sábado, 26 de outubro de 2013

Um, dos, tres [☑][☒]

Ok, ok. Estou entendendo. A necessidade de tornar-se um viral a todo custo e apostar em elementos um tanto estranho para conseguir isso está virando obsessão das montadoras de carros, em particular. A vez agora é do Fiat Strada 2014. A música encaixou-se perfeitamente com a grande novidade do automóvel: um utilitário de três portas. No entanto, a paródia feita com a letra ficou um tanto quanto inadequada em alguns momentos, diria até apelativa ao teor sexual. Isso foi desnecessário. Poderia continuar com a proposta de brincar com a música, como acontece no final. Mesmo com esse apesar, polegar para cima.



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Volvo renova linha 60R-Design com foco em mais tecnologia

 
Família 60 e V40 recebem mudanças em sua linha R-Design. Agora, estão com mais tecnologia, como o detector de ciclistas e o opcional de multimídia

Alinha 60 R-Design recebeu novos toques no seu visual. No exterior, o friso cromado que existia em volta da grade foi removido e o logotipo está maior. Os seus modelos vêm com um conjunto específico de para-choques e difusor de ar na peça traseira, que também incorpora as saídas de escapamento cromadas.
Os lavadores de para-brisa estão agora mais discretos. Antes visíveis, foram deslocados para a parte inferior do capô.

Ele está um pouco mais baixo, com o R-Design Sport chassis, as molas e os amortecedores reduziram a altura do solo em 15mm, comparado aos modelos convencionais.

As rodas variam conforme a versão. São Ixion 18" nos S60 e V60 com motor 2.0 e Ixion 19" nas versões com motor 3.0. Para o XC60, é Cratus de 20" no motor de 240cv e Ixion no com potência de 340cv.

No interior, a grande novidade está no volante. A linha 2014 traz, pela primeira vez em um Volvo, os paddle shift. Por enquanto, disponíveis apenas nas versões equipadas com motor 3.0 de 304cv.

Com a sua adoção, a aceleração ficou maior. O S60 T6 alcança os 100km/h em 5,9s, contra 6,1s de antes, o V60 marca 6,0s, contra 6,2s, e o XC60 gasta 6,9 contra 7,3s.

O painel do R-Design agora é personalizado, estilo o qual estreou no V40. Isso significa que é possível mudar a sua visualização. No caso, são três: Elegance (fundo azul nos instrumentos), Eco (mostra as formas mais econômicas de condução) e Performance (o conta-giros assume o lugar do velocímetro e a iluminação fica vermelha).

Além da família 60, outro número também carrega na gama a versão R-Design, o V40.


Mais segurança

O sistema City Safety que reconhece pedestres e objetos já é um conhecido da Volvo. Mas, agora, ele atua em velocidades de até 50km/h. O mesmo acontece com o novo sistema que o R-Design traz: o detector de ciclistas. Com essa velocidade ou uma relativa de até 15km/h, o dispositivo percebe a presença da bicicleta e, em uma situação de risco, freia automaticamente para evitar o possível atropelamento. Ele vem de série em toda a linha.

Além disso, os carros contam com airbags laterais e frontais, freios ABS com EBA (Assistente de frenagem de emergência), freio de estacionamento elétrico e controle anticapotamento (RSC), de tração e de estabilidade (DSTC).

Tecnologia a parte

Para complementar os equipamentos, há o sistema Sensus Connected Touch como opção de acessório. O investimento é de R$7.190,00. Com esse dispositivo de multimídia é possível, usando a conexão de internet de um modem ou celular, acessar redes sociais e e-mails. A interface usa tecnologia android, sendo possível baixar aplicativos. A tela é touch screen de sete polegadas.

A repórter viajou a Campinas (SP) a convite da Volvo

CAMILA MARCELO* 

Bicicletas com grife ganham charme de supermarcas

Bikes garantem mobilidade, são ecológicas e ainda levam o estilo de marcas automotivas

A fama no mundo das quatro rodas é levada ao de duas rodas. Mas não estamos falando das motocicletas e, sim, das "magrelas". Para os amantes de carros, a Ferrari é sonho de consumo. No segmento das bicicletas não é diferente. Seja pelo reconhecimento atribuído ao nome, seja pela proposta de desempenho.

Desde os 18 anos, Jarbas Studart pôs em prática o interesse em colecionar carros antigos, fazendo o oposto do que os jovens da sua idade: comprando um Volks antigo ao invés de pedir um zero quilômetro ao seu pai.

Em 2010, ele viu nas bicicletas uma forma mais compacta e interessante de estender o seu interesse em colecionar automóveis. A primeira, para matar os seus desejos, foi a edição limitada da Ferrari feita em parceria com a fabricante Colnago, a Di2. Ela possui estrutura de fibra de carbono, desenvolvida na aeronáutica, e que fortalece o quadro sem prejudicar no peso do produto. Apenas 6 quilos no total. Ainda são de fibra de carbono as rodas e os eixos.

Além da Ferrari, há ainda a sua Fiat 500 dobrável, que ele faz questão de guardá-la no porta-malas do carro que originou o nome da bicicleta. "O selim da minha é de couro e o punho e a bolsinha de ferramentas de couro da marca Brooks", descreve. Ela veio direto da Itália por US$ 2.200. A facilidade na condução e no "estacionamento" é o que a assemelha ao seu veículo inspirador, conforme conta Jarbas.

Além dessas da categoria ligada ao meio automotivo, há ainda outras bicicletas na sua coleção. A Brasiliana 63 foi a primeira, que ele comprou em Santana do Acaraú. Porém, logo depois ele trocou por uma 64 restaurada. Além disso há ainda duas Caloi 10, uma da década de 70 e outra de 80.

"Elas me fizeram voltar ao meu passado de adolescente, que era um sonho, e na época eu tive uma. Como saudosista que sou, comprei a Caloi 10", relata Jarbas.

Durante passeios feitos com suas magrelas, não são raros os comentários e pedidos de bater uma foto por parte dos pedestres. "As pessoas que viveram a época da Brasiliana ou da Caloi - elas trazem um saudosismo. Quando eu ando com a Ferrari, causa um chamar de atenção diferente, nunca imaginavam que essa marca fosse produzir uma bicicleta", comenta.

Cuidados

Sim, elas não ficam só estacionadas. Não é porque é de coleção que as bicicletas ficam apenas encostadas como artigo de exposição. Todo domingo, Jarbas não dispensa um passeio pelo Centro de Fortaleza.

Ele reveza a Ferrari com os seus outros dois xodós: Caloi 10 e Brasiliana. A Fiat 500, por ser a última aquisição, ainda está guardada, essa ele está com pena de usar, como ele próprio brinca.

"A falta de uso é pior do que o uso. Então, as coisas antigas devem ser usadas. O fato de usar, faz é melhorá-la. É como o corpo humano, precisa estar em constante movimento. O risco que se corre é o desgaste natural das peças, que você repõe, mas com a globalização é possível comprar as peças em qualquer lugar", ressalta.

Ao fim de cada passeio, nada de só encostá-la para usar outro dia. "Depois que ando, ao chegar em casa, faço questão de limpá-las. Passo um pano com um pouco de querosene. Mantenho sempre encerada com cera de carnaúba. Depois, eu procuro passar um pouco do óleo WD40 em um pano seco, para deixar as peças sempre lubrificadas. Na pintura, protege contra a maresia, uma vez que aqui a gente sofre com uma maresia muito forte, independente de onde você more", detalha.

Próxima da lista

Depois dessas duas bicicletas de marca automotiva, a próxima aquisição já está em vista: uma da Renault ou, então, da Land Rover. Para escolher ele considera o preço como também a facilidade em encontrar no mercado brasileiro.

Na internet, não é difícil encontrar opções de bicicletas de marcas automotivas famosas. Excetuando essas quatro já citadas na matéria, há ainda modelos como o da BMW e Audi.

Recentemente, a Ford lançou no Brasil uma bicicleta elétrica: a Villaggio. Ela será montada em São Paulo. O motor tem 250 watts de potência e é instalado na roda dianteira, a bateria é bivolt. Veja mais detalhes do modelo no quadro abaixo.

FIQUE POR DENTRO

Fortaleza em breve terá o seu "Clube do Pedal"

Este mês aconteceu o "I Encontro e Passeio de Bicicletas Antigas de Fortaleza". Na ocasião, foi divulgado o interesse em criar um "Clube do Pedal", para reunir amantes das magrelas, assim como há os grupos de carros antigos.

Um dos organizadores é João Júlio de Holanda. Segundo ele, na ocasião, registraram pelo menos vinte "antigociclistas", como prefere descrevê-los. "Já estamos catalogando os acervos estaduais por cidade/colecionador", acrescenta.

Para o colecionador Jarbas Studart, além desse grupo, seria interessante montar um voltado a quem gosta de bicicletas de marcas automotivas. "Já que Fortaleza é um celeiro de grupos, eu queria convidar pessoas que tenham interesse para que a gente possa montar um clube de grandes marcas de carros de bicicletas", deixa o apelo.


- Diário do Nordeste (Auto) -

Para além do seguro automotivo

Com pouco tempo no endereço novo, Tadeu Automóveis investiu no ramo de seguros, agora com 1 ano de estrada 

Em dezembro Tadeu Torres completa trinta anos de trabalho no meio automotivo, vinte de loja e mais de um ano no novo endereço da empresa. Com esses números, só há motivo de celebração. Com a nova estrutura, veio logo depois mais um novo serviço ofertado: o seguro.

Inicialmente, o foco era seguro automotivo. Porém, outros já estão sendo oferecidos aos clientes. "Tem seguro de vida, casa, previdência, saúde, empresarial. É todo tipo de seguro e trabalhamos com todas as companhias", completa.

O tempo de estrada no segmento é pouco, mas isso não foi empecilho para ter muitos clientes rapidamente. O segredo foi a credibilidade e a boa reputação já adquirida pelos seus anos de vendas de carros. "Pessoas que eram clientes, quando souberam que tínhamos o serviço de seguros, mudaram para fazer com a gente", conta.

Por esse leque de clientes, como ele fala, "amigos da família Tadeu Automóveis", ele diz que conseguiu em um ano um patamar que muitas outras empresas levaram mais tempo para conseguir. Inclusive, a ideia de montar a corretora de seguros foi dada e ainda incentivada pelos clientes.

Quanto ao mercado, Tadeu explica que está em crescimento. "Devido a violência existente, todo mundo quer assegurar o bem", acrescenta. Independente de ano, tipo ou modelo de veículo, as pessoas querem proteção nos 365 dias do ano.

Semi-novos

Quanto a sua especialidade, o mercado está instável, com melhoras nesses últimos meses, segundo analisa Tadeu. Entretanto, contrário a essa maré, felizmente, não falta cliente circulando na empresa.

"Graças a Deus, a gente tem uma frequência constante devido aos anos de trabalho, as indicações de cliente", aponta. Mesmo com muito veículo na rua, sempre tem quem queira comprar o seu automóvel. "Às vezes as pessoas não tem um imóvel, mas tem o primeiro carro. Antes de qualquer coisa, pensa ter o carro", destaca.

O interesse nos seminovos dos que procuram está em querer um carro mais completo usado com preço de um "pelado" zero quilômetro. Todas as versões vendidas na loja são analisadas e revisadas para manter um padrão de qualidade. A garantia é 3 meses ou cinco mil quilômetros. "Mas, eu nunca deixo o meu cliente na mão. Sempre que dá alguma coisa, resolvo, conserto".

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Nova geração

Com visual renovado, o modelo global chega nesta quarta às concessionárias com detalhes exclusivos ao mercado brasileiro

A Nissan apresentou o Sentra ao mercado brasileiro no Rio de Janeiro. Desde 2004, é verdade, o modelo encontra-se no País, quando foi mostrado pela primeira vez na quinta geração. No entanto, com o mote "um sedan feito do zero", é como se outro com um nome já conhecido fosse apresentado.

Em sua sétima geração, o veículo traz um visual mais dinâmico. Mais do que estética, as linhas da carroceria permitiram chegar a um coeficiente de arrasto menor que o da geração anterior. É de 0,29 contra 0,34 do passado. Além disso, o novo formato permitiu estender a traseira, solução que aumentou 61 litros a mais a capacidade do porta-malas, agora com 503.

Com o ar refinado, mas a vantagem de ser de série, estão os detalhes: maçanetas cromadas, faróis de neblina no para-choque e retrovisores externos com luzes indicadoras integradas na cor do veículo e rebatíveis.

No interior, conforto é a palavra-chave. O espaço para as pernas no banco traseiro aumentou, agora é 95cm, resultado de um entre-eixos de 2,70m. Para o motorista, há o ajuste de altura do assento e também da coluna da direção, que ainda pode ser regulada na profundidade.

Com a nossa cara

Apesar de ser global, vendido em mais de 120 países, há detalhes exclusivos ao Brasil, a começar pela suspensão. A engenharia da Nissan reforçou a barra estabilizadora da suspensão traseira e melhorou o embuchamento de rolamentos e dos amortecedores para aperfeiçoar a dirigibilidade e reduzir muito o efeito de ressonância/trepidação no interior.

Outra ressalva foi o encosto central no banco traseiro, item que não vem nos EUA.

O motor e câmbio são resquícios do Sentra anterior, porém foram repaginados e ganharam nota "A" dentro do Programa Brasileiro de Etiquetagem do INMETRO, tanto nas versões equipadas com o câmbio manual de seis velocidades (S) como nas com câmbio CVT (SV e SL).

Esse motor, o qual é uma variação do utilizado na família Tiida e Livina, está nas três versões do Sentra. É 2.0, s válvulas, biocombustível, quatro cilindros. Inclusive, ele também é exclusivo.

"O Brasil é o único país do mundo a ter um Sentra 2.0. O resto tem 1.8 litros. Isso foi outro elemento do carro bem claro que a Nissan está considerando as variações específicas do mercado brasileiro", ressalta o gerente de produto, Alexandre Clemes.

De fábrica

Dentre os itens de série, a versão de entrada tem direção elétrica, sistema de partida a frio, volante de couro, airbags frontais, freios ABS e bluetooth com comandos no volante. A intermediária tem piloto automático e ar de duas zonas. A top de linha traz teto solar com controle elétrico, sensor de estacionamento, airbags laterais e de cortina, sensor crepuscular e GPS. A expectativa é de 50% em vendas do intermediário e 40% da top.

Planos até 2016

Há dez anos, a marca japonesa produz em São José dos Pinhais, no Paraná. No primeiro semestre de 2014, com investimento de R$ 2,6 bilhões, uma nova fábrica entrará em operação. Será em Resende, no Rio de Janeiro.

A capacidade é de 200 mil carros por ano. Inicialmente, será produzido o March. Em seguida, sem data definida, será o sedan médio Versa.

O crescimento também será de concessionárias. Hoje são 166 lojas. O plano é aumentar para 240 até 2016. O objetivo da Nissan é atingir 5% de participação de mercado nos próximos três anos. Outra novidade é que em 2014 chega o Juke e o Nismo no Brasil.

CAMILA MARCELO*
REPÓRTER

*A repórter viajou ao Rio de Janeiro (RJ) a convite da Nissan

Atenção motoboys/taxistas!

O curso é obrigatório e é ofertado gratuitamente. Ainda assim está baixa a procura dos motoboys e dos mototaxistas

O curso para motofretista e mototaxista é obrigatório e está sendo ofertado, desde 9 de setembro, em onze Centros de Formação de Condutores (CFCs), sendo seis em Fortaleza e cinco no interior. Porém, ainda que seja gratuito, a procura está baixa.

Se antes a pré-inscrição contabilizava mais de quatro mil, o dado atual de inscritos só contabiliza 500 pessoas. Lembrando que a previsão anual é de atender 40 mil beneficiários.

Segundo o presidente do Sindicato dos Motoboys, Clauberto Almeida (Betão), a razão do baixo interesse está no costume brasileiro em deixar tudo para o última momento.

"Antes tinham a desculpa de não haver curso ou auto escola suficiente oferecendo, mas agora tem, então eles têm que fazer", destaca.

Mesmo sendo ministrado em poucos dias, nenhum certificado de conclusão foi emitido. A razão está na demora para formar a listagem de interessados.

No caso da Auto Escola Santos, apenas nesses últimos dias eles estão conseguindo finalizar a primeira turma de cada uma das categorias. Infelizmente, o máximo de trinta alunos por sala não foi atingido. Ao final, serão apenas 18 motofretistas e 15 mototaxistas com o curso, enfim, finalizado.

Além da baixa demanda, faz parte ainda do processo a verificação de dados dos interessados, o que também prolonga o intervalo de tempo da inscrição para a execução do curso.

Conforme Edinir Mota, diretora de ensino da Santos, o procedimento atual é reunir vinte e cinco alunos em uma lista e enviar ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para a documentação deles serem analisadas. Havendo alguma pendência, o órgão avisa quem pode ou não fazer o curso.

Só depois do retorno do Detran, ela comunica aos que foram selecionados quando o curso irá começar.

Mais de um mês de início das aulas, conseguiram formar a segunda listagem de cada categoria. No começo, de acordo com ela, há uma resistência dos profissionais. Mas, depois que terminam, eles não ficam arrependidos de terem feito. "Eles dizem ´eu pensava que sabia de tudo, agora tô vendo que não sabia de nada´", afirma.

Cinco dias

O curso resume-se a trinta horas e três módulos. O primeiro é o básico com carga de vinte horas. Ele contempla as disciplinas de noções básicas de legislação, gestão do risco sobre duas rodas, ética e cidadania na atividade profissional, além de segurança e saúde.

O segundo, específico, aborda o transporte de pessoas ou cargas, dependendo quem seja os alunos. Por último, há a parte prática de pilotagem profissional. São cinco horas de duração cada. A presença tem controle por biometria.

Quem não tiver o certificado, não pode renovar a categoria A para atividade remunerada. A fiscalização está prevista para ser feita em novembro. O descumprimento acarreta multa de R$ 53,00 e três pontos. Na capital, os CFCs são Aldeota Filial e Matriz, Bosco, Novo Nordeste, Santos e Talento.

Mais informações

É preciso fazer o cadastro no site do Detran, antes de procurar o CFC de sua preferência: http://portal.detran.ce.gov.br/index.php/inscricao-promotos

- Diário do Nordeste (Auto) - 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Zoológico mais explorado #7

O sol neste dia foi mais impiedoso. Porém, ainda assim, o Animal Kingdom foi especial e muito bem aproveitado. Felizmente, diferente do Busch Garden, conseguimos aproveitar tanto o quesito zoológico como também o lado divertido. 

Vou começar pela aventura dos brinquedos. Depois de toda a publicidade sobre o Expedition Everest feita pelo namorado, com direito a vídeos na internet para comprovar a emoção, a minha expectativa era grande, estava louca para gritar. Fiz até questão de pegar o Fastpass, para garantir uma fila menor. Bem, na hora, não tão empolgante como imaginava. É legal, mas já senti emoções maiores. Na hora em que ele faz o percurso de ré, pensei que seria mais assustador, porém não foi tanto assim.


No Kali River Rapids a fila é incrivelmente grande. No entanto, graças ao Fastpass não ficamos muito tempo esperando. Amém. Sem demora, o brinquedo já não valeu tanto a pena. Se tivéssemos horas e horas, o arrependimento seria grande, bem maior. Foi molhar-se à toa, sem grandes surpresas e emoção para compensar. O Primeval Whirl é bestinha, mas estando sem fila é interessante para passar o tempo. Quanto ao DINOSAUR, o interessante dele é a qualidade da recriação dos dinossauros, sempre muito bem feito e realista.

Na parte do zoológico, nada a reclamar. Eu adoro um bom passeio para ver os animais. Para completar a programação, assisti o It's Tough to be a Bug! sobre s vida dos insetos. Infelizmente, só descobri quando estava saindo sobre o Festival of the Lion King, que acho ser um show de marionetes sobre o Rei Leão, então não assisti e fiquei só na vontade.

Um ponto fortíssimo no parque é a árvore da vida que tem os animais entalhados nela. É incrivelmente bonito e marcante. Além da própria árvore, há um caminho próximo a ela que foram entalhados nas laterais do caminho. Lindíssimo! É o Discovery Island Trails.

↑ Árvore da Vida (Tree of Life) / It's Tough to be a Bug!
↓ Kali River Rapids

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Muita ação, mas sem tanto frio na barriga #6

Em cada centímetro quadrado da Universal Studios vieram a tona centenas de cenas de filmes assistidos em meus vinte e três anos. Desde aflição ao ouvir a famosa trilha sonora do tubarão até empolgação ao ver o Arnold Schwarzenegger em seu papel de Exterminador foram novamente sentidos enquanto passava pelo parque temático.

O único arrependimento foi não ter assistido ao Meu Malvado Favorito em 3D. Tirando isso, fomos em todas as atrações da nossa lista. A começar estava Twister...Ride it out, o qual simula um tornado. É MUITO BEM FEITO! Sem continuar pela ordem, quero listar os meus favoritos:

  • The Simpsons Ride: A fila era grande e, por fora, até mesmo segundos antes de ser chamada na fila, não parecia ser tão bom. Cada grupo ia em grupo para um "quarto". "O que poderia ser isso?" Pensava. Bem, o destino era um simulador que, pela fidelidade com a realidade, pode ser dito como uma montanha-russa a mais do parque.
  • E.T Adventure: O passeio feito contextualizado com o passeio do E.T no filme foi melhor do que imaginava porque nossos acentos são bicicletas. Quem diria que também podemos pedalar e voar também? Foi muito bonito e, o melhor, a fila não demorou tanto.
  • Transformers: A atração diz-se 3D, porém a sensação é de 4D. Parece que estamos a todo momento dentro de um transformer ou, então, apoiados em seu ombro. Para quem assistiu o filme e gostou, o momento fica melhor ainda. Na saída, ainda é possível bater uma foto com um deles.
  • Terminator 2: Sou suspeita para falar. Estávamos sentados em uma sala de cinema, não era um simulador, como estava tão bem mal acostumada. Mas, mesmo assim, só de rever a cena de meu ator querido, compensou ser apenas 3D.
O Men in Black tinha tudo para ser bom, afinal, eu adoro brincadeiras de competição de atirar. No entanto, enquanto atirávamos, parecia não contabilizar os acertos. Durante ficou muito confuso quem acertou o quê, no final foi mais ainda. Se não fosse por isso, teria sido só diversão.

Contrário do seu companheiro de parque, o Universal Studios tem apenas uma montanha-russa. De longe, ela não assusta nada. Porém, foi só chegar pertinho que tudo mudou. Um friozinho na barriga foi sentido de leve. O Hollywood Rip Ride Rockit parecia ser um brinquedo comum, como qualquer outro, mas ao chegar na fila descobri que ela tinha um detalhe que fazia toda a diferença. 

Cada cadeira, além da proteção do corpo, tinha ainda um fone de ouvido especial. Entre subidas, decidas e looping, cada um pode escolher uma música em particular e personalizar a descida na montanha-russa. Em homenagem à minha mãe que ama I Will Survive, eu a coloquei para tocar. FOI MARAVILHOSO! Cantei muito enquanto girava.

Depois da descida, chegou a vez do Universal's Cinematic Spetacular, que pode ser visto em qualquer ponto ao redor da lagoa. É interessante, mas depois de ter visto o show do Magic Kingdom, esse fica fichinha. Além do mais, o cheiro da lagoa também não estava nada agradável.

Além do primeiro arrependimento citado, eu teria feito diferente nesse dia e ficado um pouco mais de tempo em downtown. Ao invés disso, tive de ir devido ao horário do tranfer. Infelizmente, deixei de ver vários bares e restaurantes temáticos incríveis, como o da NBA e o Hard Rock Cafe.

↑ The Simpsons Ride / E.T Adventure / Transformers / Terminator 2 / Hollywood Rip Ride Rockit
↓O fato de não ter mais o brinquedo do filme Tubarão

domingo, 6 de outubro de 2013

...

A felicidade assusta, 
porém, 
até alcançá-la, 
vivemos com medo do percurso. 
Nesse ciclo, 
de receio sobrevivemos. 
Não saber 
o que nos espera 
ou
se está bom da maneira a qual nos encontramos 
também dá temor, 
mas ao mesmo tempo não queremos palmas da mão lidas ou bolas iluminadas. 
Saber
tira a graça 
do bom 
e estraga 
quando ruim. 
Enfim, parece que todos nós homens somos mulheres.

sábado, 5 de outubro de 2013

Galinha dançante [☑][☒]

A marca é referência de luxo, mas que a Mercedes está querendo popularizar-se, tudo leva a crer com seus últimos comerciais. Primeiro usou a música Lelek Lek Lek para lançar o Classe A, agora pôs uma galinha para dançar a canção Upside Down, de Diana Rosspara, a fim de exemplificar como funciona o Controle Mágico com o Corpo (Magic Body Control, no original em inglês). Passaram a mensagem e conseguiram até ontem (desde a publicação no dia 29 de setembro) mais de três mil e oitocentos acessos. Ainda ficou interessante a explicação do sistema, mas, não sei porque, achei muito apelativo para tornar-se viral. Não combinou com o estilo elite que a montadora sempre esbanjou. Eles já estão no limite entre o interessante do viral e uma tentativa frustrada.

 
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