segunda-feira, 30 de junho de 2014

Guia Automotivo #NaTV [17]

Conheça nessa edição do Guia Automotivo a história de uma livraria sobre rodas que fica exposta faça chuva ou sol diariamente em plena Beira Mar. Além da película fumê tradicional, há ainda uma outra forma de proteção: a anti-impacto, ou melhor, resistente a grandes impactos, você sabia? Ela está crescendo no mercado como uma medida de segurança aos motoristas e passageiros. Ah! Veja dicas ainda de como arrumar o seu bagageiro antes de pôr o pé na estrada.




quarta-feira, 25 de junho de 2014

Não esqueça do diferencial do seu 4x4

Assim como todo óleo de carro, o do diferencial pode comprometer e muito o orçamento quando não trocado

Você sabe qual é o diferencial do seu carro? Bem, não estou falando da característica a qual distingue o seu automóvel dos outros e, sim, do dispositivo mecânico indispensável em modelos com tração 4x4 e existente em alguns modelos 4x2.

Para quem não conhece, essa peça divide o torque do motor em duas direções. De forma prática, sua função permite movimentar as rodas em velocidades diferentes. Essa característica é essencial ao fazer as curvas. Sem ele, as rodas seriam forçadas a girar em uma mesma velocidade e, ao dobrar, um dos pneus iria "patinar". Já quando o 4x4 está ativado, segundo o especialista Arlen Assef, a peça distribui o mesmo peso e a mesma velocidade nas quatro rodas para dar mais tração ao veículo.

O diferencial não fica aparente ao motorista e, por vezes, é negligenciado. Porém, é melhor colocar um lembrete em sua agenda: a cada seis meses ou vinte mil quilômetros rodados é indicado fazer a troca de óleo do diferencial. Ou, então, o arrependimento de ter esquecido será grande.

"O óleo do diferencial deve ser trocado na quilometragem que a montadora propõe. A não troca do óleo causa vários problema, danifica coroa, peão, rolamento, engrenagens. Pouco usuário de 4x4 segue a lista de quilometragem para fazer essa troca de óleo. Tem diferencial de uma TR4 que chega a um custo de R$11.000 para trocar coroa, peão e muitas vezes a caixa de satélite toda. Enquanto isso, um óleo é em torno de R$23,70 o litro de óleo. No caso dos carros de tração positiva, que são os carros com blocante, o óleo é um pouco mais caro, o óleo chega a R$ 39,00 o litro. Um diferencial pega em torno de dois litros", explica Arlen Assef, também proprietário da oficina Assef Car.

O sinal do problema instalado é por meio de um "ronco". "A pessoa só vai sentir quando óleo perde as propriedades e ocasiona um barulho que nós chamamos de ronco. É um ronco nas rodas do carro. Normalmente, o cliente não nota o problema. Quando vem a notar, já tem prejuízo. O certo é trocar o óleo a cada vinte mil quilômetros, principalmente àqueles carros que têm tração positiva, que é um óleo de alto blocante, que é um óleo aditivado", acrescenta. 

Ressalva

Os veículos de passeio não precisam preocupar-se tanto com esse item. Esses 4x2 são produzidos geralmente com tração dianteira. Normalmente, durante a condução, a potência é levada igual para os dianteiros, no entanto, apenas uma roda faz mais esforço. Em sua maioria, a do lado direito. Por isso a importância de sempre fazer o rodízio dos pneus.

Todavia, há alguns 4x2 que possuem o diferencial. No caso são aqueles que têm tração traseira, como Opala, Chevette e os carros da BMW.

Há ainda algumas caminhonetes 4x2 com tração traseira, Por exemplo, na lista: Hilux, TR4, F1000 e uma versão do Grand Vitara. Então, a dica é prestar atenção na entrega técnica e perguntar sobre esses detalhes na autorizada, até para saber como manobrar em caso de terreno duvidoso, para evitar atolar. E, claro, mantenha sempre a revisão periódica do seu automóvel.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Guia Automotivo #NaTV [16]

A infância de muitas crianças de Fortaleza e outras turistas que passaram pela capital provavelmente ficou marcada pelo Trem da Alegria. Com seus personagens e músicas infantis, ele passeia pela orla da Beira Mar chamando a atenção de quem por lá passa. Eu fui até lá conhecer mais da história desse trenzinho, quem já andou nele e como é a sua montagem. Ficou uma matéria muito interessante e foi um prazer fazê-la! Veja ainda as novidades do Mini e o serviço de odontomóvel oferecido aos funcionários de concessionárias.




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tirando onda de Camaro conversível

Para conquistar mais os brasileiros, finalmente a montadora americana Chevrolet aposta na versão conversível do Camaro no País

Antes tarde do que nunca. A versão conversível do Camaro é oferecida nos Estados Unidos desde o nascimento da primeira geração do modelo em 1967. Agora, em sua quinta geração e depois de quase quatro anos no Brasil, chegou a vez do brasileiro ter a sensação de baixar a capota do seu Camaro.

Com essa versão, o motorista percebe o mesmo desempenho do cupê somado a sensação de liberdade promovido pelos cabelos ao vento.

A capota é semelhante a do Corvette. É de lona, revestida com espuma acústica e tem ainda vidro traseiro térmico. Ela é totalmente rebatida e dobra em um padrão "Z" em apenas vinte segundos. É pouco tempo, porém quando chove parece uma eternidade. Mais ainda porque, por motivos de segurança, há uma trava que impede o acionamento com o carro em movimento. Ou seja, para mexer na capota é preciso estar na posição "P", de Parking.


Números

Não adianta adjetivar. É preciso de números para comprovar o "potente" ao lado do substantivo próprio - nada comum - que é o Camaro. O motor é o já conhecido V8 6.2l de 406 cavalos de potência a 5900 rpm e 56,7 kgfm de torque a 4600 rpm.

A velocidade máxima é de 250km/h e a aceleração é de 4,8 segundos. De forma técnica, esse propulsor conta, por exemplo, com comado de válvulas continuamente variável e sistema de desligamento dos cilindros AFM (Active Fuel Management).

Na prática, o que o motorista sente é: com um toque no pedal, o motor ronca querendo partir com tudo. Infelizmente, com os vários fotossensores na estrada, foi um desperdício de tanta potência e vontade (minha) de acelerar.

Para ajudar na condução, destaco a projeção de informações no para-brisa. Assim, fica mais fácil ver e controlar a velocidade sem precisar tirar os olhos da pista.

Uma curiosidade: essa tecnologia é chamada de "Heads-Up Display" e é semelhante à tecnologia aplicada em caças supersônicos. Ela traz ainda traz dados como a rotação do motor, o ponto ideal de troca de marcha, a velocidade e a aceleração lateral. O condutor ainda pode configurar o sistema para receber as instruções do sistema de navegação e da mídia que está sendo tocada.

O câmbio é automático de seis velocidades, com possibilidade de troca de marcha manualmente por meio do "Paddle Shift" atrás do volante.

Um destaque: em velocidades de cruzeiro, quando a velocidade está controlada em um viagem rodoviária tranquila, o sistema de gerenciamento do motor pode desligar parte dos cilindros, para reduzir o consumo de combustível.
De série

É apenas um modelo único oferecido. No pacote, há a câmera de ré para facilitar nas manobras. Realmente, muito útil, principalmente para quem vai dirigir pela primeira vez o Camaro e não está acostumado com o seu tamanho. Ainda tem o sistema multimídia Chevrolet MyLink, o qual traz alto-falantes de alta definição e subwoofer de 10 polegadas, localizado no centro do banco traseiro. Para completar, há o bluetooth e reconhecimento de voz em português para ligações telefônicas e navegação.

Quanto aos bancos, são esportivos e confortáveis, apesar de que quem senta atrás não aproveitar tanto. A não ser que aqueles sentados na frente tenham pernas curtas. Caso contrário, é bem apertado. Há ainda para os assentos dianteiros os ajustes elétricos e o sistema de aquecimento. No detalhe externo, tem a discreta antena "tubarão" sobre a tampa do porta-malas.

O Camaro conversível vem nas cores: branco, cinza, preto e, claro, amarelo. O preço é de R$ 239.900. A previsão é vender 100 veículos por ano.

O preço em São Paulo é o mesmo de Fortaleza. Na concessionária Silcar, autorizada da Chevrolet, por exemplo, o modelo tem para pronta-entrega, no caso o amarelo está no showroom. Para outras cores, em trinta dias chega o pedido.

Verde e amarelo na carroceria

As bandeirinhas não foram o suficiente para torcer pelo Brasil. Veja o fusca 94 que veio para dar sorte para seleção

O passatempo tomou proporções maiores. A priori, o projeto era comprar um fusca e fazê-lo conversível igual ao do seu irmão mais novo. Por isso, o empresário Adolfo Aguiar comprou, em fevereiro, do ano passado, um modelo 1994 em um azul desbotado e o transformou em um impecável carro amarelo. 

O do irmão Otacílio é em vermelho, mas tirando esse detalhe da tonalidade, na primeira olhada, parece idêntico ao do Adolfo, até porque o molde utilizado para a transformação foi semelhante. Porém, olhando um pouco mais de perto, o design do modelo é um pouco diferente, como a capota que é mais alta e o para-brisa é menos inclinado. E ainda tem o detalhe adicional do Santo Antônio. 

Foi um ano de trabalho e dedicação para deixá-lo impecável. Após finalizado, teve uma ideia: por que não aproveitar o amarelo e incorporar alguns elementos mais patrióticos para essa época do Mundial? Em dois meses e apenas R$187,00 de investimento, ele adesivou a bandeira do Brasil no capô, estampou bolas de futebol na lanterna, colocou estrelas na frente e, claro, não podia faltar: fixou duas típicas bandeirinhas de carro do Brasil na parte traseira.

Antes o fusca já chamava atenção. Com esses detalhes agora, então, é impossível não olhar ou resistir a bater uma foto. Enquanto fazia a entrevista, crianças corriam até o automóvel e gritavam felizes “é o carro do Brasil” ou, então, quem fazia cooper e passava pelo carro não se continha em dar uma olhadinha para trás. Ele até brinca “ainda ninguém beijou o capô do veículo, como fizeram no fusca vermelho do meu irmão, mas ele chama muito a atenção”.

E será que o carro do ano do tetra vai dar sorte para conseguir o hexa? É o que espera o colecionador. Ele tem tanta certeza da vitória do Brasil que já garantiu a sexta estrela ao lado das outras na carroceria do seu fusca verde e amarelo. E prometeu: a cada vitória da seleção brasileira, ele fará questão de fazer um passeio pela orla da Beira Mar e fazer bastante barulho com a sua buzina.

Além dos itens caracterizados para torcer pelo Brasil, o fusca ainda ganhou capota elétrica, telas nos encostos de cabeça, bancos de couro e motor acionado por controle. No caso da buzina, ela também só é “apertada” pelo botão. Segundo Adolfo, esse sistema é ótimo para afastar aqueles mais curiosos que chegam perto do carro sem ele estar perto. É só apertar o botão e assustar aqueles que querem tocar sem permissão.

O próximo projeto é pôr vidro elétrico acionado por controle e, assim como o seu irmão, colocar ar condicionado. A intenção é fazer tudo até o fim deste ano. Ou sendo mais otimista, até o final da Copa, afinal, entre muitas entrevistas já feitas no decorrer dos últimos dias, ele recebeu até a promessa do Neymar andar no seu fusca.

Ele é um pouco ciumento. Tirando ele, somente o seu irmão podem dirigir o fusca, até porque ele dirige o do Otacílio. Até mesmo para ver se tem algo de errado ainda para consertar um do outro. Mas, para o camisa 10 da seleção ele abre uma exceção. E ainda vai apressar a instalação do ar condicionado, para aumentar o conforto no interior. Então, que venha Neymar. E o hexa para o Brasil. A sexta estrela no carro já está garantida!

Entre os itens do automóvel, destaca-se as telas no encosto de cabeça e a capota elétrica acionada por controle remoto. Além disso, para torcer pelo Brasil, ele colocou as bandeirinhas e estampou a bandeira do Brasil no capô do veículo.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Guia Automotivo #NaTV [15]

O destaque do último sábado é claro que é o Camaro conversível. Já tinha tido a oportunidade de vê-lo de perto em uma atração do Epcot, mas agora tive o prazer (IMENSO) de dirigir e ter todas as sensações de como é estar e pisar (quase) fundo em um Camaro. A matéria foi dividida em dois quadros, a primeira parte com a entrevista e a segunda com as impressões do test drive. Além dele, houve ainda a curiosa história do fusca personalizado para a Copa e todos os detalhes do II Encontro Regional dos Despachantes Documentalistas do Ceará.




quarta-feira, 11 de junho de 2014

XC90: novo interior revelado

Conforto, tecnologia, luxo e, claro, segurança: são as características principais do novo modelo da Volvo

Por partes. Foi assim que a Volvo preferiu apresentar o novo XC90. Mais especificamente, de dentro por fora. Por isso, o interior foi escolhido para iniciar o lançamento do modelo, o qual tem sua revelação completa somente em agosto.

Dois adjetivos podem traduzir a parte interna: luxo e conforto. De acordo com a marca, esse é o modelo mais luxuoso já produzido pela marca. A inspiração foi no país de origem da montadora, a Suécia. Há uma combinação de couro macio com madeira, além de detalhes produzidos a mão, como a alavanca de câmbio feita de cristal, os botões de partida e os de controle de volume.

Quanto ao adjetivo conforto, o novo design dos bancos aumenta o espaço para os passageiros, tanto na primeira como na segunda fileira, ajudando a torná-lo um espaçoso automóvel de sete lugares.

Outro detalhe é que os assentos Comfort estão disponíveis com um intuitivo sistema elétrico de ajustes, que inclui a regulagem dos apoios laterais, da extensão frontal do assento, do apoio lombar e dos encostos de cabeça. É possível memorizar até três ajustes diferentes. Tudo vindo de série. 


Do primeiro ao último 

A segurança, claro, é item presente em todos os assentos. Do motorista a quem está na fileira de trás. Sem exceção, todos os sete lugares trazem cintos de segurança de três pontos, com pré-tensionadores, e são protegidos por airbags de cortina, acionados no caso de impacto lateral ou capotamento.

Quer mais detalhes? A segunda fileira traz três assentos individuais com ajuste de inclinação. A função de deslizar a fileira pode ser usada a fim de criar mais espaço para as pernas dos passageiros da terceira fila. Ou, então, para aumentar o espaço de bagagem, caso a terceira fileira de bancos esteja rebatida.

Para aqueles que preferem o "fundão", não se preocupe. Os bancos prometem oferecer alto nível de conforto para ocupantes de até 1,70m e são levemente centralizados para proporcionar aos ocupantes uma visão mais ampla da frente.

Há ainda o espaço adicional para os pés, abaixo da segunda fileira de bancos, que propicia mais conforto e espaço para as pernas.

Não só o "estar sentado" foi pensado, como também o "entrar no carro". Às vezes, essa é a parte mais incômoda em carros de muitos lugares. Nesse caso, para maior comodidade, foi dada atenção especial para garantir fácil acesso e saída da terceira fileira, com um sistema simples de abrir e fechar.

Para aqueles dias de poucos passageiros e muita bagagem, todos os bancos na segunda e terceira fileira podem ser rebatidos individualmente, o que proporciona grande flexibilidade para transportar bagagens. A terceira fileira de assentos pode ser equipada com um sistema de rebatimento elétrico. 

A parte 

Outros itens pode ser adicionado na lista de equipamentos. Para começar, tem as funções de ventilação e massagem.

Os assentos, em vez da opção Comfort, pode vir com o design Contour. Eles foram desenhados para oferecer melhor suporte lateral, dos ombros até as coxas. Na parte de trás, outro opcional é o assento infantil tipo booster integrado ao banco central. 

Antes e agora 

A primeira versão foi apresentada em 2002, combinando espaço, versatilidade e segurança nos produtos montadora.

Fora todos os detalhes apresentados, uma outra mudança é que o XC90 é o primeiro carro da marca a adotar a nova plataforma SPA (Scalable Product Architecture).

Mais informações de novidades em segurança e outros destaques de tecnologia serão revelados, incluindo as variações de chassi e motorizações, serão apresentados até o fim de julho, ou seja, a revelação será completa.

- Diário do Nordeste (Auto) -

Novo Mini: mais leve e charmoso

Inspirado no Mini da 1º geração de 1957, nesse primeiro momento chegará nas motorizações: Cooper e Cooper S. Em novembro vem a One

Ainda em comemoração pelos cinco anos do Mini no País, a marca relança no mercado o Mini Hatch em uma configuração totalmente diferente. Em Fortaleza, ainda não está disponível na concessionária. A intenção é que até julho seja oferecido inicialmente duas motorizações: a Cooper e Cooper S. Na última, na versão com sistema de navegação ou na opção top de linha.

As dimensões foram ampliadas, em contrapartida o peso foi reduzido. Ele ganhou 98 milímetros no comprimento, 26 milímetros na largura, 12 milímetros na altura e 28 milímetros no entre-eixos, se comparado ao modelo anterior. O porta-malas também cresceu. Foram 51 litros a mais no total, o que dá um resultado de 211 litros.

Para quem senta no banco de trás, uma surpresa positiva. Por não ver espaço entre as fileiras, parece não caber ninguém nos assentos traseiros. Resolvi arriscar. A minha altura é 1,63cm e senti-me confortável, mas com a estranha sensação de aperto por não ver muito espaço para as pernas. No entanto, ainda assim, para passeios urbanos, suporta quatro pessoas tranquilo. 

Durante o test-drive, foi interessante escolher os modos de conduções. São três no total: Sport e Green, além do padrão MID. Eles influenciam a curva característica do acelerador e da direção, assim como o tempo de mudança de marcha da transmissão automática e a Suspensão Adaptativa no qual estes recursos estão integrados.

Tratando ainda de dirigibilidade, o modelo conta com Controle Dinâmico de Estabilidade (DSC), Controle Dinâmico de Tração (DTC) e Controle Eletrônico da Trava do Diferencial (EDLC). Todos de série. No Cooper S há ainda o Performance Control, que controla eletronicamente a divisão de torque.

No painel, o velocímetro voltou a ser integrado a coluna de direção, junto com o conta-giros. Na área central, envolto por um anel de LED que interage com os ocupantes, ficou a área de entretenimento.

No One e Cooper, é uma tela de 4 linhas com Radio. No Cooper S Exclusive, a tela colorida de LCD é de 6,5 e tem o Radio MINI Visual Boost, interface responsável por apresentar aos usuários as informações do MINI Connected, do sistema de som, entre outros. E no Cooper S Top, o Pacote Wired trás uma tela de 8,8" e sistema de navegação MINI Professional.

Na versão top, ainda tem o MINI Head-Up-Display e o Drive Assistant, incluindo piloto automático ativo baseado em câmeras, aviso de colisão e pedestre com função de ativação inicial dos freios e assistente de farol.

E seguindo a linha de dentro para fora: o exterior, os faróis com anéis de iluminação diurna, indicadores de mudança de direção integrados e farol de neblina assim como as lanternas traseiras no Cooper S.

Aos poucos 

As motorizações Cooper e Cooper S foram escolhidas para abrir o cardápio. A primeira é 1.5 l de 3 cilindros TwinPower Turbo de 136 cv e 220 Nm de troque. Já a segunda tem uma nova unidade 2.0 l de 4 cilindros TwinPower Turbo, que rende 192 cv e 280 Nm. Em novembro, será a vez da motorização One, sem preço ainda definido. Ela é 1.2 l de 3 cilindros TwinPower Turbo, de 102 cv.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Guia Automotivo #NaTV [14]

Como bem sabe fazer a Ford, a empresa faz o pré-lançamento do Troller em São Paulo. O local pode até ter sido longe de casa, mas a sua placa fez questão de lembrar suas origens: o nosso Ceará. Nós fomos ver quais foram as mudanças e as novidades previamente divulgadas. Ah! Veja ainda quais são os itens para serem vistos em uma revisão automotiva antes de colocar o pé na estrada.




quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ford Troller T4 surge de visual novo

O lançamento é apenas no próximo semestre, mas veja o que já foi antecipado da nova geração do T4

O pré-lançamento saiu de um caminhão cheio de suspense e com uma placa de um Estado que não costumamos ver em eventos: o nome do Ceará. Direto da fábrica de Horizonte, mas com divulgação em São Paulo, a segunda geração do T4 deu o ar de sua graça ainda na fase de pré-produção aos jornalistas e alguns amantes da marca.

Não é protótipo, mas não é o veículo pronto. Sendo assim, nada de muita informação, ou melhor, informação alguma durante a coletiva de imprensa que aconteceu em São Paulo no último sábado (31). Até mesmo o visual, tanto por fora e principalmente por dentro, há um sobreaviso que pode ser alterado até o seu lançamento oficial no segundo semestre deste ano. Porém, devem ser meros detalhes, principalmente em termos de acabamento.

O utilitário manteve o mesmo espírito e identidade da antiga geração. No entanto, foi só isso, pois a base foi toda transformada. O visual ganhou linhas mais dinâmicas e robustas e até parece que ele aumentou as suas proporções. Para reforçar essa ideia, há os para-lamas largos integrados à carroceria, o capô com porte central elevado, as amplas portas com soleiras na altura do piso e as rodas de alumínio de 17 polegadas. O motor é 3.2 litros com combustível diesel e a transmissão é manual de seis velocidades.

Além disso, ganhou elementos para incrementar o seu lado off road, como o vão livre do solo e ângulos de entrada e saída que ampliam ainda mais a sua capacidade off-road.

E ainda incluiu outros equipamentos para aprimorar o on road, deixando mais versátil o modelo, ao usar por exemplo pneus de uso misto, tomada de ar em posição elevada preparada para a instalação de snorkel e base para guincho integrada. Ser fora de estrada não significa ter um estilo "quadrado".

Então, para dar ares de modernidade foi colocada a grade dianteira com tramas entrelaçadas e as lanternas traseiras de LED. Ainda no quesito visual, ele vem com protetor frontal e estribos laterais integrados com a carroceria.

Por dentro, o "sky-roof" deu a sensação de maior espaço interno. Para quem não sabe, essa novidade remete a duas janelas envidraçadas que proporcionam excelente iluminação da cabine e permitem a visualização externa.

Quanto ao design, está funcional, por ser de fácil limpeza, e simples, porém sem ser "sem graça". No modelo apresentado, o console tinha três saídas de ar centrais e duas laterais, multimídia, controle do ar condicionado independente motorista do passageiro e banco de couro. Já a parte para os passageiros traseiros reserva um espaço satisfatório para não ficar tão apertado. O bagageiro tem barras transversais ajustáveis e um aerofólio na tampa traseira com brake-light integrado.

Para o seu desenvolvimento e aprovação, o carro rodou mais de 200 mil quilômetros em diversas condições de clima e terreno. Tanto em terrenos e condições reais de várias localidades do País, como nas pistas do Campo de Provas de Tatuí, em São Paulo. O projeto incluiu também cerca de 53 mil horas de desenvolvimento virtual e 22 mil horas de testes virtuais para atender os padrões elevados de resistência e confiabilidade exigidos de um legítimo fora de estrada. 

O preço não foi divulgado, mas deve substituir a antiga geração mantendo o seu valor de mercado. 

Ficha técnica
Motor: 3.2 L
Combustível: diesel
Transmissão: manual de seis velocidades
Preço: não divulgado

BMW: dois novos modelos

Um aposta no visual mais esportivo, o outro alia o moderno com o clássico em uma edição comemorativa

Para quem busca esportividade, a BMW faz a sua aposta com o modelo S 1000 R. Logo no design, ele traz um apelo esportivo na carenagem. E, melhor, tem um toque a mais: foi dado um porte mais esguio, comparado aos modelos superesportivos, para facilitar na condução na cidade. A posição esportiva recebeu um ângulo mais ereto que nos modelos carenados, para deixar mais confortável. A altura do banco é de 814mm. Ela foi pensada para dar mais firmeza ao piloto e ainda permitir que se apoie no chão com facilidade.

O visor é de cristal líquido e tem um conta-giros analógico. A instrumentação oferece informações desde a exibição da marcha e modo de pilotagem ao cronômetro de voltas.

Quanto ao motor, ele capturou o tetracilíndrico de 999 cilindradas da S 1000 RR e modificou para fornecer uma resposta rápida em qualquer regime de giros. O resultado: eles aumentaram significadamente a potência e o torque em baixas e médias rotações.

Em termos práticos, a potência é de 160cv a 11.000rpm. A 9250 rpm, o motor já consegue entregar torque de 112Nm. Até 7500 rpm, esta versão de motor desenvolve 10Nm de torque a mais do que a irmã S 1000 RR da marca. A transmissão é de seis marchas.

A S 1000 R chega com quatro diferentes modelos de pilotagem: Rain (Chuva), Road (Estrada), Dynamic e Dynamic Pro. Há ainda outros dois sistemas de controle de tração: ASC (Automatic Stability Control ou Controle de Estabilidade Automática) e DTC (Dynamic Traction Control ou Controle Dinâmico de Tração). No caso do último, ele inclui um sensor de inclinação abaixo do banco do motociclista e oferece aceleração segura e dinâmica. Como opcional, existe o Controle Dinâmico de Amortecimento (DDC).

Ela será disponível nas cores: vermelho, branco e azul escuro metálico. O valor sugerido é R$ 67.900,00. 

Passado com o moderno 

A BMW R nine T, ou simplesmente nine T, resgata o passado em seu design, mais precisamente no primeiro modelo criado pela BMW Motorrad em 1923: a R32. Da primogênita foram herdados o farol redondo e o visual.

O modelo tem 1.170 cilindradas e gera 110cv de potência a 7.550 rpm. Entre os destaques dos itens de fábrica, o tanque é de 17 litros e as rodas de fios raiados são de liga leve em alumínio anodizado preto, com cubos pretos de alumínio e raios de aço inoxidável.

A R nine T chega em todas as concessionárias exclusivamente na cor preta e tem preço sugerido a partir de R$ 61.500,00.
Ficha técnica 
S 1000 R (999cc)
Motor: 4 tempos com 4 cilindros e duplo comando de válvulas
Potência/torque: 160cv a 11.000 rpm / 112 Nm a 9.250 rpm
Preço: R$67.900,00. 

R nine T (1.170cc)
Motor:
boxer bicilíndrico 4 tempos refrigerado a ar
Potência/torque: 110cv a 7.550 rpm / 119 Nm a 6.000 rpm
Preço: R$ 61.500,00

Boas vendas em ritmo de espera

Primeiro quadrimestre não foi tão favorável quanto em 2013. A projeção para 2014 é de precaução

Este é um ano atípico para o mercado de veículo. O Carnaval diminuiu os dias de vendas em março, a Copa do Mundo em junho também vai distrair e tirar público das concessionárias nos dias de jogos e, para completar, ainda tem as eleições para mudar o foco das vendas. Com esse contexto, o setor de veículos novos está mais precavido.

E tem razões para isto. Em abril foram emplacados 210.696 unidades, mais que março com seus 170.841. Porém parte desse crescimento foi devido ao Carnaval. Isso é perceptível ao comparar abril ao ano passado. Houve queda de 14,28%. Em 2013 foram emplacados 245.798. O acumulado foi baixo, 7,60% a menos. Foram 792.095 ante 857.219.

No Ceará, o cenário não é diferente. Em abril foram 5.070 e em março foram 3.632, representando um crescimento de 39,59%. Porém, houve uma queda e 17,28% com relação a abril de 2014. O acumulado de 18.832 é 6,20% menor comparado ao mesmo período do ano passado, que era de 20.077. Esses dados foram divulgados no site da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Para este ano, há duas projeções divulgadas pela Fenabrave. Do ponto de vista apenas dos automóveis e comerciais leves, espera-se que o desempenho seja o mesmo de 2013. Levando em consideração todos os segmentos, haveria um crescimento de 0,21%. O aumento seria graças ao setor de caminhões, no qual esperam um aumento de 6,40%, como também o de ônibus, no qual preveem alta de 2,80%. Para as motos não há nenhuma visão positiva, visto que ainda há uma interferência quanto à liberação de crédito, principalmente na fatia que envolve as motos de baixa cilindrada. Por isso, esperam que ao menos o número do ano passado se repita.

A outra projeção é mais negativa. A soma de todos os segmentos mostraria uma queda de 3,60%. Para automóveis e comercial leves seria 3,50% a menos que em 2013. Assim também será o setor de motocicletas, uma baixa de 4,50% diante do ano passado.

A queda não vem apenas deste ano. É só observar o acumulado de 2013 em comparação com o ano anterior. As vendas de todos os segmentos veiculares somaram 5.534.326 ante 5.648.244 de 2012. Uma queda de 2,02%. Só de automóveis foram 2.755.070 e 2.841.862, nos respectivos anos. Baixa de 3,05%.

Com a obrigatoriedade dos freios ABS e do air bag como itens de série nos carros produzidos a partir de 2014, o preço dos modelos de entrada subiu um pouco. Porém, esta não é a razão principal para intimidar as compras. Segundo o presidente executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o aumento do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), sim, pode impactar mais nos resultados de vendas do setor.

"Mesmo ainda parcial, o retorno do IPI deve causa efeito negativo nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, pois o imposto é em cascata e deve ser maior do que o percentual reajustado da alíquota (entre 1% e 2%)", pontua. Essa opinião foi divulgada na publicação bimestral da Fenabrave, número 46. Sobre esse fato, vale reforçar que o IPI ainda poderá sofrer alta, retornando ao patamar original a partir de julho deste ano.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Guia Automotivo #NaTV [13]

O Guia Automotivo do último sábado está cheio de curiosidades. Em um só fôlego: nova versão do carro mais barato do Brasil, carros feitos em madeira, dicas na hora de contratar um reboque, orientações sobre o extintor de incêndio veicular e a história de um colecionador de um Maverick. Não viu nenhum pedacinho do programa? Não tem problema, confira tudo a seguir.




 
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