Dias sufocantes, saindo de manhã cedo e chegando tarde. Ontem, pensava que seria uma quinta-feira apenas exaustiva, quando descubro que Michel Jackson morreu. Quem deixou? Achei um absurdo, um fato bem improvável, como quando soube da morte da Cássia Eller. Tudo bem que ele não diminuiu a fome ou a guerra do mundo ou que certos acontecimentos passados não o deixe ser lembrado somente pelo seu sucesso na música, entretanto, ele marcou a minha infância, como quando praticava os passos para trás, o famoso moonwalker. Não lembro o motivo exato de ele chamar minha atenção, hoje talvez seria por ele ser completo no ramo cultural - ele cantava, compunha suas músicas, ajudava na produção dos clips, dançava, ou seja, envolvia-se inteiramente no que gostava.
A dúvida, no momento, é se fico mais surpresa pelo inesperado acidente irreversível do declarado rei do pop ou pela agilidade e eficiência da rede de televisão. Vinte e quatro horas depois da confirmação e já temos um especial sobre a vida e minutos pós-morte do Michel Jackson. Tomara que a mídia não transforme a homenagem em tédio, como costuma fazer ao expor excessivamente o mesmo tema em vários programas, por vários dias.
Agora, um outra questão, será que eu ter sonhado na última quarta-feira que um ente querido havia morrido era um sinal de uma breve tragédia? Muito egoísmo da minha parte achar que o aviso viria só para mim?
A dúvida, no momento, é se fico mais surpresa pelo inesperado acidente irreversível do declarado rei do pop ou pela agilidade e eficiência da rede de televisão. Vinte e quatro horas depois da confirmação e já temos um especial sobre a vida e minutos pós-morte do Michel Jackson. Tomara que a mídia não transforme a homenagem em tédio, como costuma fazer ao expor excessivamente o mesmo tema em vários programas, por vários dias.
Agora, um outra questão, será que eu ter sonhado na última quarta-feira que um ente querido havia morrido era um sinal de uma breve tragédia? Muito egoísmo da minha parte achar que o aviso viria só para mim?