quarta-feira, 3 de junho de 2015

Em nossa casa [☑]

Sou daquelas que mais vejo o conteúdo do comercial do que me atento ao produto comercializado ou à marca a qual está fazendo a publicidade. Às vezes chego a lembrar da história de muitos comerciais, mas nem lembro que foi responsável por elas. Por exemplo, na campanha do Dia dos Namorados, amei a da Renner. Porém, só hoje, procurando na internet para copiar aqui no Palavras ou Máscaras, que me atentei que se tratava de uma loja de roupas e que eu recentemente coloquei outra dela no Dia das Mães. Não sei se isso é bom ou ruim, o fato de não lembrar da marca, mas pelo menos de alguma forma ela está sendo lembrada. Foi tão bonito e diferente a declaração de amor. Pareceu bem natural e real, como uma novela (sem ser a mexicana).

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Simpatia que transborda [✍]

A ficção às vezes marca parte de nossas vidas, seja preenchendo o tempo livre, seja tornando-se parte de diálogos, discussões e emoções. Da história construída, alguns personagens destacam-se mais do que outros, virando o favorito, àquele que o inspira, motiva ou de certa forma mexe com você. Depois de acompanhar, seja em filme, novela ou seriado, o ator vira muitas vezes ídolo ou desperta apenas um carinho especial por você.

Eu tenho os meus favoritos da ficção, aqueles que dou uma chance ao longa-metragem mais pelo artista do que pelo enredo em si. Depois de tanto estar "perto", com a distância de uma tela (seja ela grande ou pequena), parece até que uma intimidade, um vínculo entre os dois foi criado. Após isso, a ideia de ter algum contato com essa pessoa parece ser algo de outro mundo que, se por ventura acontecer, será um encanto na vida.

Pois bem, tenho meu sonho de encontrar a Marisa Monte, além do Maurício de Souza (que me inspirou e motivou a ler desde sempre) e por que não a Xuxa para satisfazer a minha criança interior. Esses teriam um gosto especial. O Luciano Bruno já foi riscado da minha lista e, posso dizer, de uma forma surpreendente com uma entrevista exclusiva, a qual ainda estou devendo para o Palavras ou Máscaras. 

Outros artistas também passaram pela infância, adolescência e agora juventude. Um deles foi a Deborah Secco. Ela era uma das minhas favoritas no Confissões de Adolescentes que assistia sempre ao lado de minhas irmãs. Depois passei a acompanhar algumas das suas novelas na Globo, sempre muito realista em cada personagem criado e vivido. Admirava a sua competência e imaginava que ela era simpática na vida real, como aparentava ser na ficção.

Bem, não me enganei. Em uma oportunidade durante uma festa, deparei-me com ela na multidão. Não resisti e me aproximei. Falei que tinha acompanhado o seu trabalho como a Carol no seriado e que eu adorava o trabalho dela.  Não sei se por educação ou por naturalidade, ela, muito gentilmente, falou que até hoje também assisti o seriado e foi muito simpática. Eu dei um abraço bem apertado, como se fossemos velhas conhecidas, e lógico fiz a tradicional foto de fã. 

É muito bom quando a expectativa criada corresponde com a realidade. O mesmo aconteceu com Gilberto Gil. Sinceramente, não sou de escutar muito suas músicas, mas reconheço a dimensão do seu talento. Ele parece e realmente é muito calmo, no comportamento e na fala. Sem esperar muito, fui na cara e coragem propor uma entrevista rápida com ele. Deu certo. Ele aceitou. Depois disso, ele ganhou mais uma admiradora fiel pela forma como me tratou. Já a matéria, em breve no Guia Automotivo.


 
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