Mostrando postagens com marcador Diário de Bordo IV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diário de Bordo IV. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Alguém me beliscou #10

Viajar à Disney pareceu uma enorme mentira. Melhor dizendo, um eterno sonho. Durante os doze dias em Orlando, sentia-me como se estivesse dormindo, nada parecia real e, sim, uma realidade da minha imaginação.

Finalmente, o meu desejo de criança foi concretizado. Aos oito, minha mãe foi e disse que me levaria em seguida. Bem, como podem ver, ela não cumpriu, mas também não foi novamente desde a sua primeira visita. Dessa forma, resolvi realizar com minhas próprias mãos, aliás, com meus próprios investimentos. Posso dizer, com toda sinceridade, que cada centavo valeu a pena. Não importando que eu tivesse quinze anos a mais de quando imaginava-me ao lado dos personagens de desenhos animados.

Foi incrível ver os personagens de minha infância estampados no castelo da Cinderella. Os fogos de artifício aumentaram a emoção. Contive as lágrimas e fiz da chuva que corria a minha face - aliás o céu desfez-se em água durante o espetáculo Wishes nighttime spectacular - minha revelação de puro sentimentalismo.

Tudo foi perfeito. É tanto detalhe e criatividade em cada fragmento construído nos oito parques visitados que o cansaço de enfrentar longas filas e andar por treze horas - sendo grande parte em pleno sol escaldante - era amenizado e às vezes até esquecido.

Da maratona que foi a viagem, a pior parte é a do aeroporto. Não foi a vontade de ficar que me deixou triste em voltar a Fortaleza. Na verdade, foi o sofrimento por antecipação e a ansiedade de pegar quatro voos para rever minha família. Haja aperto, desconforto e dor no ouvido. A sorte é que mais uma vez a magia aconteceu e alguém atendeu os meus anseios.

O avião da Delta finalmente foi típico de um internacional no retorno, tinha duas fileiras de dois lugares nas pontas e uma de três lugares no meio. Pelo menos pude dormir sem ter que brigar pelo apoio do braço ou sentir por longas horas o cotovelo do estranho do lado batendo em mim. Sendo apenas de dois, eu me entendo só com um ao lado e, nesta ocasião, pelo menos foi o meu namorado. É só usar o charme e ganhar o apoio do cotovelo (rs). Mas, se for para atender todos os meus desejos - como a Disney menciona -, eu queria de vez o teletransporte. De verdade.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Zoológico mais explorado #7

O sol neste dia foi mais impiedoso. Porém, ainda assim, o Animal Kingdom foi especial e muito bem aproveitado. Felizmente, diferente do Busch Garden, conseguimos aproveitar tanto o quesito zoológico como também o lado divertido. 

Vou começar pela aventura dos brinquedos. Depois de toda a publicidade sobre o Expedition Everest feita pelo namorado, com direito a vídeos na internet para comprovar a emoção, a minha expectativa era grande, estava louca para gritar. Fiz até questão de pegar o Fastpass, para garantir uma fila menor. Bem, na hora, não tão empolgante como imaginava. É legal, mas já senti emoções maiores. Na hora em que ele faz o percurso de ré, pensei que seria mais assustador, porém não foi tanto assim.


No Kali River Rapids a fila é incrivelmente grande. No entanto, graças ao Fastpass não ficamos muito tempo esperando. Amém. Sem demora, o brinquedo já não valeu tanto a pena. Se tivéssemos horas e horas, o arrependimento seria grande, bem maior. Foi molhar-se à toa, sem grandes surpresas e emoção para compensar. O Primeval Whirl é bestinha, mas estando sem fila é interessante para passar o tempo. Quanto ao DINOSAUR, o interessante dele é a qualidade da recriação dos dinossauros, sempre muito bem feito e realista.

Na parte do zoológico, nada a reclamar. Eu adoro um bom passeio para ver os animais. Para completar a programação, assisti o It's Tough to be a Bug! sobre s vida dos insetos. Infelizmente, só descobri quando estava saindo sobre o Festival of the Lion King, que acho ser um show de marionetes sobre o Rei Leão, então não assisti e fiquei só na vontade.

Um ponto fortíssimo no parque é a árvore da vida que tem os animais entalhados nela. É incrivelmente bonito e marcante. Além da própria árvore, há um caminho próximo a ela que foram entalhados nas laterais do caminho. Lindíssimo! É o Discovery Island Trails.

↑ Árvore da Vida (Tree of Life) / It's Tough to be a Bug!
↓ Kali River Rapids

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Muita ação, mas sem tanto frio na barriga #6

Em cada centímetro quadrado da Universal Studios vieram a tona centenas de cenas de filmes assistidos em meus vinte e três anos. Desde aflição ao ouvir a famosa trilha sonora do tubarão até empolgação ao ver o Arnold Schwarzenegger em seu papel de Exterminador foram novamente sentidos enquanto passava pelo parque temático.

O único arrependimento foi não ter assistido ao Meu Malvado Favorito em 3D. Tirando isso, fomos em todas as atrações da nossa lista. A começar estava Twister...Ride it out, o qual simula um tornado. É MUITO BEM FEITO! Sem continuar pela ordem, quero listar os meus favoritos:

  • The Simpsons Ride: A fila era grande e, por fora, até mesmo segundos antes de ser chamada na fila, não parecia ser tão bom. Cada grupo ia em grupo para um "quarto". "O que poderia ser isso?" Pensava. Bem, o destino era um simulador que, pela fidelidade com a realidade, pode ser dito como uma montanha-russa a mais do parque.
  • E.T Adventure: O passeio feito contextualizado com o passeio do E.T no filme foi melhor do que imaginava porque nossos acentos são bicicletas. Quem diria que também podemos pedalar e voar também? Foi muito bonito e, o melhor, a fila não demorou tanto.
  • Transformers: A atração diz-se 3D, porém a sensação é de 4D. Parece que estamos a todo momento dentro de um transformer ou, então, apoiados em seu ombro. Para quem assistiu o filme e gostou, o momento fica melhor ainda. Na saída, ainda é possível bater uma foto com um deles.
  • Terminator 2: Sou suspeita para falar. Estávamos sentados em uma sala de cinema, não era um simulador, como estava tão bem mal acostumada. Mas, mesmo assim, só de rever a cena de meu ator querido, compensou ser apenas 3D.
O Men in Black tinha tudo para ser bom, afinal, eu adoro brincadeiras de competição de atirar. No entanto, enquanto atirávamos, parecia não contabilizar os acertos. Durante ficou muito confuso quem acertou o quê, no final foi mais ainda. Se não fosse por isso, teria sido só diversão.

Contrário do seu companheiro de parque, o Universal Studios tem apenas uma montanha-russa. De longe, ela não assusta nada. Porém, foi só chegar pertinho que tudo mudou. Um friozinho na barriga foi sentido de leve. O Hollywood Rip Ride Rockit parecia ser um brinquedo comum, como qualquer outro, mas ao chegar na fila descobri que ela tinha um detalhe que fazia toda a diferença. 

Cada cadeira, além da proteção do corpo, tinha ainda um fone de ouvido especial. Entre subidas, decidas e looping, cada um pode escolher uma música em particular e personalizar a descida na montanha-russa. Em homenagem à minha mãe que ama I Will Survive, eu a coloquei para tocar. FOI MARAVILHOSO! Cantei muito enquanto girava.

Depois da descida, chegou a vez do Universal's Cinematic Spetacular, que pode ser visto em qualquer ponto ao redor da lagoa. É interessante, mas depois de ter visto o show do Magic Kingdom, esse fica fichinha. Além do mais, o cheiro da lagoa também não estava nada agradável.

Além do primeiro arrependimento citado, eu teria feito diferente nesse dia e ficado um pouco mais de tempo em downtown. Ao invés disso, tive de ir devido ao horário do tranfer. Infelizmente, deixei de ver vários bares e restaurantes temáticos incríveis, como o da NBA e o Hard Rock Cafe.

↑ The Simpsons Ride / E.T Adventure / Transformers / Terminator 2 / Hollywood Rip Ride Rockit
↓O fato de não ter mais o brinquedo do filme Tubarão

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Diversão múltipla #5

O Hollywood Studios pode ser definido em diversão no tamanho perfeito. Este foi o parque em que foi possível ver todas as atrações, comer tranquilo e ainda repetir as que mais gostamos. No entanto, a dica é conferir o "show times" das atrações e ir primeiro nessas apresentações com hora marcada para não ter perigo de perder nada. A principal é a Ligths, Motors, Action! Extreme Stunt Show, a qual mostra os bastidores de uma gravação de um filme de perseguição. É muito bom!

Normalmente, eles só têm dois horários, menos na segunda na qual são três. A orientação - acredite, por experiência própria - é ir logo às 13h20 (ou 11h50 no caso de segunda), para garantir que irá assistir toda a performance. Se houver qualquer dúvida que irá chover, o show é cancelado. No meu caso, quase no fim da apresentação, souberam da possibilidade de chuva e não fizeram o número com o jet ski. Ainda bem que a melhor parte é o início! 

O pior dessa história é que foi alarme falso. O céu estava cinza, mas era só ameaça. Não caiu nenhuma gota de chuva e eu fiquei sem meu final. Por isso, deixo o alerta. Corra para ver logo cedo, pois a chuva é mais comum no verão no final da tarde.

Aproveitando o quesito apresentações, indico também o Indiana Jones Epic Stunt Spectacular. Assim como outro, ele também mostra os bastidores, só que as cenas são do filme Indiana Jones. Para quem não fala inglês, algumas partes ficam um pouco monótonas quando os atores conversam com o público explicando o que estão fazendo. Todavia, as partes de ação compensam qualquer possível tédio.

Aos que não gostam e principalmente aos que AMAM os filmes da Disney, eu super recomendo Voyage of The Little Mermaid e Beauty and the Beast - Live on Stage. São apresentações compactas das músicas e cenas de cada musical. É muito lindo e, particularmente, gostei mais do primeiro.

Do começo 
Garantir o Fastpass logo ao chegar no parque é uma boa tática, mas melhor ainda é aproveitar as filas pequenas. Foi o que fizemos. Para começar fomos na qual há mais visitantes, mas que, por um milagre, estava sem filas: Star Tours - The Adventures Continue. 

Para os que nunca tiveram uma experiência anterior de 3D, só a enganação das nossas salas de cinema, então o simulador é muito bom. Principalmente para os fãs desse filme. Porém, não gosto muito de Star Wars e, depois do Harry Potter no Islands of Adventure, tudo ficou muito simples. É até bom deixar esse parque para os dias finais. Mas, ainda assim, não deixa de ser uma boa atração! Digo o mesmo para o Muppet Vision 3D.

Outro passatempo interessante foi toda a história do criador do parque no espaço Walt Disney: One Man's Dream. Além disso, incluo também nesse item o The Great Movie Ride, o qual realiza um passeio em uma jornada pelos famosos filmes de Hollywood.

No aspecto emoção, há três boas opções. Por ordem de diversão e intensidade, inicio com a disputa amigável em Toy Story Midway Mania. Em seguida, há a surpreendente Rock'n Roller Coaster Starring Aerosmith. De fora, não há nenhum sinal da montanha-russa que aguarda os visitantes. Por isso, pela surpresa, ela fez-me gritar. Aliás, mesmo que não dê medo, é MUITO BOM GRITAR, eu recomendo sempre, sem medidas. Por último, está - LÓGICO - o The Twillight Tower of Terror. 

Cada porta de elevador, uma sequência diferente de queda. MUITO BOM! A melhor posição é a fila da frente, a emoção é bem maior. Se for possível, vá em cada um. Eu fui em três, cada descida é um medo diferente.

De sem graça, ressalto apenas The Legend of Captain Jack Sparrow, ao contrário do Pirates of The Caribbean do Magic Kingdom, esse não compensa a espera se a fila estiver grande. Acredite em mim! Para quem entende bem inglês, é legal o The Magic of Disney Animation, que conta como o Mushu da Mulan ganhou vida. Inclusive é ele a estrela da atração. Antes de pôr o ponto final, quero destacar ainda os cenários dispostos em alguns espaços do parque. Rende ótimas fotografias.


↑ The Twillight Tower of Terror / Rock'n Roller Coaster Starring Aerosmith / Ligths, Motors, Action! Extreme Stunt Show
↓ The Legend of Captain Jack Sparrow

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Cheia de arrependimentos #4

Entrada / Ala da Cheetah
Terceiro dia de parque e o cansaço de acordar cedo e dormir tarde já estava pesando nas costas. Para piorar, neste dia o carro da All Tour marcou cedo para deixar-nos em frente a parada de ônibus do Sea World, porém o transporte para o Busch Gardens só ia chegar, em média, uma hora depois. Ou seja, completa perda de tempo. Ao invés de dormir um pouco mais, ficamos no sol entediados. Além disso, antes de esperar o fim deste texto, vou logo adiantando, só compensa ir à Tampa em um carro próprio. 

Em julho o parque fecha mais tarde do que o normal, 21h, enquanto que geralmente fecha às 17h ou 18h. Porém, nada adiantou saber disso já que o ônibus oficial retornou a Orlando muito cedo, às 17h. O espaço é enorme. Só deu tempo de circular por todas as áreas e ver os animais. Quando fomos tentar ir ao menos em um brinquedo antes de correr para o ponto de encontro, ficamos uma hora esperando na Cheetah Hunt e nem conseguimos ter o gostinho de ficar perto dos carrinhos. Se tivéssemos um pouco mais de tempo, teria dado para aventurar-me ainda na famosa Sheikra ou em alguma montanha-russa. Ai, que pena que não deu!

Quanto aos animais, tive uma pontada de arrependimento por não ter pago um pouco a mais para fazer o safari mais emocionante. Imagina dar comida a uma girafa e ainda fazer carinho como se fosse um animal doméstico. Deve ser incrível. Na hora, estávamos tão empolgados em entrar e ver logo tudo, que não cogitamos em pensar nesse plus. Não é barato, eu lembro disso, mas para uma experiência única, acho que compensa. Principalmente para aqueles que já foram inúmeras vezes a esse parque, eu indico.

Bom, vamos deixar de lado o que eu não fiz para o que eu adorei fazer. O ponto alto foram os cangurus, com certeza. Estavam tão pertinhos, demonstrando nenhum risco, agressividade e reagiam como fossem como nós. Um estava deitado, fazendo uma pose, foi tão engraçado que resolvi registrar. Também é possível ver, em outro espaço, várias aves, alguns até se aventuravam em tocar, alimentar e brincar com elas. Em looping eu sou corajosa, mas quando trata-se de um animal imprevisível, bem, posso dizer que não quis tocá-lo.

Foi diferente também ver uma hiena. Sempre imaginei menor e um pouco mais inofensiva - comparado a um tigre ou leão. O pensamento talvez tenha sido resquício de minha infância assistindo Rei Leão. Ao contrário do que supunha, eu morri de medo quando vi a uma distância apenas do vidro. E olha que ela estava dormindo e, não, encarando-me. Dos já citados, gostei de ter visto (ou revisto) o tigre, o hipopótamo, a cheetah e a águia símbolo dos Estados Unidos. O leão não está na lista porque estava dormindo, apenas os filhotinhos apareceram para brincar com os tratadores.  Então, nada de fotos ou nome nos favoritos.

Outro momento incrível foi o show Iceploration. Um garoto, juntamente com o seu avô, vai explorar diversas áreas selvagens, do mar ao ar. É nessa viagem que entra em ação uma apresentação de dança no gelo, acrobacias e ainda interação dos dançarinos e atores com os animais. Dura apenas trinta minutos e é um programa bem diferente dos outros parques. É legal para fugir da rotina de brinquedos, sol quente e os animais de zoológico.


↑ Canguru e Aves de pertinho
↓ Ônibus volta muito cedo

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dose extra de adrenalina e de banho #3

Uma coincidência fez toda a diferença à visita do Islands of Adventure. Ao acordar pela manhã, liguei a televisão para ouvir alguma programação em inglês e habituar-me a língua enquanto trocava-me. Como uma surpresa, o canal sintonizado transmitia Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Mais tarde, a cena do jogo de quadribol, como um déjà vu, repetia-se em uma versão mais emocionante.

A atração Harry Potter and the Forbidden Journey foi uma das melhores visitadas dentre os oito parques da nossa lista de viagem. A fila é GIGANTE, porém compensou ficar cada segundo esperando, ainda mais quando estávamos dentro do castelo. No interior, embora não tivesse as escadas que mudam de posição, as pinturas em movimento fazem a magia acontecer. Por ora, alguns ficam imóveis, dá até para ver o brilho da tinta. Então, de repente, eles se mexem, como se reais fossem. É incrível. O ruim é só porque é escuro e não dá para registrar com perfeição essa parte da atração.

Não sabíamos ao certo sobre o que era o brinquedo, acreditávamos até que fosse apenas para conhecer o seu interior, como uma excursão ao museu. Até que chegamos a carrinhos, os quais significam: diversão. Nesse caso, foi multiplicada por dez. O simulador é maravilhoso. Realmente senti-me como se estivesse voando em uma vassoura mágica. E olha que encanto e magia geralmente é coisa da Disney. Mas, a Universal deu conta do negócio!

O Homem-Aranha também foi aprovado no quesito simulador. Quando o céu praticamente desfez-se em água, a entrada do The Amazing Adventures of Spider-Man chamou nossa atenção. Seria um abrigo e ao mesmo tempo estaríamos nos divertindo. Particularmente, a área da fila é muito interessante, simula uma redação de jornal. Da área do cafezinho até as mesinhas dos repórteres. Mas, lógico, o melhor mesmo é brincar e não esperar.

Fora a água da chuva, sabia que iria molhar-me nesse parque, só não tinha ideia do quanto. Como boa samaritana, vou alertar sobre quais valem a pena ficar ensopado.
  1. Jurassic Park River Adventure O caminho no parque dos dinossauros não é um carro, como no filme, é em uma espécie de barco de madeira que atravessa um rio por qual é encontrado vários dinossauros. Só não é tão real e assustador porque sabemos que eles não existem, porém a recriação é bem feita pois dá para ver até mesmo a respiração dos bichos. Tudo é muito tranquilo, sereno, até que vemos ao longe o T-Rex. É lógico que ele não vai comer a gente, mas soma a boca aberta se aproximando com uma queda inesperada e, pronto, o resultado é uma foto com todos gritando. A dica para não se molhar tanto é sentar no meio e nunca nas pontas.
  2. Dudley Do-Right's Ripsaw Falls A queda do brinquedo compensa o fato de eu não lembrar que desenho é esse, da historinha durante o trajeto na água não representar nada de especial por não conhecer os personagens e do cheiro da água ser um pouco fedorento (além do início da fila cheirar a mofo). Todos ficam MUITO molhados, mas é engraçado. Ao contrário do Popeye & Bluto's Blige-Rat Barges. A fila desse engana. Parece pequena, mas quando você percebe é quase sem fim. Além disso, não há nenhuma emoção durante o trajeto, nenhuma queda. Há apenas água e mais água de todos os lados. Ou seja, se quiser tomar um banho de graça (sem grande diversão e muita espera na fila), pode ir que nesse brinquedo tem de sobra. Foi o maior arrependimento do dia.
No Dudley Do-Right (e/d acima) / No Brutos
No quesito grito, o The Incredible Hulk Coaster adequa-se completamente. Nunca gritei tanto na vida. Esse foi o último brinquedo da noite e, posso dizer, fechei com chave de ouro. Tinha água, velocidade, looping, suspense. NOSSA! Tinha tudo que causa muita emoção. Foi incrível. Senti-me muito corajosa, não fechei o olho nenhuma vez - só um segundo na passagem da água devido a minha lente de contato, para não ser jorrada para fora do olho.

Em segundo lugar está o Dragon Challenge, localizado na área do Harry Potter. Pelo fato das pernas ficarem soltas, a sensação de medo aumenta. Mas, nada que um bom grito não libere a adrenalina. Foi muito bom! Como o tempo sobrou um pouco e a fila era curta, consegui ir duas vezes.

Em terceiro, coloco o Doctor Doom's Fearfall. Para quem não faz ideia de como seja o brinquedo, é como se fosse a torre do Hopi Hari, mas com a vantagem de não ter escutado sobre nenhum acidente lá. Aliás, é melhor ainda por ser surpreendente. Ela não é previsível ao ponto de subir devagar e descer a alta velocidade. Ela já começa acelerando e faz paradas bruscas ao longo da diversão. É muito bom! A vista é linda, então vale a pena ficar com os olhos abertos.

No Brutos (e) / no Homem-Aranha / no Poseidon (d)
Se o tempo tiver sobrando e você não quiser repetir os brinquedos, há alguns mais bestinhas se você quiser tirar as suas próprias conclusões. Além do sem graça do Brutos, o The Cat in the Hat é uma xícara (porque fica girando em vários momentos) com elementos decorativos do filme. Muito infantil, até demais, e não compensa se a fila estiver grande. Outro com início muito sem graça é o Poseidon's Fury. No começo é muito papo, mesmo se fosse em português, seria chato a apresentação. A única parte interessante é atravessar o corredor de água e ver a briga do Poseidon, com direito a muita água e fogo, mas o bom é que a gente não se molha.

O parque é excelente e por não ter nenhum desfile ou show de fogos, podíamos brincar sem medo de ter que sair do meio da fila para chegar a tempo de alguma apresentação. O tamanho é adequado para conferir todos os brinquedos interessantes e nem todas as filas são grandes, apenas a do castelo do Harry Potter é que é fora do comum. A parte chata é termos de ir embora com horário marcado e não poder aproveitar a vida noturna do Universal. Ou seja, não pudemos ir ao City Walk. Uma pena!

↑ Harry Potter and the Forbidden Journey / The Incredible Hulk Coaster / Jurassic Park River Adventure
↓ Poseidon's Fury / Popeye & Bluto's Blige-Rat Barges 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Alguém me belisca #2

Por indicação, o primeiro parque visitado foi o Magic Kingdom. Por ser o maior, a ordem é sempre colocá-lo no topo da lista para o viajante aproveitar o pique inicial da excursão e aguentar a longa extensão das seis áreas do complexo. No entanto, mesmo com todo gás e chegando às 8h30 e saindo às 23h, não conseguimos ver tudo que queríamos. Grande parte da culpa, confesso, foi da inexperiência. Não sabíamos sobre o bendito e maravilhoso FastPass. Na verdade, até conhecíamos o nome, mas não ao certo sobre como funcionava. 

UMA PAUSA. Preciso destacar como é maravilhoso o FastPass.O serviço está disponível gratuitamente apenas em algumas atrações. Funciona da seguinte forma: ao lado do início da fila normal encontra-se uma máquina que libera tickets para "furar fila" em um determinado período de tempo. É só você colocar a sua entrada do parque que é liberado um papel com o intervalo do dia para você se dirigir ao brinquedo e pegar uma fila especial, mais rápida que a normal, e ter a preferência para se divertir. É o verdadeiro segredo para aproveitar TUDO do parque. 

Se você se organizar, é maravilhoso, pois pula a parte sacal das longas e demoradas filas. Outro detalhe, não vale pegar todos os tickets e depois brincar nos que não tem FastPass enquanto o horário não chega. Essa estratégia não funciona porque tem um tempo mínimo para pegar o próximo FastPass. No complexo da Universal há o mesmo serviço, porém é pago e vale para poucos brinquedos, o do Harry Potter, por exemplo, não tem, a fila é ENORME, então não acho que compensa tanto o investimento.

VOLTA DA PAUSA. Também está na lista de culpado as grandes filas para cada atração, principalmente quando resolvíamos bater foto com algum personagem. Por isso, cortamos isso depois de enfrentar muito tempo para ver a Ariel. Depois disso, só merecia foto aquele que não tivesse fila ou que fosse mínimo o número de gente esperando. A grande distância também atrapalhou entre os pontos que queríamos ir como o Space Mountain do Splash Mountain. A sorte é que tinha o trem. É um verdadeiro meio de locomoção para os visitantes, muito útil.  

Tirando esse pesar de não ter visto tudo - a casa mal assombrada foi uma das que não conseguimos ir -, a visita superou minhas expectativas. Não bati tanta foto como previa, resolvi fazer diferente, resolvi aproveitar cada segundo, captando tudo pelos meus olhos ao invés da lente da câmera. 

Foi tudo encantador. Não podia acreditar que finalmente estava na Disney. Tudo o que vi em fotos e vídeos no You Tube estavam diante de mim. Pude tocar em cada tijolo do castelo da Cinderella e puxar a espada do Rei Arthur. Finalmente faço parte do grupo da humanidade - como brinca Suassuna - que foram a Disney. Tenho as memórias desse mundo paralelo incrível, no qual toda a maldade e notícias ruins que acontecem diariamente parecem não penetrar.

Toda a minha infância ganhou forma, cheiro e movimento. Voltei a ser criança novamente, com direito a carrossel, xícara e foto com a pequena sereia, pato Donald e Pateta. Outro ponto importante a ser mencionado é que realmente a magia acontece no parque e isso foi provado em três momentos:

  1. Uma menina desconhecida do nosso grupo aproximou-se da gente e ofereceu três Fastpass para o Splash Mountain. Nós estávamos doidos para ir, mas a fila estava enorme e se esperássemos iríamos perder o nosso Fastpass do Space Mountain. Então, se não fosse por ela, teríamos perdido a chance de ir em uma das quedas mais conhecidas da Disney. Agradecemos na hora e repito em palavras aqui, obrigada!
  2. Mesmo na correria, conseguimos pegar o desfile principal da noite desde o começo, a Main Street Electrical Parade. Foi muita sorte! Além disso, ainda conseguimos chegar no horário exato de outra atração - a Celebrate the Magic -, que é um pouco antes da Wishes™ Nighttime Spectacular. Inclusive, para este, também aconteceu o inesperado. A chuva parou e foi possível acontecer o show. A magia realmente acontece.

O momento mais emocionante foi a queima de fogos. Embora a chuva ameaçasse estragar a festa mais cedo, tudo foi perfeito. Ainda que o meu corpo estivesse ensopado, tremendo e ansiando uma cama quentinha. Todos os desenhos que eu assisti dezenas de vezes de criança até a minha atual idade foram estampados no castelo da Cinderella. Foi lindo. Antes de viajar, assisti a alguns vídeos do espetáculo, mas nada se compara a ver pessoalmente cada detalhe. Lá, realmente parece que os sonhos tornam-se (ou podem tornar-se) realidade.

↑ Atrações favoritas: Piratas do Caribe / Splash Mountain / Space Mountain

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Não para, não para, não para não #1

Depois de meses planejando e ansiando pelo bendito embarque, finalmente o dia chegou. Antes de aterrissar nos Estados Unidos, uma parada em Brasília. Vou aproveitar e comentar sobre o aeroporto, o qual foi tudo que pude ver do local. Afinal, foi muito tempo de espera, no entanto tempo insuficiente para rodar e fazer turismo.

O aeroporto é coberto e ao mesmo tempo aberto. Achei muito simpático e nada parecido com uma rodoviária, o que poderia se imaginar se comentasse isso a alguém. Não sei como é no verão, mas em temperatura baixa, o clima natural parecia ar condicionado, porém sem o compartilhamento de germes em ambiente fechado.

Dez horas depois, finalmente aterrissamos nos Estados Unidos, mas especificamente Atlanta (nossa conexão nos Estados Unidos). Mal podia acreditar. Não exclusivamente pelo longo tempo de viagem e, sim, por que o avião internacional da Delta era de duas fileiras apertadas de três lugares, como um voo nacional. UM ABSURDO! Senti muita saudade da Continental nessa hora. Enfim, preciso destacar também o metrô. Se duvida, é cinco vezes maior do que já foi construído aqui em Fortaleza. É impressionante o tão grande é o aeroporto. O de São Paulo comparado a ele é um filhote em crescimento.

Enfim, mais outra hora de aperto no voo nacional da Delta, chegamos em Orlando. Vias e calçadas largas, grama aparada perfeitamente, sentimento de segurança e nada de lixo nas ruas ou pichação nos muros - sim, eu cheguei na América. Essa marca eu já havia visto nas minhas visitas a Houston, o que me impressionou mesmo na minha chegada foram os aeroportos.

Quanto ao clima, tudo bem que nasci e sou de Fortaleza, mas não consigo acostumar-me com o calor. É MUITO QUENTE EM ORLANDO NO VERÃO! Ao menos minha cidade tem mais vento para amenizar a quentura. Porém, isso não foi empecilho - muito menos o cansaço da viagem - para caminhar, caminhar e caminhar. O pé mal pisou em território norte-americano e os meus companheiros de viagem resolveram logo esticar as pernas - depois de mais de dez horas de voo - na famosa avenida turística: International Drive. Mal sabiam o quanto ainda íamos andar nos dias seguintes, podendo poupar as pernas.

Bem, o objetivo era chegar na Bass Pro Shops, loja voltada para caça e que teoricamente era perto do nosso hotel. Porém, papo vai, papo vem, somado com sol escaldante e muitos quarteirões caminhados, percebi que fomos enganados e ela não era tão perto assim. Mas, mesmo assim, continuamos a seguir em frente. Até que, finalmente, avistamos.

A nossa ida era para comprar um presente a um conhecido nosso. No entanto, não nos arrependemos de ter andando tanto até lá por um simples favor a um amigo. O local é incrível, um verdadeiro passeio turístico oculto. No interior, há dezenas de animais empalhados que recriam cenas de caça e vida selvagem. É tudo muito bem feito, apesar de gerar uma pena pelos animais mortos que foram necessários para isso acontecer. O destaque da loja ficou ao tigre, que fizemos questão de bater uma foto ao lado. Ele é enorme e parece estar vivo de tão bem feito e natural a posição a qual foi empalhada. Para quem quer um ponto de referência, a loja fica em um quarteirão próximo ao Outlet Premium, conhecido como Prime.
 
Palavras ou Máscaras © 2011 | Designed by Chica Blogger, in collaboration with Uncharted 3, MW3 Forum and Angry Birds Online