pomo do volante, inversão de pedal, prolongamento de pedais e bancos giratórios.

A revisão é indicada a cada seis meses, para saber se não há nenhum cabo desgastado.

Voltando atrás

Independente de modelo, potência e tamanho do carro, essas adaptações podem ser feitas. Todas também são reversíveis, tanto de forma momentânea para outro dirigir, como definitiva para vender o carro.

O equipamento pode ser ainda reaproveitado inteiramente ou parcial. Se for trocar de veículo, todas as peças da adaptação são analisadas. As que estão em bom estado podem ser reinstalas no carro comprado, senão são trocadas por novas.

Agendamento

Por enquanto, apenas a filial localizada no bairro Damas está realizando os serviços voltados para a adaptação de veículos. É orientado ao cliente marcar previamente o atendimento, tanto para saber se todas as peças necessárias têm em estoque na oficina, como também para reservarem o espaço para o serviço, já que ele demanda de um a três dias de mão de obra. Quando não disponível, a chegada é em dois dias.

sábado, 9 de novembro de 2013

Aproveitando a ocasião [☑]

Como todo esse movimento desde o fim de semana, não posso deixar passar em branco as marcas que "agregaram valor" a sua publicidade. Não entenderam? Como assim não viram os 10 mandamentos do Rei do Camarote, o empresário Alexander de Almeida? Para esta quarta, reservei dois cartazes que souberam aproveitar a oportunidade e fama de um vídeo muito clicado esta semana e usar a seu favor.




sábado, 2 de novembro de 2013

- Passa a beleza! [☑]

Em tempo de violência, esta propaganda do Axe combinou perfeitamente. Com seu eterno discurso que o desodorante ajuda na sedução (até mesmo quando a fragrância está no cabide), dessa vez a aposta foi mais feliz, do que as campanhas anteriores.


sábado, 26 de outubro de 2013

Um, dos, tres [☑][☒]

Ok, ok. Estou entendendo. A necessidade de tornar-se um viral a todo custo e apostar em elementos um tanto estranho para conseguir isso está virando obsessão das montadoras de carros, em particular. A vez agora é do Fiat Strada 2014. A música encaixou-se perfeitamente com a grande novidade do automóvel: um utilitário de três portas. No entanto, a paródia feita com a letra ficou um tanto quanto inadequada em alguns momentos, diria até apelativa ao teor sexual. Isso foi desnecessário. Poderia continuar com a proposta de brincar com a música, como acontece no final. Mesmo com esse apesar, polegar para cima.



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Volvo renova linha 60R-Design com foco em mais tecnologia

 
Família 60 e V40 recebem mudanças em sua linha R-Design. Agora, estão com mais tecnologia, como o detector de ciclistas e o opcional de multimídia

Alinha 60 R-Design recebeu novos toques no seu visual. No exterior, o friso cromado que existia em volta da grade foi removido e o logotipo está maior. Os seus modelos vêm com um conjunto específico de para-choques e difusor de ar na peça traseira, que também incorpora as saídas de escapamento cromadas.
Os lavadores de para-brisa estão agora mais discretos. Antes visíveis, foram deslocados para a parte inferior do capô.

Ele está um pouco mais baixo, com o R-Design Sport chassis, as molas e os amortecedores reduziram a altura do solo em 15mm, comparado aos modelos convencionais.

As rodas variam conforme a versão. São Ixion 18" nos S60 e V60 com motor 2.0 e Ixion 19" nas versões com motor 3.0. Para o XC60, é Cratus de 20" no motor de 240cv e Ixion no com potência de 340cv.

No interior, a grande novidade está no volante. A linha 2014 traz, pela primeira vez em um Volvo, os paddle shift. Por enquanto, disponíveis apenas nas versões equipadas com motor 3.0 de 304cv.

Com a sua adoção, a aceleração ficou maior. O S60 T6 alcança os 100km/h em 5,9s, contra 6,1s de antes, o V60 marca 6,0s, contra 6,2s, e o XC60 gasta 6,9 contra 7,3s.

O painel do R-Design agora é personalizado, estilo o qual estreou no V40. Isso significa que é possível mudar a sua visualização. No caso, são três: Elegance (fundo azul nos instrumentos), Eco (mostra as formas mais econômicas de condução) e Performance (o conta-giros assume o lugar do velocímetro e a iluminação fica vermelha).

Além da família 60, outro número também carrega na gama a versão R-Design, o V40.


Mais segurança

O sistema City Safety que reconhece pedestres e objetos já é um conhecido da Volvo. Mas, agora, ele atua em velocidades de até 50km/h. O mesmo acontece com o novo sistema que o R-Design traz: o detector de ciclistas. Com essa velocidade ou uma relativa de até 15km/h, o dispositivo percebe a presença da bicicleta e, em uma situação de risco, freia automaticamente para evitar o possível atropelamento. Ele vem de série em toda a linha.

Além disso, os carros contam com airbags laterais e frontais, freios ABS com EBA (Assistente de frenagem de emergência), freio de estacionamento elétrico e controle anticapotamento (RSC), de tração e de estabilidade (DSTC).

Tecnologia a parte

Para complementar os equipamentos, há o sistema Sensus Connected Touch como opção de acessório. O investimento é de R$7.190,00. Com esse dispositivo de multimídia é possível, usando a conexão de internet de um modem ou celular, acessar redes sociais e e-mails. A interface usa tecnologia android, sendo possível baixar aplicativos. A tela é touch screen de sete polegadas.

A repórter viajou a Campinas (SP) a convite da Volvo

CAMILA MARCELO* 

Bicicletas com grife ganham charme de supermarcas

Bikes garantem mobilidade, são ecológicas e ainda levam o estilo de marcas automotivas

A fama no mundo das quatro rodas é levada ao de duas rodas. Mas não estamos falando das motocicletas e, sim, das "magrelas". Para os amantes de carros, a Ferrari é sonho de consumo. No segmento das bicicletas não é diferente. Seja pelo reconhecimento atribuído ao nome, seja pela proposta de desempenho.

Desde os 18 anos, Jarbas Studart pôs em prática o interesse em colecionar carros antigos, fazendo o oposto do que os jovens da sua idade: comprando um Volks antigo ao invés de pedir um zero quilômetro ao seu pai.

Em 2010, ele viu nas bicicletas uma forma mais compacta e interessante de estender o seu interesse em colecionar automóveis. A primeira, para matar os seus desejos, foi a edição limitada da Ferrari feita em parceria com a fabricante Colnago, a Di2. Ela possui estrutura de fibra de carbono, desenvolvida na aeronáutica, e que fortalece o quadro sem prejudicar no peso do produto. Apenas 6 quilos no total. Ainda são de fibra de carbono as rodas e os eixos.

Além da Ferrari, há ainda a sua Fiat 500 dobrável, que ele faz questão de guardá-la no porta-malas do carro que originou o nome da bicicleta. "O selim da minha é de couro e o punho e a bolsinha de ferramentas de couro da marca Brooks", descreve. Ela veio direto da Itália por US$ 2.200. A facilidade na condução e no "estacionamento" é o que a assemelha ao seu veículo inspirador, conforme conta Jarbas.

Além dessas da categoria ligada ao meio automotivo, há ainda outras bicicletas na sua coleção. A Brasiliana 63 foi a primeira, que ele comprou em Santana do Acaraú. Porém, logo depois ele trocou por uma 64 restaurada. Além disso há ainda duas Caloi 10, uma da década de 70 e outra de 80.

"Elas me fizeram voltar ao meu passado de adolescente, que era um sonho, e na época eu tive uma. Como saudosista que sou, comprei a Caloi 10", relata Jarbas.

Durante passeios feitos com suas magrelas, não são raros os comentários e pedidos de bater uma foto por parte dos pedestres. "As pessoas que viveram a época da Brasiliana ou da Caloi - elas trazem um saudosismo. Quando eu ando com a Ferrari, causa um chamar de atenção diferente, nunca imaginavam que essa marca fosse produzir uma bicicleta", comenta.

Cuidados

Sim, elas não ficam só estacionadas. Não é porque é de coleção que as bicicletas ficam apenas encostadas como artigo de exposição. Todo domingo, Jarbas não dispensa um passeio pelo Centro de Fortaleza.

Ele reveza a Ferrari com os seus outros dois xodós: Caloi 10 e Brasiliana. A Fiat 500, por ser a última aquisição, ainda está guardada, essa ele está com pena de usar, como ele próprio brinca.

"A falta de uso é pior do que o uso. Então, as coisas antigas devem ser usadas. O fato de usar, faz é melhorá-la. É como o corpo humano, precisa estar em constante movimento. O risco que se corre é o desgaste natural das peças, que você repõe, mas com a globalização é possível comprar as peças em qualquer lugar", ressalta.

Ao fim de cada passeio, nada de só encostá-la para usar outro dia. "Depois que ando, ao chegar em casa, faço questão de limpá-las. Passo um pano com um pouco de querosene. Mantenho sempre encerada com cera de carnaúba. Depois, eu procuro passar um pouco do óleo WD40 em um pano seco, para deixar as peças sempre lubrificadas. Na pintura, protege contra a maresia, uma vez que aqui a gente sofre com uma maresia muito forte, independente de onde você more", detalha.

Próxima da lista

Depois dessas duas bicicletas de marca automotiva, a próxima aquisição já está em vista: uma da Renault ou, então, da Land Rover. Para escolher ele considera o preço como também a facilidade em encontrar no mercado brasileiro.

Na internet, não é difícil encontrar opções de bicicletas de marcas automotivas famosas. Excetuando essas quatro já citadas na matéria, há ainda modelos como o da BMW e Audi.

Recentemente, a Ford lançou no Brasil uma bicicleta elétrica: a Villaggio. Ela será montada em São Paulo. O motor tem 250 watts de potência e é instalado na roda dianteira, a bateria é bivolt. Veja mais detalhes do modelo no quadro abaixo.

FIQUE POR DENTRO

Fortaleza em breve terá o seu "Clube do Pedal"

Este mês aconteceu o "I Encontro e Passeio de Bicicletas Antigas de Fortaleza". Na ocasião, foi divulgado o interesse em criar um "Clube do Pedal", para reunir amantes das magrelas, assim como há os grupos de carros antigos.

Um dos organizadores é João Júlio de Holanda. Segundo ele, na ocasião, registraram pelo menos vinte "antigociclistas", como prefere descrevê-los. "Já estamos catalogando os acervos estaduais por cidade/colecionador", acrescenta.

Para o colecionador Jarbas Studart, além desse grupo, seria interessante montar um voltado a quem gosta de bicicletas de marcas automotivas. "Já que Fortaleza é um celeiro de grupos, eu queria convidar pessoas que tenham interesse para que a gente possa montar um clube de grandes marcas de carros de bicicletas", deixa o apelo.


- Diário do Nordeste (Auto) -

Para além do seguro automotivo

Com pouco tempo no endereço novo, Tadeu Automóveis investiu no ramo de seguros, agora com 1 ano de estrada 

Em dezembro Tadeu Torres completa trinta anos de trabalho no meio automotivo, vinte de loja e mais de um ano no novo endereço da empresa. Com esses números, só há motivo de celebração. Com a nova estrutura, veio logo depois mais um novo serviço ofertado: o seguro.

Inicialmente, o foco era seguro automotivo. Porém, outros já estão sendo oferecidos aos clientes. "Tem seguro de vida, casa, previdência, saúde, empresarial. É todo tipo de seguro e trabalhamos com todas as companhias", completa.

O tempo de estrada no segmento é pouco, mas isso não foi empecilho para ter muitos clientes rapidamente. O segredo foi a credibilidade e a boa reputação já adquirida pelos seus anos de vendas de carros. "Pessoas que eram clientes, quando souberam que tínhamos o serviço de seguros, mudaram para fazer com a gente", conta.

Por esse leque de clientes, como ele fala, "amigos da família Tadeu Automóveis", ele diz que conseguiu em um ano um patamar que muitas outras empresas levaram mais tempo para conseguir. Inclusive, a ideia de montar a corretora de seguros foi dada e ainda incentivada pelos clientes.

Quanto ao mercado, Tadeu explica que está em crescimento. "Devido a violência existente, todo mundo quer assegurar o bem", acrescenta. Independente de ano, tipo ou modelo de veículo, as pessoas querem proteção nos 365 dias do ano.

Semi-novos

Quanto a sua especialidade, o mercado está instável, com melhoras nesses últimos meses, segundo analisa Tadeu. Entretanto, contrário a essa maré, felizmente, não falta cliente circulando na empresa.

"Graças a Deus, a gente tem uma frequência constante devido aos anos de trabalho, as indicações de cliente", aponta. Mesmo com muito veículo na rua, sempre tem quem queira comprar o seu automóvel. "Às vezes as pessoas não tem um imóvel, mas tem o primeiro carro. Antes de qualquer coisa, pensa ter o carro", destaca.

O interesse nos seminovos dos que procuram está em querer um carro mais completo usado com preço de um "pelado" zero quilômetro. Todas as versões vendidas na loja são analisadas e revisadas para manter um padrão de qualidade. A garantia é 3 meses ou cinco mil quilômetros. "Mas, eu nunca deixo o meu cliente na mão. Sempre que dá alguma coisa, resolvo, conserto".

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Nova geração

Com visual renovado, o modelo global chega nesta quarta às concessionárias com detalhes exclusivos ao mercado brasileiro

A Nissan apresentou o Sentra ao mercado brasileiro no Rio de Janeiro. Desde 2004, é verdade, o modelo encontra-se no País, quando foi mostrado pela primeira vez na quinta geração. No entanto, com o mote "um sedan feito do zero", é como se outro com um nome já conhecido fosse apresentado.

Em sua sétima geração, o veículo traz um visual mais dinâmico. Mais do que estética, as linhas da carroceria permitiram chegar a um coeficiente de arrasto menor que o da geração anterior. É de 0,29 contra 0,34 do passado. Além disso, o novo formato permitiu estender a traseira, solução que aumentou 61 litros a mais a capacidade do porta-malas, agora com 503.

Com o ar refinado, mas a vantagem de ser de série, estão os detalhes: maçanetas cromadas, faróis de neblina no para-choque e retrovisores externos com luzes indicadoras integradas na cor do veículo e rebatíveis.

No interior, conforto é a palavra-chave. O espaço para as pernas no banco traseiro aumentou, agora é 95cm, resultado de um entre-eixos de 2,70m. Para o motorista, há o ajuste de altura do assento e também da coluna da direção, que ainda pode ser regulada na profundidade.

Com a nossa cara

Apesar de ser global, vendido em mais de 120 países, há detalhes exclusivos ao Brasil, a começar pela suspensão. A engenharia da Nissan reforçou a barra estabilizadora da suspensão traseira e melhorou o embuchamento de rolamentos e dos amortecedores para aperfeiçoar a dirigibilidade e reduzir muito o efeito de ressonância/trepidação no interior.

Outra ressalva foi o encosto central no banco traseiro, item que não vem nos EUA.

O motor e câmbio são resquícios do Sentra anterior, porém foram repaginados e ganharam nota "A" dentro do Programa Brasileiro de Etiquetagem do INMETRO, tanto nas versões equipadas com o câmbio manual de seis velocidades (S) como nas com câmbio CVT (SV e SL).

Esse motor, o qual é uma variação do utilizado na família Tiida e Livina, está nas três versões do Sentra. É 2.0, s válvulas, biocombustível, quatro cilindros. Inclusive, ele também é exclusivo.

"O Brasil é o único país do mundo a ter um Sentra 2.0. O resto tem 1.8 litros. Isso foi outro elemento do carro bem claro que a Nissan está considerando as variações específicas do mercado brasileiro", ressalta o gerente de produto, Alexandre Clemes.

De fábrica

Dentre os itens de série, a versão de entrada tem direção elétrica, sistema de partida a frio, volante de couro, airbags frontais, freios ABS e bluetooth com comandos no volante. A intermediária tem piloto automático e ar de duas zonas. A top de linha traz teto solar com controle elétrico, sensor de estacionamento, airbags laterais e de cortina, sensor crepuscular e GPS. A expectativa é de 50% em vendas do intermediário e 40% da top.

Planos até 2016

Há dez anos, a marca japonesa produz em São José dos Pinhais, no Paraná. No primeiro semestre de 2014, com investimento de R$ 2,6 bilhões, uma nova fábrica entrará em operação. Será em Resende, no Rio de Janeiro.

A capacidade é de 200 mil carros por ano. Inicialmente, será produzido o March. Em seguida, sem data definida, será o sedan médio Versa.

O crescimento também será de concessionárias. Hoje são 166 lojas. O plano é aumentar para 240 até 2016. O objetivo da Nissan é atingir 5% de participação de mercado nos próximos três anos. Outra novidade é que em 2014 chega o Juke e o Nismo no Brasil.

CAMILA MARCELO*
REPÓRTER

*A repórter viajou ao Rio de Janeiro (RJ) a convite da Nissan

Atenção motoboys/taxistas!

O curso é obrigatório e é ofertado gratuitamente. Ainda assim está baixa a procura dos motoboys e dos mototaxistas

O curso para motofretista e mototaxista é obrigatório e está sendo ofertado, desde 9 de setembro, em onze Centros de Formação de Condutores (CFCs), sendo seis em Fortaleza e cinco no interior. Porém, ainda que seja gratuito, a procura está baixa.

Se antes a pré-inscrição contabilizava mais de quatro mil, o dado atual de inscritos só contabiliza 500 pessoas. Lembrando que a previsão anual é de atender 40 mil beneficiários.

Segundo o presidente do Sindicato dos Motoboys, Clauberto Almeida (Betão), a razão do baixo interesse está no costume brasileiro em deixar tudo para o última momento.

"Antes tinham a desculpa de não haver curso ou auto escola suficiente oferecendo, mas agora tem, então eles têm que fazer", destaca.

Mesmo sendo ministrado em poucos dias, nenhum certificado de conclusão foi emitido. A razão está na demora para formar a listagem de interessados.

No caso da Auto Escola Santos, apenas nesses últimos dias eles estão conseguindo finalizar a primeira turma de cada uma das categorias. Infelizmente, o máximo de trinta alunos por sala não foi atingido. Ao final, serão apenas 18 motofretistas e 15 mototaxistas com o curso, enfim, finalizado.

Além da baixa demanda, faz parte ainda do processo a verificação de dados dos interessados, o que também prolonga o intervalo de tempo da inscrição para a execução do curso.

Conforme Edinir Mota, diretora de ensino da Santos, o procedimento atual é reunir vinte e cinco alunos em uma lista e enviar ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para a documentação deles serem analisadas. Havendo alguma pendência, o órgão avisa quem pode ou não fazer o curso.

Só depois do retorno do Detran, ela comunica aos que foram selecionados quando o curso irá começar.

Mais de um mês de início das aulas, conseguiram formar a segunda listagem de cada categoria. No começo, de acordo com ela, há uma resistência dos profissionais. Mas, depois que terminam, eles não ficam arrependidos de terem feito. "Eles dizem ´eu pensava que sabia de tudo, agora tô vendo que não sabia de nada´", afirma.

Cinco dias

O curso resume-se a trinta horas e três módulos. O primeiro é o básico com carga de vinte horas. Ele contempla as disciplinas de noções básicas de legislação, gestão do risco sobre duas rodas, ética e cidadania na atividade profissional, além de segurança e saúde.

O segundo, específico, aborda o transporte de pessoas ou cargas, dependendo quem seja os alunos. Por último, há a parte prática de pilotagem profissional. São cinco horas de duração cada. A presença tem controle por biometria.

Quem não tiver o certificado, não pode renovar a categoria A para atividade remunerada. A fiscalização está prevista para ser feita em novembro. O descumprimento acarreta multa de R$ 53,00 e três pontos. Na capital, os CFCs são Aldeota Filial e Matriz, Bosco, Novo Nordeste, Santos e Talento.

Mais informações

É preciso fazer o cadastro no site do Detran, antes de procurar o CFC de sua preferência: http://portal.detran.ce.gov.br/index.php/inscricao-promotos

- Diário do Nordeste (Auto) - 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Zoológico mais explorado #7

O sol neste dia foi mais impiedoso. Porém, ainda assim, o Animal Kingdom foi especial e muito bem aproveitado. Felizmente, diferente do Busch Garden, conseguimos aproveitar tanto o quesito zoológico como também o lado divertido. 

Vou começar pela aventura dos brinquedos. Depois de toda a publicidade sobre o Expedition Everest feita pelo namorado, com direito a vídeos na internet para comprovar a emoção, a minha expectativa era grande, estava louca para gritar. Fiz até questão de pegar o Fastpass, para garantir uma fila menor. Bem, na hora, não tão empolgante como imaginava. É legal, mas já senti emoções maiores. Na hora em que ele faz o percurso de ré, pensei que seria mais assustador, porém não foi tanto assim.


No Kali River Rapids a fila é incrivelmente grande. No entanto, graças ao Fastpass não ficamos muito tempo esperando. Amém. Sem demora, o brinquedo já não valeu tanto a pena. Se tivéssemos horas e horas, o arrependimento seria grande, bem maior. Foi molhar-se à toa, sem grandes surpresas e emoção para compensar. O Primeval Whirl é bestinha, mas estando sem fila é interessante para passar o tempo. Quanto ao DINOSAUR, o interessante dele é a qualidade da recriação dos dinossauros, sempre muito bem feito e realista.

Na parte do zoológico, nada a reclamar. Eu adoro um bom passeio para ver os animais. Para completar a programação, assisti o It's Tough to be a Bug! sobre s vida dos insetos. Infelizmente, só descobri quando estava saindo sobre o Festival of the Lion King, que acho ser um show de marionetes sobre o Rei Leão, então não assisti e fiquei só na vontade.

Um ponto fortíssimo no parque é a árvore da vida que tem os animais entalhados nela. É incrivelmente bonito e marcante. Além da própria árvore, há um caminho próximo a ela que foram entalhados nas laterais do caminho. Lindíssimo! É o Discovery Island Trails.

↑ Árvore da Vida (Tree of Life) / It's Tough to be a Bug!
↓ Kali River Rapids

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Muita ação, mas sem tanto frio na barriga #6

Em cada centímetro quadrado da Universal Studios vieram a tona centenas de cenas de filmes assistidos em meus vinte e três anos. Desde aflição ao ouvir a famosa trilha sonora do tubarão até empolgação ao ver o Arnold Schwarzenegger em seu papel de Exterminador foram novamente sentidos enquanto passava pelo parque temático.

O único arrependimento foi não ter assistido ao Meu Malvado Favorito em 3D. Tirando isso, fomos em todas as atrações da nossa lista. A começar estava Twister...Ride it out, o qual simula um tornado. É MUITO BEM FEITO! Sem continuar pela ordem, quero listar os meus favoritos:

  • The Simpsons Ride: A fila era grande e, por fora, até mesmo segundos antes de ser chamada na fila, não parecia ser tão bom. Cada grupo ia em grupo para um "quarto". "O que poderia ser isso?" Pensava. Bem, o destino era um simulador que, pela fidelidade com a realidade, pode ser dito como uma montanha-russa a mais do parque.
  • E.T Adventure: O passeio feito contextualizado com o passeio do E.T no filme foi melhor do que imaginava porque nossos acentos são bicicletas. Quem diria que também podemos pedalar e voar também? Foi muito bonito e, o melhor, a fila não demorou tanto.
  • Transformers: A atração diz-se 3D, porém a sensação é de 4D. Parece que estamos a todo momento dentro de um transformer ou, então, apoiados em seu ombro. Para quem assistiu o filme e gostou, o momento fica melhor ainda. Na saída, ainda é possível bater uma foto com um deles.
  • Terminator 2: Sou suspeita para falar. Estávamos sentados em uma sala de cinema, não era um simulador, como estava tão bem mal acostumada. Mas, mesmo assim, só de rever a cena de meu ator querido, compensou ser apenas 3D.
O Men in Black tinha tudo para ser bom, afinal, eu adoro brincadeiras de competição de atirar. No entanto, enquanto atirávamos, parecia não contabilizar os acertos. Durante ficou muito confuso quem acertou o quê, no final foi mais ainda. Se não fosse por isso, teria sido só diversão.

Contrário do seu companheiro de parque, o Universal Studios tem apenas uma montanha-russa. De longe, ela não assusta nada. Porém, foi só chegar pertinho que tudo mudou. Um friozinho na barriga foi sentido de leve. O Hollywood Rip Ride Rockit parecia ser um brinquedo comum, como qualquer outro, mas ao chegar na fila descobri que ela tinha um detalhe que fazia toda a diferença. 

Cada cadeira, além da proteção do corpo, tinha ainda um fone de ouvido especial. Entre subidas, decidas e looping, cada um pode escolher uma música em particular e personalizar a descida na montanha-russa. Em homenagem à minha mãe que ama I Will Survive, eu a coloquei para tocar. FOI MARAVILHOSO! Cantei muito enquanto girava.

Depois da descida, chegou a vez do Universal's Cinematic Spetacular, que pode ser visto em qualquer ponto ao redor da lagoa. É interessante, mas depois de ter visto o show do Magic Kingdom, esse fica fichinha. Além do mais, o cheiro da lagoa também não estava nada agradável.

Além do primeiro arrependimento citado, eu teria feito diferente nesse dia e ficado um pouco mais de tempo em downtown. Ao invés disso, tive de ir devido ao horário do tranfer. Infelizmente, deixei de ver vários bares e restaurantes temáticos incríveis, como o da NBA e o Hard Rock Cafe.

↑ The Simpsons Ride / E.T Adventure / Transformers / Terminator 2 / Hollywood Rip Ride Rockit
↓O fato de não ter mais o brinquedo do filme Tubarão

domingo, 6 de outubro de 2013

...

A felicidade assusta, 
porém, 
até alcançá-la, 
vivemos com medo do percurso. 
Nesse ciclo, 
de receio sobrevivemos. 
Não saber 
o que nos espera 
ou
se está bom da maneira a qual nos encontramos 
também dá temor, 
mas ao mesmo tempo não queremos palmas da mão lidas ou bolas iluminadas. 
Saber
tira a graça 
do bom 
e estraga 
quando ruim. 
Enfim, parece que todos nós homens somos mulheres.

sábado, 5 de outubro de 2013

Galinha dançante [☑][☒]

A marca é referência de luxo, mas que a Mercedes está querendo popularizar-se, tudo leva a crer com seus últimos comerciais. Primeiro usou a música Lelek Lek Lek para lançar o Classe A, agora pôs uma galinha para dançar a canção Upside Down, de Diana Rosspara, a fim de exemplificar como funciona o Controle Mágico com o Corpo (Magic Body Control, no original em inglês). Passaram a mensagem e conseguiram até ontem (desde a publicação no dia 29 de setembro) mais de três mil e oitocentos acessos. Ainda ficou interessante a explicação do sistema, mas, não sei porque, achei muito apelativo para tornar-se viral. Não combinou com o estilo elite que a montadora sempre esbanjou. Eles já estão no limite entre o interessante do viral e uma tentativa frustrada.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Diversão múltipla #5

O Hollywood Studios pode ser definido em diversão no tamanho perfeito. Este foi o parque em que foi possível ver todas as atrações, comer tranquilo e ainda repetir as que mais gostamos. No entanto, a dica é conferir o "show times" das atrações e ir primeiro nessas apresentações com hora marcada para não ter perigo de perder nada. A principal é a Ligths, Motors, Action! Extreme Stunt Show, a qual mostra os bastidores de uma gravação de um filme de perseguição. É muito bom!

Normalmente, eles só têm dois horários, menos na segunda na qual são três. A orientação - acredite, por experiência própria - é ir logo às 13h20 (ou 11h50 no caso de segunda), para garantir que irá assistir toda a performance. Se houver qualquer dúvida que irá chover, o show é cancelado. No meu caso, quase no fim da apresentação, souberam da possibilidade de chuva e não fizeram o número com o jet ski. Ainda bem que a melhor parte é o início! 

O pior dessa história é que foi alarme falso. O céu estava cinza, mas era só ameaça. Não caiu nenhuma gota de chuva e eu fiquei sem meu final. Por isso, deixo o alerta. Corra para ver logo cedo, pois a chuva é mais comum no verão no final da tarde.

Aproveitando o quesito apresentações, indico também o Indiana Jones Epic Stunt Spectacular. Assim como outro, ele também mostra os bastidores, só que as cenas são do filme Indiana Jones. Para quem não fala inglês, algumas partes ficam um pouco monótonas quando os atores conversam com o público explicando o que estão fazendo. Todavia, as partes de ação compensam qualquer possível tédio.

Aos que não gostam e principalmente aos que AMAM os filmes da Disney, eu super recomendo Voyage of The Little Mermaid e Beauty and the Beast - Live on Stage. São apresentações compactas das músicas e cenas de cada musical. É muito lindo e, particularmente, gostei mais do primeiro.

Do começo 
Garantir o Fastpass logo ao chegar no parque é uma boa tática, mas melhor ainda é aproveitar as filas pequenas. Foi o que fizemos. Para começar fomos na qual há mais visitantes, mas que, por um milagre, estava sem filas: Star Tours - The Adventures Continue. 

Para os que nunca tiveram uma experiência anterior de 3D, só a enganação das nossas salas de cinema, então o simulador é muito bom. Principalmente para os fãs desse filme. Porém, não gosto muito de Star Wars e, depois do Harry Potter no Islands of Adventure, tudo ficou muito simples. É até bom deixar esse parque para os dias finais. Mas, ainda assim, não deixa de ser uma boa atração! Digo o mesmo para o Muppet Vision 3D.

Outro passatempo interessante foi toda a história do criador do parque no espaço Walt Disney: One Man's Dream. Além disso, incluo também nesse item o The Great Movie Ride, o qual realiza um passeio em uma jornada pelos famosos filmes de Hollywood.

No aspecto emoção, há três boas opções. Por ordem de diversão e intensidade, inicio com a disputa amigável em Toy Story Midway Mania. Em seguida, há a surpreendente Rock'n Roller Coaster Starring Aerosmith. De fora, não há nenhum sinal da montanha-russa que aguarda os visitantes. Por isso, pela surpresa, ela fez-me gritar. Aliás, mesmo que não dê medo, é MUITO BOM GRITAR, eu recomendo sempre, sem medidas. Por último, está - LÓGICO - o The Twillight Tower of Terror. 

Cada porta de elevador, uma sequência diferente de queda. MUITO BOM! A melhor posição é a fila da frente, a emoção é bem maior. Se for possível, vá em cada um. Eu fui em três, cada descida é um medo diferente.

De sem graça, ressalto apenas The Legend of Captain Jack Sparrow, ao contrário do Pirates of The Caribbean do Magic Kingdom, esse não compensa a espera se a fila estiver grande. Acredite em mim! Para quem entende bem inglês, é legal o The Magic of Disney Animation, que conta como o Mushu da Mulan ganhou vida. Inclusive é ele a estrela da atração. Antes de pôr o ponto final, quero destacar ainda os cenários dispostos em alguns espaços do parque. Rende ótimas fotografias.


↑ The Twillight Tower of Terror / Rock'n Roller Coaster Starring Aerosmith / Ligths, Motors, Action! Extreme Stunt Show
↓ The Legend of Captain Jack Sparrow
 
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