Os jornalistas têm a função social de comunicar diariamente às pessoas sobre os eventuais e inusitados acontecimentos do mundo. Eles as transmitem através das notícias mostradas em jornais, revistas, programas na televisão ou na rádio.
Essas matérias possuem uma credibilidade, pois os leitores, telespectadores ou ouvintes confiam no método jornalístico de investigação, de certificação da veracidade do fato e, por fim, da íntegra divulgação do acontecimento. Para serem publicadas, elas devem possuir alguns requisitos de “noticiabilidade”, que são aspectos importantes para um acontecimento adquirir uma existência pública de notícia.
Um evento notório no passado norte-americano que pode ser exemplo de como os critérios da “noticiabilidade” tornam uma simples matéria da sessão policial em manchete de vários dias foi o caso Watergate, ocorrido em Washington, em 1972.
Inicialmente, a história era apenas curiosa, devido os cinco invasores do quartel-general eleitoral do Partido Democrata, no edifício Watergate, estarem ligados ao FBI e a CIA. Além disso, os jornalistas encarregados dessa reportagem, Robert Woodward e Carl Bernstein, não tinham fatos e fontes suficientes para tornar essa invasão em matéria de primeira página, apenas suposições, então ela foi anunciada nas páginas internas do jornal The Washington Post.
A concorrência é um aspecto relevante entre os jornais e os fazem procurar “furos jornalísticos” para tornar as suas empresas diferentes das outras. Apesar da repercussão da investigação do caso Watergate estar sendo exclusivamente divulgado pelo The Washington Post, Ben Bradlee, o editor executivo do jornal, preocupou-se por ser o único a publicá-la, pois diminuiria a credibilidade do fato.
A cada publicação, os homens renomados denunciados por Woodward e Bernstein, em suas matérias, negavam, publicamente, qualquer ligação com a espionagem no edifício Watergate e desmoralizam o The Washington Post, entretanto, o jornal manteve a sua posição diante dos fatos e Bradlee confiou plenamente nos repórteres encarregados por esse caso, pois eles buscavam incessantemente a verdade e não mediam esforços para irem atrás de novas fontes.
Os contínuos encontros de Bob com a misteriosa fonte “Garganta profunda”, as cansativas ligações e visitas com as pessoas inscritas na lista do comitê de reeleição e a intensa verificação dos fatos, os levou a suspeitar do envolvimento do presidente da época, Richard Nixon, com a invasão do edifício tornando, assim, cada vez mais perigoso e difícil concluir a investigação.
O caso Watergate pode ser enquadrado perfeitamente como exemplo de jornalismo investigativo. Ele perdurou dois anos para ser solucionado, requereu desviar-se das pistas falsas, mentiras e segredos, exigiu inúmeras verificações de depoimentos e listas de possíveis envolvidos no episódio, necessitou de muita paciência e até mesmo a sorte dos repórteres contribuiu para juntar todas as peças adquiridas ao longo da investigação e montar a matéria final.
Essas matérias possuem uma credibilidade, pois os leitores, telespectadores ou ouvintes confiam no método jornalístico de investigação, de certificação da veracidade do fato e, por fim, da íntegra divulgação do acontecimento. Para serem publicadas, elas devem possuir alguns requisitos de “noticiabilidade”, que são aspectos importantes para um acontecimento adquirir uma existência pública de notícia.
Um evento notório no passado norte-americano que pode ser exemplo de como os critérios da “noticiabilidade” tornam uma simples matéria da sessão policial em manchete de vários dias foi o caso Watergate, ocorrido em Washington, em 1972.
Inicialmente, a história era apenas curiosa, devido os cinco invasores do quartel-general eleitoral do Partido Democrata, no edifício Watergate, estarem ligados ao FBI e a CIA. Além disso, os jornalistas encarregados dessa reportagem, Robert Woodward e Carl Bernstein, não tinham fatos e fontes suficientes para tornar essa invasão em matéria de primeira página, apenas suposições, então ela foi anunciada nas páginas internas do jornal The Washington Post.
A concorrência é um aspecto relevante entre os jornais e os fazem procurar “furos jornalísticos” para tornar as suas empresas diferentes das outras. Apesar da repercussão da investigação do caso Watergate estar sendo exclusivamente divulgado pelo The Washington Post, Ben Bradlee, o editor executivo do jornal, preocupou-se por ser o único a publicá-la, pois diminuiria a credibilidade do fato.
A cada publicação, os homens renomados denunciados por Woodward e Bernstein, em suas matérias, negavam, publicamente, qualquer ligação com a espionagem no edifício Watergate e desmoralizam o The Washington Post, entretanto, o jornal manteve a sua posição diante dos fatos e Bradlee confiou plenamente nos repórteres encarregados por esse caso, pois eles buscavam incessantemente a verdade e não mediam esforços para irem atrás de novas fontes.
Os contínuos encontros de Bob com a misteriosa fonte “Garganta profunda”, as cansativas ligações e visitas com as pessoas inscritas na lista do comitê de reeleição e a intensa verificação dos fatos, os levou a suspeitar do envolvimento do presidente da época, Richard Nixon, com a invasão do edifício tornando, assim, cada vez mais perigoso e difícil concluir a investigação.
O caso Watergate pode ser enquadrado perfeitamente como exemplo de jornalismo investigativo. Ele perdurou dois anos para ser solucionado, requereu desviar-se das pistas falsas, mentiras e segredos, exigiu inúmeras verificações de depoimentos e listas de possíveis envolvidos no episódio, necessitou de muita paciência e até mesmo a sorte dos repórteres contribuiu para juntar todas as peças adquiridas ao longo da investigação e montar a matéria final.
Por ter levado a condenação dos sete funcionários mais importantes do governo; tornado-se, de um simples arrombamento de um edifício do Partido Democrata, em um plano de invasão da oposição e sido um caso de espionagem política que levou o presidente republicano Richard Nixon, reeleito em novembro de 1972, a ser apontado como co-conspirador e forçado a renunciar, tornou-se o maior escândalo da política interna na história dos Estados Unidos, além de exemplo para todos aqueles jornalistas que desejam ter um compromisso com a verdade.