quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Entre os causos do "Seu Lunga"

Do primeiro contato na adolescência a compra na maturidade. Aos 52 anos, Carvalho circula com a picape "Lunga"

Com uma dose de mau humor e uma pitada de ironia, a frase do desenho foi dita por Joaquim Santos Rodrigues, conhecido como "Seu Lunga". Foi em resposta a uma solicitação do colecionador Antônio Carvalho, que teve direito a receber até uma "batida" do telefone ao final da conversa.

Contextualizando: o veículo do "Seu Lunga", antes de ser vendido, passou um bom tempo parado. A razão, segundo contam, é que foi preciso fazer uma obra pública em que os carros no entorno tinham de ser retirados da garagem ou, então, ficariam presos pois sua saída seria bloqueada. Bem, seguindo o lema "o carro é meu, faço o que quero", ele não tirou o veículo de casa. Resultado: ficou trancado.

Quando vendido, encontrava-se com muita ferrugem e outros problemas. Sobrou ao proprietário Antônio Carvalho fazer a restauração e fazer o Jeep do "Seu Lunga" rodar novamente.

Das mudanças, primeiro trocou o motor, o qual não era original. Então, de seis cilindros passou para quatro. As lanternas de plástico, colocou de vidro, também original, além de outros artigos, como volante.

No entanto, em um item houve dificuldade. Antônio precisava do semieixo do diferencial dianteiro original. Não encontrando no mercado, resolveu ligar para "Seu Lunga" e perguntar se ele não tinha a peça em seu domínio, para tentar resgatar. No final, ele ficou sem a peça e ainda teve de ouvir "eu vendi foi o carro, não foram as peças".

Essa é um dos poucos itens que não é original no veículo. Antônio ainda acredita que deve estar entre as sucatas da loja de "Seu Lunga".

A primeira restauração durou cerca de um ano e seis meses. No entanto, nessa momento foi feita uma militarização. Ano passado, apenas, Antônio resolveu retomar o aspecto original. Essa segunda restauração durou oito meses, terminando há poucas semanas. Está praticamente da forma como era antes.Conseguiu o painel da época, inclusive tem ainda o manual do automóvel.

Vida entrelaçada

A picape está em Fortaleza desde 2000. Sem nenhuma alteração, passou pelas mãos de dois donos antes de estar na posse de Antônio em 2003. "Quando uma coisa tem de ser da pessoa, roda, mexe e vira e acaba chegando na mão dela", pontua o colecionador.

Acontece que a história dos dois é mais antiga. Ainda quando era adolescente, foi até Juazeiro do Norte, acompanhando a mãe que precisava pagar uma promessa. Lá, deparou-se com um Jeep Willys 1951, semelhante com o modelo 1942 de seu pai. Ao procurar, soube que pertencia ao "Seu Lunga" e chegou até a comentar com a mãe: "olha, é da mesma raça da do papai".

Na época, a pouca idade tornou impossível cogitar a compra do carro. Porém, quatorze anos e duas restaurações depois, ele pôde finalmente circular com o "Jeep Lunga".

Algumas propostas foram feitas para vender o seu veículo. Entre alguns "nãos" e de taxar preços acima do mercado, a fim de evitar desfazer-se do carro, eis que um parente do "Seu Lunga" aparece na cidade. "O primo dele veio aqui em Fortaleza para fazer a proposta para compra. Mas, na época eu não queria vender. Aliás, ainda não quero", confessa. Essa afinidade, na verdade, estende-se a toda linha Willys. "Eu praticamente nasci dentro de um Jeep. Eu era louco, sempre fui louco pelo Jeep", completa Antônio.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [45]

O Guia Automotivo esteve presente no primeiro encontro do Eusébio Classic Car. Diferente dos grupos de carros antigos convencionais, com reuniões mais fechadas a membro, a proposta do novo clube é ser aberto a todos os amantes de carros antigos. Então, com o Eusébio Open Mall de palco do encontro, o encontro contou com integrantes e seus familiares, além de ser aberto ao público em geral. Veja mais informações e detalhes da reunião no terceiro bloco do programa. 





quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Carros antigos no Eusébio


O município agora tem o Eusébio Classic Car. O clube tem os encontros abertos ao público no 3º sábado de cada mês

O Eusébio Classic Car começou grande. A fundação foi dia 20 de dezembro do ano passado. Na data, quem estivesse presente, e desejasse, poderia cadastrar-se para ser sócio-fundador. Um total de 112 colocaram o nome na lista de interessados. E esse número continuou a crescer.

Quatro semanas depois, mais precisamente no último sábado (17), houve a primeiro reunião. Nada de uma ocasião particular, fechada aos integrantes do grupo. A reunião foi um verdadeiro encontro, aberto a sócios, seus familiares e público em geral. E, a pretensão, é continuar sempre com esse formato nas próximas edições, em todo terceiro sábado de cada mês.

A partir das 15h já havia carros estacionados na área do shopping ao céu aberto no Eusébio. O esperado era receber somente 40 automóveis. Ao longo do dia, a previsão aumentou para 80 unidades. Ao final do evento, foram contabilizados um total de 106 veículos. "Como primeiro encontro foi um sucesso porque nós conseguimos agregar dos vários grupos de Fortaleza, pelo menos uma parte de cada um. Então, o pessoal do Opala trouxe uns 10 carros, do Volks e do Jeep também. Cada um colaborou e hoje com certeza é um dos maiores encontros de carros antigos do Ceará", pontua Dennis Wolfgang, colecionador e um dos diretores do grupo.

Já a inscrição para sócios-fundadores, que se mantinha aberta até o encontro, a lista havia aumentado para 140 nomes. A intuição era aumentar ainda 10 naquele dia. Bem, fechou pouco a mais dessa margem. São agora 155 sócio-fundadores. Destes, 21 fazem parte da diretoria.

"Nós já somos hoje o maior clube de carros antigos do Nordeste do Brasil", declara o colecionador e presidente do clube, Arnóbio Tomaz.

Para vincular-se ao clube, a inscrição pode ser feita gratuitamente. Não é obrigado possuir alguma antiguidade na garagem. A exigência é ser um legítimo amante de carro antigo.

Início

Arnóbio há três anos reside no Eusébio e cerca de outros vinte colecionadores, dos que ele conhece, também. Diante disso, e percebendo que não havia nenhum grupo formal voltado aos carros antigos, resolveu encabeçar um.

Primeiro, havia somente a ideia, no entanto não existia um local com a estrutura almejada para receber os futuros sócios.

Por isso, com a chegada ao município do shopping Eusébio Open Mall, era a oportunidade que esperava para colocar o desejo em prática. Assim, engatou a primeira do projeto e acelerou os planos de fundar o Eusébio Classic Car.

"Meu sonho era fundar esse clube e agora foi realizado esse sonho", expõe Arnóbio.

Shopping de Fortaleza abre local para exposição de carros antigos

Logo no primeiro piso, na entrada principal do RioMar, é possível ver um Impala 1963 vermelho estacionado em frente às escadas rolantes. Assim como ele, outros dois carros estão espalhados pelo shopping.

Eles não estão por acaso no local, são apenas um dos quarenta que estão na primeira edição da Mostra RioMar de Automóveis Antigos, sendo uma ótima alternativa para quem perdeu o encontro do Eusébio Classic Car.

Para ir à exposição, basta subir alguns lances de escadas. No terceiro piso, próximo a praça de alimentação, as pessoas sentem-se a vontade para retirar as câmeras e registrar o momento.

Entre os alvos dos flashes está o modelo mais antigo do evento: o Ford 1928, conhecido como Ford bigode, devido ao desenho na tampa do radiador.

Inclusive, é possível levar um exemplar dele para casa. Acontece que no local foi montada uma estrutura para a venda de miniaturas. O estande conta com cerca de 4.800 unidades.

Muitos dos modelos vistos na mostra é encontrado em escala menor, como várias versões do Fusca e o Dodge Dart 1973.

Além disso, o quiosque conta também com algumas miniaturas que são verdadeiras raridades, como dois caminhões Mercedes-Benz de 1965 e 1966, um Ford 1974 e um caminhão da Chevrolet 1974.

Estacionados

Estão ainda em exibição os modelos: Bel Air 1953, Puma Spider 1972, Dodge 1952, MP Lafer 1978, DKW 1962, Variant 1973, Corcel 1974, entre outros.

Da relação, os mais "novos" é a Kombi Hot Rod 1997 em preto fosco e o Fusca 1994 vermelho, o qual foi a última leva produzida do modelo.

A exposição começou no último domingo (18) e continua até 7 de fevereiro. Ela segue aberta ao público gratuitamente, sempre no horário de funcionamento do shopping, de segunda-feira a domingo.

Não esqueça de usar o 4x4

Comprou um carro off road e não usa o 4x4? Então, é possível ligar a tração nas quatro rodas no asfalto, mas antes é preciso seguir orientações

É melhor manter quieto o que não se conhece. Verdade ou mentira? Com relação aos assuntos automotivos, é mentira. Mas, muitos motoristas preferem não mexer no que não sabe, isso é muito frequente com o 4x4.

Não é nada raro casos de proprietários de carros off road que não põem ou nem ao menos tem previsão de pôr as rodas do veículo em uma duna ou trilha. Assim, o 4x4 fica inerte.

Antigamente, relembra Cláudio Holanda, proprietário da Sertões Off Road, quando todo o sistema era mecânico, não havia tanto problema. No entanto, com o sistema tornando-se cada vez mais eletrônico, a probabilidade de falhas é maior.

Para não dar margem ao erro, para não facilitar, é importante seguir um - digamos - ritual mensal, "para que o sistema funcione, os rolamentos se lubrifiquem e os equipamentos não fiquem parados em uma mesma posição", completa.

Primeiro passo

Mas, antes de iniciar o exercício, você sabe em qual símbolo deve engatar para funcionar o 4x4? Pois bem, normalmente, a manopla vem com as seguintes siglas: 2H, 4H e N.

Primeiramente, o H é relativo a "high" (alto). Nesse caso, significa que o 2H é para altas velocidades andando com tração em duas rodas (4x2), sendo indicado para pista normal seca e em autoestrada. No outro caso, refere-se a alta velocidade com as quatro rodas tracionadas (4x4), ideal para condução em terrenos acidentados e com areia ou lama.

O "N" é a posição para usar quando o carro for levado por outro por reboque. "Senão as engrenagem ficam rodando. Isso dificulta o reboque e prejudica as peças da própria redução", explica Hailton Ribeiro, mecânico da Assef Car.

Alguns modelos ainda há o 4L, essa letra simboliza "low", ou seja, baixo. Ela é conhecida como "reduzida", sendo uma opção de muito torque e para baixas velocidades. Ela é indicada para subidas ou descidas íngremes e terrenos com muita lama.

Às vezes, essa letra apresenta-se assim: 4HL ou 4LL. Com essa forma combinada, o "L" a mais significa "bloqueada". Ou seja, a tração fica independente e, em momentos que alguma das rodas patina ou atola, há uma compensação por parte das outras; a força é transmitida para as outras rodas. É o que explica Hailton.

Periodicamente

Sabendo, agora, que deve acionar o 4H, antes de sair veja os quatro pneus. Eles devem ser iguais: mesmo tamanho, modelo e inclusive marca.

Quando for sair de casa, se o caminho a seguir for somente reto, então o 4x4 já pode ser acionado. Siga por 200m, cerca de dois quarteirões, ou até mais, para promover a lubrificação do sistema de tração.

Pode haver subidas e descidas, os buracos também não são empecilhos. Não há restrição quanto ao tipo de terreno e à velocidade, o único alerta é de não fazer curvas. "Se ele entrar numa rua com a tração ligada, o carro vai amarrar, vai prender. O motorista vai sentir uma certa dificuldade em desligar a tração; vai achar até que o carro está com defeito, e não é. Como ele não tem o diferencial central, para fazer a diferença entre os dois eixos, ele trava", ressalta Cláudio.

A ideia é repetir esse processo uma ou duas vezes por mês. O fato de fazer trilha esporadicamente não exime da possibilidade de ter falta de lubrificação nas peças posteriomente.

"O problema é o tempo em que vai ficar parado, não o tempo em que foi usado. A pessoa pode ficar um mês todinho usando direto, se ela passar três, quatro, cinco meses direto sem usar, pode ter problema", pontua.

Lembrete

Alguns modelos vem com sistema 4x4 integral ou permanente, simbolizada pelo 4WD. É o caso da Land Rover com Ranger Rover Evoque e Discovery e a Hilux com a versão top de linha da SW4. "Ou seja, ele já sai de fábrica com a tração nas quatro rodas; não tem a opção de colocar em 4x2, ele já é 4x4 de fábrica. A alavanca (ou botão) é para dar três outras opções: bloqueio, redução e neutro", acrescenta.

Consequências

O 4x2 não é afetado pela falta de uso do 4x4. Sendo assim, o proprietário só detecta, muitas vezes, quando há o problema em duas situações: quando vê-se na necessidade de usar a tração integral ou quando vai vender o carro e o comprador em potencial vai fazer o tes-drive antes da compra e o sistema não funciona.

No mínimo, será necessário desmanchar o sistema e fazer a lubrificação, sem prejudicar no futuro o seu uso nas trilhas. Um serviço desse na Assef Car é, em média, de R$ 320,00.

No máximo, é feita a troca do motor elétrico, o qual custa R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00 na Assef Car. Já o meio termo é a substituição de mangueiras ou sensores, o valor na Sertões Off Road varia de R$ 500,00 a R$1 mil. A mão de obra já está inclusa no preço.

Lembrando que mesmo fazendo o ritual de ligar o 4x4, é importante fazer uma revisão do sistema a cada três meses.

- Diário do Nordeste (Auto) -

domingo, 18 de janeiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [44]


Novas montadoras estão desembarcando no Brasil. Por exemplo, recentemente foram inauguradas plantas da BMW, da Chery. Com isso, vem uma questão: o que a vinda delas traz de vantagens aos clientes? Além disso, nesta edição do Guia Automotivo mostramos parte da GRANDE coleção de miniaturas de Augusto, que é aficionado pelo Batman e por miniaturas ligadas aos filmes e seriados de entretenimento. Tem desde os carrinhos da Corrida Maluca a exemplares que foram dirigidos por James Bond.  





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cuidados para evitar banhos de problemas

Além dos acidentes, a chuva pode acarretar problemas mecânicos; confira dicas para dirigir estando nessa situação

Em chuvas breves de cinco minutos ou em temporais de uma manhã inteira. Independente da intensidade, é importante alterar a maneira de conduzir o carro.

Alguns motoristas até subestimam as chuvas rápidas e mantém a mesma velocidade e forma de frenagem. No entanto, o potencial de acidentes é maior com elas. "Nos primeiros quinze a vinte minutos você tem aquela situação do asfalto estar um pouco escorregadio. A pista estava seca e, quando começa a chover, qualquer impureza na via ela fica mais escorregadia", ressalta o gerente de pós-venda da Newsedan, Wagner Calça.

Por isso, a primeira medida é reduzir a velocidade e estabelecer uma distância mínima segura do veículo da frente, além de ligar o farol baixo e, se tiver, as luzes de neblina.

Evite também áreas com alagamentos. Caso não seja possível, lembre-se de manter a aceleração e não trocar as marchas, "para o veículo não absorver água pelo escapamento e dar o calço hidráulico", acrescenta.

Para os modelos automáticos, a dica é a mesma. Segundo Wagner, alguns motoristas têm medo de pisar no acelerador, porém é importante manter a velocidade constante.

E se o carro "morrer"? Bem, não faça absolutamente nada, fique parado. "Se o motorista tentar ligar, a probabilidade do calço hidráulico é maior", completa. Para quem não sabe, esse termo significa quando o motor aspira a água.

Por isso, evite túneis ou áreas com maior volume de água. Outro cuidado é com as "ondas" criadas pelos automóveis vindos no sentido contrário.

"Essa marola, por mais que você esteja com o carro andando, ela pode vir na frente do veículo e ser aspirada pelo filtro de ar", lembra Wagner.

Se resolver estacionar e esperar a chuva passar, evite parar embaixo ou próximo das árvores, devido a possibilidade de relâmpagos ou da sua queda.

Direto para a oficina

Não seguiu as orientações e o resultado foi um calço hidráulico? Então é colocar o carro no reboque e ir direto para o conserto. Geralmente, o mínimo do serviço envolve a troca de pistões, de anéis, juntas do motor, bucha do comando, entre outras peças.

"Dependendo da intensidade do calço hidráulico, é preciso fazer reparação do motor, às vezes até com troca do bloco do motor, depende da forma como o cliente forçou o veículo dentro da água", pontua. Segundo ele, quando chega nesse caso extremo, como a troca do bloco, o custo para um carro nacional é de cerca de R$ 4 mil a R$ 5 mil. Sendo importado, o valor sobe para em torno de R$ 16 mil ou até mais, muito mais. Um serviço desse, se já houver a peça, demora uma semana.

Medidas preventivas

Em período chuvoso, é importante deixar alguns equipamentos em dia com a manutenção. O primeiro é o limpador do para-brisa, muitas vezes lembrado apenas quando vai ser usado. Devido ao pouco uso e ao clima de alta temperatura, a tendência é ressecar a borracha e prejudicar a sua função: a limpeza. É importante verificar a cada seis meses para ver se há necessidade de troca. "Às vezes, ela fica até um pouco 'grudada' no para-brisa, quando vai soltar, usar, ela fica um pouco presa", comenta.

Cheque também se todas as luzes dos faróis dianteiros e das lanternas traseiras estão em ordem. Claro, não esqueça de fazer a vistoria nos pneus, para ver se estão carecas ou perto do seu limite de uso.

"Ele liso já é perigoso e com chuva fica mais ainda, porque ele perde a aderência. Não há escoamento da água pelo pneu, ele fica sem aderência, comprometendo a frenagem e a rodagem do veículo", afirma Wagner Calça.

Dicas
  • Aumente a distância com o veículo da frente e diminua a velocidade
  • Mantenha a aceleração e não troque as marchas ao passar em locais com alagamento
  • Desista e não ligue o carro caso ele "morra" durante o tráfego
  • Evite os túneis e locais com maior volume de água
  • Cuidado com as ondas ou marolas formadas pelos carros vindos no sentido oposto da via
  • Estacione caso a chuva esteja muito forte, mas evite ficar embaixo ou próximo das árvores

domingo, 11 de janeiro de 2015

Guia Automotivo #NaTV [43]

A edição deste programa foi dedicada para o balanço geral das vendas de carros novos e usados, das novidades do sindicato dos despachantes e dos projetos do sistema Sincopeças/Assopeças. Confira com André Marinho também a despedida do TR4 e novidades no Salão de Detroit.





 
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