Noites de insônia, livros espalhados na cama e ansiedade pela prova podem até acontecer enquanto se está na universidade, mas nada se compara ao terceiro ano do ensino médio. Dias antes do vestibular, os nervos ficam alterados e todos os sentimentos são extremos, da raiva à felicidade.
Acordei ontem cedo para o Vestibular da Unifor. Foi estranho e ao mesmo tempo maravilhoso estar do outro lado. Excetuando querer chegar no horário marcado, não tinha nenhuma preocupação. Estava morrendo de sono, mas fiquei de prontidão para receber os pré-universitários.
Vinte alunos na sala e não havia um padrão entre eles. Tinham altos, baixos, homens, mulheres e uma variação de idade, provavelmente, dos 16 aos 30. Entretanto, em algo se assemelhavam: o nervosismo. A prova, simplesmente, já proporcionava esse sentimento, mas quando um deles percebia que algum documento havia sido esquecido ou que cometeu algum erro ao preencher a ficha de repostas, o medo pela reprovação antes do prazo aparecia.
Houve quase todos os exemplos de reações na sala 78. Chocolate e barras de cereais para acalmar o estômago, vontade de ir ao banheiro, pessoas quase debruçadas sob suas provas, objetos caindo a cada minuto e um pano para enxugar as lágrimas. Felizmente, nenhum "pescador" apareceu ou quis se pronunciar durante a avaliação, o que facilitou o meu dia.
Não precisei usar óculos escuros para não mostrar onde os meus olhos estavam vigiando. Um tom de autoridade ficou guardado para outra ocasião e o de repreensão também. As únicas palavras que queria pronunciar - e falei ao final do dia - foram as que pensei ser as necessárias para acalmar a mente aflita daqueles que faziam a prova: "boa sorte".
Acordei ontem cedo para o Vestibular da Unifor. Foi estranho e ao mesmo tempo maravilhoso estar do outro lado. Excetuando querer chegar no horário marcado, não tinha nenhuma preocupação. Estava morrendo de sono, mas fiquei de prontidão para receber os pré-universitários.
Vinte alunos na sala e não havia um padrão entre eles. Tinham altos, baixos, homens, mulheres e uma variação de idade, provavelmente, dos 16 aos 30. Entretanto, em algo se assemelhavam: o nervosismo. A prova, simplesmente, já proporcionava esse sentimento, mas quando um deles percebia que algum documento havia sido esquecido ou que cometeu algum erro ao preencher a ficha de repostas, o medo pela reprovação antes do prazo aparecia.
Houve quase todos os exemplos de reações na sala 78. Chocolate e barras de cereais para acalmar o estômago, vontade de ir ao banheiro, pessoas quase debruçadas sob suas provas, objetos caindo a cada minuto e um pano para enxugar as lágrimas. Felizmente, nenhum "pescador" apareceu ou quis se pronunciar durante a avaliação, o que facilitou o meu dia.
Não precisei usar óculos escuros para não mostrar onde os meus olhos estavam vigiando. Um tom de autoridade ficou guardado para outra ocasião e o de repreensão também. As únicas palavras que queria pronunciar - e falei ao final do dia - foram as que pensei ser as necessárias para acalmar a mente aflita daqueles que faziam a prova: "boa sorte".





