As dez horas prolongadas de um voo foram substituídas pelo "pinga-pinga". De Fortaleza para Manaus, de Manaus para Panamá e de Panamá para Orlando, com duração de três a quatro horas em cada trecho. A parte positiva: poder esticar as pernas e comer algo com mais sustância. A parte negativa: o ouvido sofre mais com tantas subidas e descidas.
Quanto a companhia aérea, a ida pela Copa não foi nada mal. O primeiro trecho de Manaus a Panamá foi em dois lugares cada lado. Não tem televisões particulares para cada acento, no entanto é bem confortável o banco. No caso da refeição, a opção "ovo" deixa a desejar, principalmente pelo elemento surpresa não identificado (até agora) ao lado do ovo. Já no segundo trecho, foi um pouquinho mais gostoso.
Depois de algumas horas de "dor de cabeça" e um desencontro com a empresa que iria pegar-nos no aeroporto, finalmente chegamos ao hotel. Para a nossa felicidade, foi uma boa aposta a sua contratação. Por sermos seis pessoas, alugar dois quartos separados sairia mais caro. Então, a escolha de um espaço tipo flat foi bem melhor. Eram dois quartos, dois banheiros e uma área em comum no meio com sofá-cama, mesa para quatro pessoas e uma cozinha toda equipada, inclusive com máquina de lavar e panelas no armário.
Durante o check in, ainda tivemos a boa notícia de que eles ofereciam serviço gratuito de transporte até os parques da Universal e tinham um táxi que fazia preços justos para a Disney (em horários específicos) e para qualquer outra localidade de Orlando até às 22h, como os shoppings.
Já adianto, em grupos grandes, como foi o nosso de seis pessoas, não compensa o transfer para Disney. A ida e volta é US$ 12 por pessoa (US$ 72 por todos no total), enquanto nós pagamos US$ 90 para os seis com uma empresa contratada. O valor é maior, mas vale o acréscimo já que o carro deixa-nos na porta do parque escolhido e pega-nos (se quisermos) logo que ele fecha. Assim a gente pode aproveitar todos os detalhes, todos os fogos de artifícios, todos os brinquedos. Enquanto isso, o outro tem só dois horários de saída (7h e 10h) e dois de volta (19h e 21h30) e, para completar, só deixa os passageiros no Epcot.
Então, a minha dica é: para o Magic Kingdom não vale porque a melhor parte do parque é o show que acontece no fim da noite e só termina às 23h. Assim também é com o Hollywood Studios, o Fantasmic é só às 21h30, então não dá tempo assistir e ainda pegar um ônibus de volta para o Epcot. Já para o Animal Kingdom que fecha sempre às 19h e uma vez na semana às 20h, como também para o Epcot, compensa e muito esse transporte oferecido.
Pé no asfalto
Assim como da
vez passada, mesmo depois de horas de viagem, ainda assim chegamos de viagem e logo saímos pela cidade. Dessa vez, decidimos ir logo ao
Walmart, para fazer as compras de comida para a temporada de férias e para os itens básicos para usar no hotel e levar também de volta a Fortaleza. Bem, decidimos ir a pé até lá - GRANDE ERRO. O Google pode até dizer que são trinta minutos de distância, mas o sol intenso, uma avenida super movimentada (passando por baixo de um viaduto) e a possibilidade de errar o caminho podem fazer do pertinho uma distância enorme. Ou seja, não vale a pena. É melhor pagar um táxi, pode parecer rápido em quatro rodas, mas em duas pernas é uma eternidade.